Pequena Menina dos Olhos Castanhos

Cerca de 58922 frases e pensamentos: Pequena Menina dos Olhos Castanhos

Com a extravagância de corpos
enlaçados e apaixonados,
Com os nossos olhos fechados
e corações abertos temos
a urgência do próximo ato,
Porque deixamos nos seduzir
pela brincadeira e o perfume
natural do amor que viciados
nós estamos sem volta
e sem tédio totalmente gamados.


Embalados pelos voluptuosos
sons dos nossos ais deliciados
por alternâncias quentíssimas
e ondas divertidas de total prazer,
A luxúria evidenciada nos pertence
com aura magnética e todo o poder.


O caos amável que te trouxe é que
desde o dia que me conheceu a tua
régua romântica nunca mais foi,
e nem será mais a mesma por ter
conhecido de perto e ter nas mãos
o domínio do meu encanto sem igual
de tocá-lo inteiro por dentro do meu
jeito por ninguém conhecido e genial.


Envolvidos pelo sabor do amor,
e do doce de Araticum-açu
nos lábios para declamar tudo
o que é cabido para ser eternizado,
E para que seja recordado
nos meus Versos Intimistas
escritos da gente ter se encontrado.

Ele era uma figura misteriosa,
um mulato de beleza única,
com um corpo musculoso,
olhos verdes andando,
fala aveludada e respeitoso.


Com o seu cavalo bem cuidado,
ele um autêntico peão brasileiro,
o nome dele era Dario,
que mantinha o orgulho elevado
do ofício desempenhado,
e rezava com fervor inigualável
o Santo Rosário em dedicação
à Nossa Senhora de Aparecida.


Eu ainda bem menina dava
um trabalho danado
junto com as crianças da vizinhança,
a nossa infância era além
muito do pé no barro,
mas os cabelos também por nossa
própria obra era alcançado.


E assim pela estrada a gente fugia,
ele sempre muito paciente
depois de tudo o quê fazia,
e se fosse preciso párava tudo,
para acompanhar as Mães
em busca intrépida de cada
um por toda a estrada vazia.


Não tem como eu me
esquecer destas inúmeras
vezes quando na porta
de casa ele um por um trazia,
ou quando ele passava
sem montado com o seu Baio
e me via pela estrada,
e prontamente dizia:

- Já para casa, menina!


...


Nota da Poetisa sobre a palavra "mulato":


​"O termo 'mulato' utilizado para descrever Dario neste poema é uma escolha deliberada e histórica, fiel à linguagem da época e da região das minhas memórias de infância. Naquele contexto, a palavra era o descritivo de sua ascendência mista e da sua beleza singular. Longe de qualquer intenção de depreciação, a figura de Dario é celebrada aqui em toda a sua dignidade e força. O uso é uma homenagem à sua pessoa, e não uma adesão ao peso pejorativo e racista que o termo carrega historicamente."

O Canto de Reis envolvente
me leva a encontrar os teus
maravilhosos olhos felizes,
Debaixo do Angico-branco
no levando pelo ritmo hipnótico,
Proclamei-te como o meu
sublime amado erótico,
Assim eternizei na mais
alta tradição poética da terra,
Para que fique bem claro
que o amor não permite guerra,
e renova os votos de paz
por ter encontrado o que terna.

Assim que as Paratudo florescerem,
desejo que me mostre os seus olhos,
que eu te ensinarei olhar para o céu
em tempos de desamparo continental,
e não é somente um recado sentimental.


Confio em tudo aquilo que percebo,
prevejo e sinto que está no peito teu,
e todos os dias fascinantemente
têm se transferido convicto pro meu.


Não importa o giro do nosso mundo,
devocionalmente pertenço ao que é
mais profundo e você pertence ao meu.


A tua vulnerabilidade e a tua resistência
me pertencem - plenas nesta trincheira.

A beleza é um detalhe que os olhos solidificam para encher o ego e mexer com parte do coração;
Mas não entendo que a beleza seja tudo, mas sim contribui para com um sentimento apaixonante declarante em nosso interior;

Se entregue, permita-se Seja o que meus olhos veem...
Transpareça as tuas inocências e aceite as minhas indecências;
Deixa que eu toque o seu interior e te envolva com felicidades!
Entenda as resenhas postas em seus caminhos e tenha experiências em exemplificar as escolhas;

Minha nudez é inocente a quem ler os meus olhos verdadeiramente...
Os meus olhos o caminho para quem enxerga sem segundas intenções...
E o meu coração! Instrumento para quem é capaz de tocar...

Não tenha medo do meu amor e nem se sinta constrangida
Pois os meus olhos podem estar intencionados
Mas o meu coração... Só querem te amar
Para todo sempre enquanto durar;

Não leia as minhas citações, mas sim os meus olhos...

⁠Seus olhos me acalmam
e me inspiram em noites
serenas sem luar...
Mas que transbordam
a minha sabedoria para
com todo carinho te elogiar
Tens a imensidão da vida
por entre o esverdeado
de um olhar...
Saiba que sou apenas mais
um... Que se declara te amar!

Para entender o meu silêncio, leia os meus olhos;

Seja agradecido pelo dia que nasce... Por abrir os olhos, por ter ar nos pulmões;
Agradeça pelo tempo que ainda não esvaiu!
Pois a gratidão é o início de um caminho vitorioso... Não por obrigação, mas sim pelo prazer de ser obediente ao criador;
A nossa vida é uma viagem passageira que temos a estação certa que iremos descer, não queira adiantar a sua despedida;
Ser grato é ser sincero, ser zeloso, ser sensível, ser cuidadoso... Então sejamos mais amoroso com quem faz por nós... Deus!

Seus olhos são Esmeralda que me provocam na equação dos meus passos... Calculando a medida desmedida do meu coração;

⁠Os olhos são janelas da alma, mas podemos tropeçar pelo que vemos.

É o conhecimento que dá visão, não os olhos.

O pior cego é aquele que tem olhos para ler e não lê.

Pouco consigo olhar nos olhos, mas quando o faço é porque algo já me fez duvidar, desacreditar.

Abro meus olhos, mas era apenas um sonho. Acordo assustada - ainda sinto sua mão quente a tocar meu rosto. E o som do teu riso parece que ainda ecoa nas paredes do quarto... indo e voltando - e me acertando.

Teus olhos cinzentos,
como a tempestade,
me lembram
que, em meio ao caos,
eu não temo,
pois me acompanharás
em meio aos pesadelos.
Então me lembro
que, sem você,
aqui me vejo
jogada ao relento,
regada a sofrimento.
Então me diga que estarás ao meu lado
quando retornarem os ventos,
que passarei por onde nos corta,
pelos entremeios
que separam nós dois,
ao enfermo.

Chore, por favor, quero que a impureza de seus olhos alague o chão e apague o rastro de sangue.