Pequena Menina dos Olhos Castanhos
Sabemos que é amor,
Quando uma pequena brisa
Entra no nosso coração
E forma um vendaval de emoção...
O menino enquanto brincava em uma pequena e esquecida poça de lama
Sente-se atraído por um som imenso, um som que o convoca
Se distanciando da poça, observa um carneiro que se bate em uma parede.
O carneiro sem razão, se bate, se bate
O menino que se encontra do outro lado da parede
Pergunta ao carneiro, esperando uma resposta: "Por que se bates?Tem um grande espaço para brincar".
O carneiro continua, continua, até que em um ágil movimento, desaba-se
O menino atônito e triste, pega uma maçã que tinha no bolso, joga-lhe
O carneiro se levanta, e ao levantar, consegue um ato:Remover um espinho que se encaixara em sua cabeça ao correr pelo campo.
O menino surpreso se depara com o carneiro livre, que corre pelo campo
E o menino em singela inquietação, sem motivo, pensou ao ver: "Ele era livre, mas não era livre, agora é livre".
Em um suspiro, o inesperado ocorre: um fazendeiro lança uma corda
Corda que laça o carneiro livre, que agora é levado
E ao ser levado, a única coisa que não se prendeu foi o olhar
O carneiro, indo embora, olhando o olhar do menino.
O mundo é uma pequena concha de retalhos que, costurada, se torna densa e peculiar. É diferente, mas o diferente vira aconchego, e nessa concha não podemos entrar se não for pela borda que costuramos eternamente.
uma garrafa pequena de água pode custar 1,99 no mercado, e no aeroporto 6,99! se você se sente sem valor ... troque de ambiente e verá que ficou muito tempo no lugar errado !
Te amo, pequena. Feliz aniversário!
Você é o motivo da minha alegria
você é o sonho de Deus realizando
em mim, você é a joia rara que Deus
me presenteou, você é o sorriso do dia,
o perfume das flores, minha doce menina
hoje é teu dia, o dia mais esperado do
ano, o teu aniversário. Fico admirada
e feliz de ver a garota linda que se tornou.
A esmeralda de Deus, o encanto do
papai e a felicidade da mamãe.
Minha doce menina, te desejo
toda felicidade do mundo, te amo
mil vezes mais a cada dia que passa,
que seus sonhos se realizem e que
o amor se multiplique a cada dia mais.
Te amo, pequena. Feliz aniversário.
Quando pequena e ficava doente, perguntava ao meu pai, o sr. não vai deixar eu morrer? e Ele heroicamente respondia: não minha fia, eu não vou deixar!!! RSSSS... isso não têm preço...
Parabéns papais...
Pó
Duas letras se unem para algo nomear,
Uma matéria tão pequena, mas capaz de gerar
A raça mais inquieta que a Terra já viu brotar.
Ar, fôlego e vida fizeram o pó pensar;
Pobre pó vaidoso, desde cedo a se exaltar,
Proclama-se superior, diz que outro igual não há.
Se anuncia pensante, raciocínio só o pó tem;
A inteligência chegou, e não sobrou pra ninguém.
Mas do próprio pensamento ele se torna refém.
É pó enterrando pó, sem tempo para lembrar
Que num breve segundo tudo pode se apagar:
Ar, fôlego e vida cessam — silêncio a ocupar.
"E após a morte?", pergunta o pó a vagar:
Crenças e teorias tentam tudo explicar,
Mas no fundo ele sabe: ao pó irá retornar.
Algumas pessoas são capazes de viver e sustentarem uma mentira por anos, apenas por uma pequena conveniência ou por uma grande fuga de si mesmas...
Que triste!
Porque se sentes assim moça morena
Tão triste, pra baixo, pequena
Porque se sentes assim moça sonhadora
Incapaz, insegura, mas tão serena
Tu tens um brilho próprio moça
Acredita nele!
Tu és única morena
Vê se não esquece!
Não deixes de sonhar moça
Jamais!
Levanta de novo, e recomeça o sonho
Não desisti
Não!
O Reencontro de dois amores
Em uma pequena vila costeira onde o vento soprava com cheiro de sal e jasmim, Léo e Maya eram uma única alma dividida em dois corpos. Aos dezessete anos, eles não trocavam apenas beijos, eles trocavam segredos sobre o futuro. Léo, um aprendiz de relojoeiro, prometeu a Maya que "ajustaria o tempo" para que eles nunca envelhecessem longe um do outro.
-A Partida Silenciosa
O mundo de Léo desmoronou em uma terça-feira cinzenta. O pai de Maya, um diplomata rígido e enigmático, foi convocado para uma missão nos confins do Alasca, em uma cidade de mineração tão isolada que nem sequer constava nos mapas comuns. Sem aviso, sem despedidas longas, Maya foi levada.
Léo correu até o porto, mas só viu o rastro da espuma no mar.
