Pequena Menina dos Olhos Castanhos
Agradeço a Deus
pelo brilho dos seus olhos
pela vida ao teu lado
pelo recomeço
pela espera recompensada
Agradeço teus esforços
para fazer-me feliz
fazer-me sorrir
fazer-me sentir
Agradeço pelo amor
pela amizade
pelo crescimento
pelo aprendizado
Agradeço teus carinhos
sua ternura
sua paz compartilhada
sua compreensão
Agradeço as batidas do seu coração
soando de encontro ao meu
pelas palavras de estímulo
pelo encorajamento
Agradeço pela paciência
pelo respeito
pela confiança
pelo perdão
por dedicar seu tempo a mim
Agradeço por dar seu coração
pelo carinho e proteção
pelo seu amor incondicional
por compartilhar a pureza de sua alma comigo
Agradeço, por que o que mais se quer nesta vida
é exatamente tudo o que você
me proporciona: um amor verdadeiro que transcende o imaginável!
Ela parecia inteira. Inteira porque não tinha ficado nada dela para trás. Seus olhos eram de desilusão, de cansaço. Cansada de construir sonhos, planos, fantasias. E depois da desilusão ter de destruir uma a uma, como se nada daquilo tivesse um dia existido, só para olhar para trás e não sentir nada do que sentira antes. Era mais um fim doído, choroso, arrastado. Fosse o ponto final sua última lágrima de dor, já havia então sido decretado. Decretado num discurso mudo, num adeus em silêncio. Dito através de tudo daquilo que não havia sido falado.
TODO AZUL DO MAR
Foi assim
Como ver o mar
A primeira vez
Que meus olhos
Se viram no seu olhar...
Não tive a intenção
De me apaixonar
Mera distração e já era
Momento de se gostar...
Quando eu dei por mim
Nem tentei fugir
Do visgo que me prendeu
Dentro do seu olhar...
Quando eu mergulhei
No azul do mar
Sabia que era amor
E vinha prá ficar...
Daria prá pintar
Todo azul do céu
Dava prá encher o universo
Da vida que eu quis prá mim...
Tudo que eu fiz
Foi me confessar
Escravo do seu amor
Livre prá amar...
Quando eu mergulhei
Fundo nesse olhar
Fui dono do mar azul
De todo azul do mar...
Foi assim
Como ver o mar
Foi a primeira vez
Que eu vi o mar
Todo azul
Todo azul do mar...
Daria prá beber
Todo azul do mar
Foi quando mergulhei
No azul do mar...
Você olhou nos meus olhos e disse que me amava
Você estava só brincando?
Vou te emprestar meus olhos pra você ver o que eu vejo: o sorriso mais lindo do mundo que tens e eu desejo. Me diga menina, se eu te roubar outro sorriso você me dá um beijo?
FICA COMIGO...
É noite ...
E sinto sua falta.
Meus olhos percorrem o monitor
Em busca de suas palavras.
Palavras soltas, meigas, ousadas.
É noite ...
E sinto minha boca umedecida
de vontade de beijar-te intensamente
Em um louco desejo,
Vontade de você ...
Vontade do seu Beijo
E embora meus olhos não o vejam
Cresce a vontade de estar contigo
Aninhar-me em seu colo
Sentir seu carinho ...
E depois te abraçar demoradamente...
Bem devagarinho...e dizer ...
FICA COMIGO...NÃO VA EMBORA ...
"Diante dos meus olhos, algo bloqueia meu caminho. Um muro alto, muito, muito alto. Que tipo de cena está do outro lado? O que eu poderei ver lá? "A vista de cima". Um cenário que nunca poderei ver por conta própria. Mas se eu não estiver sozinho, então... talvez eu consiga vê-lo".
Shoyou Hinata
Já tentei me enganar com uma lagrima, mas porque sangrar pelos olhos se o que está ferido é o coração?
O Gosto do Tempo Sem Pressa
Te vejo me devorar primeiro com os olhos, como se cada detalhe meu fosse uma fome antiga. E quando tua boca me encontra, não há espaço para pressa—só o ritmo certo de quem sabe exatamente o gosto que procura. É como se o tempo fosse outro, mais lento, mais profundo. Cada toque é uma descoberta, cada beijo uma lembrança de algo que nunca se esqueceu. No abraço, sinto o mundo sumir e restar só nós, sem pressa de acabar, sem pressa de fugir do que é real. Só o agora, só o momento, só o desejo que se faz carne.
Entre Olhares e Palavras
Há um instante, entre o piscar dos olhos e o sussurro do pensamento, onde a vida se revela em sua forma mais pura. Um tempo suspenso entre o que sinto e o que expresso, entre a fotografia e a palavra, entre a imagem que congelo e a emoção que deixo fluir.
Sou feita de silêncios que gritam e de gestos que falam. Meu olhar recua no tempo, buscando histórias que resistem ao esquecimento, vestígios de quem fomos, ecos de quem ainda somos. Escrevo para dar voz ao que se cala, para traduzir a dança invisível entre o que se vê e o que se sente.
Meu caminho é feito de entrega – a mim mesma, ao instante, ao que me atravessa. Carrego a suavidade de quem sente fundo e a força de quem transforma dor em criação. Cada palavra que escolho, cada imagem que capto, é um convite para enxergar além do óbvio, para sentir além do esperado.
E assim sigo, costurando tempo e memória, conectando passado e presente, trazendo para perto aqueles que se permitem ver – e, quem sabe, se reconhecer.
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O Olhar que Me Define
Meu olhar não se limita ao que os olhos veem, mas ao que a alma reconhece. Eu fotografo para eternizar, escrevo para ecoar memórias. Meu olhar recua no tempo, buscando o que merece ser lembrado, e avança com a sensibilidade de quem entende que cada imagem e cada palavra são pontes para o outro.
Vejo beleza nos detalhes, valorizo as marcas do tempo e busco o que é essencial. Em tudo que crio, há um instante de entrega: um pudim feito com afeto, uma lembrança registrada com carinho, um verso que toca quem lê. Cada foto, cada palavra, é uma forma de me conectar e trazer à tona histórias que, de alguma forma, pertencem a todos nós.
Não me contento com a superfície. Quero o encontro genuíno, a troca verdadeira, a lembrança que resiste ao tempo. Meu olhar é minha identidade, meu povo, minha cultura, minha história. E ao compartilhá-lo, convido outros a enxergarem não apenas o que está diante deles, mas o que pulsa dentro.
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Tudo depende dos valores que estão atrás dos olhos que me observam, não sou nada daquilo que esperam de mim, sou o que cada um merece
Lê nos meus olhos todos os consentimentos, Mata tua sede na pedra que se fez fonte, E te encanta com a paisagem contraditória do meu ser.
A candeia do corpo são os olhos. Quando, pois, os teus olhos forem bons, todo o teu corpo será luminoso; mas quando forem maus, o teu corpo será tenebroso. Vê então que a luz que há em ti não sejam trevas.