-A Busca Obsessiva
Os anos seguintes foram um teste de sanidade. Léo não enviou poucas cartas, mas sim centenas dela. Ele escrevia em papel impermeável, temendo que a neve do norte as destruísse. Ele gastou cada centavo que ganhava na relojoaria em selos e subornos para mensageiros. Mas o silêncio era absoluto.
-A Incerteza
Ele não sabia se ela recebia e não respondia, ou se suas palavras se perdiam no gelo.
-A Aventura
Aos 24 anos, Léo vendeu a oficina que seu avô deu-lhe e embarcou em uma jornada como mecânico de navios cargueiros, cruzando oceanos apenas para chegar mais perto do Círculo Polar Ártico. Ele enfrentou tempestades e o isolamento, movido apenas por um medalhão quebrado que Maya tinha lhe dado um dia.
-O Reencontro
Dez anos depois da partida numa feira de antiguidades em uma metrópole vibrante e barulhenta, Léo, agora um homem de olhar profundo e mãos calejadas, trabalhava restaurando instrumentos náuticos.
Uma mulher parou diante de sua banca. Ela usava um cachecol azul, da cor exata do mar da vila onde cresceram. Ela segurava um relógio de bolso quebrado.
"Dizem que o senhor conserta o que o tempo destruiu", disse ela, com a voz trêmula.
Léo levantou os olhos. Não era mais a menina de dezessete anos, mas a intensidade no olhar de Maya era a mesma. Ela abriu a palma da mão, lá estavam todas as cartas de Léo. Suas mãos tremiam ao revelar que o pai dela as interceptaram por anos, escondendo-as em um cofre que ela só conseguiu abrir após a partida de seu pai.
-O Destino ajustado
Eles não perderam tempo com recriminações. Naquela tarde, o relógio que Léo prometeu ajustar finalmente marcou a hora certa. Eles não voltaram para a vila, eles criaram o seu próprio mundo de hoje em diante.
Porque choras ó pequena? Sentiu em si uma felicidade que transbordava, acreditou que já não seria desapontada.
Enxergou algo que acreditava e na verdade somente você enxergava.
Abriu o coração e mais decepção, porque deixou levar por uma ilusão.
Você enxergando o lado bom nas pessoas, acreditando que quando entrega o coração a alguém que parecia-lhe o porto seguro e você era apenas alguém para divertir lhe enquanto o convém.
Ó coração tolo, acreditou mesmo que ele desejava um futuro ao seu lado? Esperou demais de alguém que parecia-lhe tudo o que sempre almejava, enquanto você não passava de uma boba iludida, sonhadora e apaixonada.
É, dói… Decepcionada? Ó minha cara, foi você mesmo quem escolheu não dar atenção aos sinais. Você viajou demais nos sonhos da sua mente e não caiu para a realidade.
A verdade é que amar é algo destruidor, quanto mais permite tentar e é decepcionada, mais é despedaçada.
Como anda o seu coração? Dói? Pois lembre-se da dor que é entregar amor para quem acredita desejar estar com você, não é a primeira vez que isso acontece.
Esqueça os sonhos no amor, feche o coração, seja fria e não se entregue mais.
Quando pequena, meus pensamentos sempre foram grandes, como se fossem as músicas mais lindas e famosas do planeta.
Em sintonia com o universo, como um. Nesse momento, ganho uma pequena liberdade. Eu movo o universo comigo. Por um breve momento, me torno o Maestro da orquestra da existência (Lavoratti)
Quando eu era pequena, meu primo pegou uma rolinha machucada e levou pra casa pra cuidar. Ele sabia que eu era apaixonada por animais, e me mostrou assim que chegou em casa.
Nós colocamos ela na gaiola até ela se recuperar.
No dia seguinte ela morreu enforcada tentando sair da gaiola.
Ela se matou tentando se libertar.
Não se prende um pássaro que conhece a liberdade, imagina um povo inteiro.
Às vezes sinto vontade de vomitar quem sou, tentar colocar tudo para fora na pequena esperança de em meio às minhas entranhas e vísceras, lembrar quem sou e quem eu já fui.
Sinto vontade de poder consumir da minha própria carne e beber do meu próprio sangue, como os apóstolos na bíblias. Poder devorar cada pedaço do meu ser na ânsia de finalmente conhecer a minha alma.
Ela é uma força da natureza em pequena estatura, uma mente perspicaz e autodidata que nunca cansa de florescer através do estudo. Embora o mundo tente diminuí-la para evitar a concorrência com sua luz, e muitos confundam sua doçura com fragilidade, ela finalmente compreendeu sua própria preciosidade.
Entre o coração genuíno e a determinação de aço, ela aprendeu a blindar-se contra julgamentos; hoje, ela não busca aprovação, busca o seu próprio bem. Quem vê o frasco não imagina a imensidão do conteúdo: uma mulher que aprendeu a ler a vida de forma diferente e que, ao olhar para trás, reconhece que sua trajetória é a prova viva de um potencial que ninguém, além dela mesma, tem o direito de medir
