Frases pensativas sobre a vida

🎭Ato da Vida

Te entendo, Shakespeare,

É mais leve pensar que somos

Atores na jornada do tempo —

Cada cena, um suspiro,

Cada partida, um adeus ensaiado.



E lá se vai,

Para novos palcos e plateias,

Onde o silêncio também aplaude

E o destino escreve falas

Que nunca ensaiamos.



O tempo das coisas

Não pede licença —

Só muda o cenário,

Enquanto seguimos

Vestidos de memória.

"Quando você deixar de pensar nos outros e resolver cuidar do seu equilíbrio e vida, vão te chamar de egoísta."

Tem gente que olha pra vida como quem olha pra um espelho quebrado e pensa assim, vou deixar um pedaço meu espalhado por aí, quem sabe assim eu não sumo por completo. Aí faz filho como quem planta uma placa escrita “eu estive aqui”, como se o tempo fosse um porteiro educado que respeita avisos. Mas o tempo não respeita nada, minha filha. O tempo entra sem bater, apaga luz, leva os móveis e ainda sai assobiando.

A gente cresce ouvindo nomes de família como se fossem heranças eternas, como se aquele sobrenome fosse uma espécie de colete à prova de esquecimento. Só que aí você para pra pensar com calma, numa terça-feira qualquer, lavando uma panela ou dobrando roupa, e percebe que mal lembra o nome dos seus bisavós. Às vezes nem foto tem. Viraram um vulto, uma história mal contada, uma frase começando com “dizem que...”. E pronto. Foi assim que uma vida inteira virou rodapé.

E não é falta de amor, não. É excesso de tempo mesmo. O tempo vai empilhando gerações como quem guarda caixa em cima de caixa no fundo do armário. Uma hora ninguém mais abre. E lá dentro ficam risadas que ninguém mais escuta, medos que ninguém mais entende, sonhos que ninguém mais sabe que existiram. Tudo guardado, tudo esquecido, tudo tão humano.

Aí me vem essa ideia de imortalidade através de filho, e eu fico meio assim, meio rindo, meio pensativa. Porque não é sobre permanecer no mundo, é sobre ter feito sentido enquanto esteve aqui. Não adianta querer eco eterno se a própria voz nunca foi ouvida de verdade nem por si mesma. Não adianta deixar descendência se a existência foi vazia de presença.

No fim, a gente não fica. O que fica é um gesto, um jeito, uma frase repetida sem saber de onde veio. Fica um costume, um traço no rosto de alguém, uma mania de rir em hora errada. A gente vira detalhe. E talvez isso seja até mais bonito do que virar monumento. Monumento ninguém toca. Detalhe vive sem pedir licença.

Então talvez o segredo não seja tentar não ser esquecida. Talvez seja viver de um jeito que, mesmo esquecida, tenha valido cada segundo. Porque a verdade, meio sem glamour nenhum, é essa: o esquecimento não é o contrário da importância. É só o destino comum de quem passou por aqui.

E eu, sinceramente, acho libertador. Dá um alívio danado saber que não preciso carregar o peso de ser eterna. Já basta ser inteira enquanto dura.

Engana-se quem me vê no chão e pensa que não tenho mais garra para lutar.
A vida só termina no último suspiro.

Um dia (ainda quando criança) até pensei que a pior coisa na vida era acabar sozinho. Hoje vejo que o mal do século é estar com pessoas e mesmo assim se sentir sozinho.

Ele é vivissimo em meus pensamentos e morto na minha vida.

Se a alma não fosse imortal, a vida seria pouca coisa e a morte seria nada.
sfj,pensamentos⁠

Pensar a vida é pensar o existir não apenas como biologia, mas como presença no mundo. É pensar a relação com o mundo, o significado de estar aqui, o para quê e o para onde. Essas são as mesmas perguntas que a humanidade sempre carregou, desde o primeiro olhar para o céu.


Vir a ser. Estar. Lançar-se. Existir.
E nesse intervalo entre o nascer e o morrer, inventamos cultura — essa teia simbólica criada para dar sentido ao que não tem explicação. Porque o sentido não é dado, é criado. Criamos mitos, rituais, narrativas, e nelas depositamos nossos medos e esperanças. Cantamos e dançamos para afastar o medo. Reunimo-nos em torno do fogo para partilhar histórias que nos façam suportar o mistério.


Não sabemos de onde viemos, por quê, nem para onde vamos. Sabemos quase tudo sobre tudo e nada sobre o essencial. Então cobrimos o vazio com informações, saberes, teorias, religiões, ciências. Enchemos a vida de palavras para não escutar o silêncio.


Inventamos histórias para acreditar nelas: mitos, deuses, leis, virtudes e vícios. A civilização, afinal, talvez seja apenas uma ficção, e hoje, uma ficção científica. Passamos a acreditar nos símbolos como se fossem reais, a competir e a matar em nome deles. Nosso mundo é sustentado por crenças travestidas de verdades. Dinheiro, poder, sucesso, felicidade: tudo é linguagem, tudo é fé.


A felicidade, por exemplo, é uma bela história, gosto de acreditar nela. Mas viver nela é insustentável. Talvez só seja possível viver filosoficamente a felicidade, e não ingenuamente. Porque se a vida é o que é, e o niilismo nos ameaça com o vazio, Nietzsche tinha razão: é preciso transvalorar.


Ele já havia anunciado o “último homem”, esse que somos nós: confortáveis, cínicos, cheios de saber e vazios de sentido. Falou da crise e da aridez de nosso tempo, e sonhou com um além-do-homem, um ser que criasse novos valores, novos mundos, novas potências, capaz de amar.


Ainda não chegamos lá. Mas talvez pensar, pensar a vida, e não apenas vivê-la, seja o primeiro passo dessa travessia.

Tem dias em que eu olho pra minha vida por fora e penso, pronto, desandou. Parece aquelas casas antigas que a gente vê passando de carro, com a pintura descascando, a janela torta, o portão fazendo um barulho suspeito de abandono emocional. Tudo meio fora do lugar, meio cansado, meio capenga. E aí, no meio desse cenário que facilmente renderia um drama mexicano, eu faço uma coisa quase subversiva: eu me olho no espelho.

E não é aquele olhar automático de quem só confere se o cabelo cooperou ou se a olheira já virou patrimônio histórico. É um olhar mais demorado, mais honesto, quase um inventário interno. E aí vem o susto: por dentro… está tudo bem.

É estranho, eu sei. A gente cresce achando que paz interior vem depois que tudo se resolve do lado de fora. Depois que o dinheiro entra, o amor se encaixa, os planos dão certo, o mundo aplaude. Mas a vida, essa debochada profissional, faz o contrário. Às vezes está tudo um caos do lado de fora, e ainda assim, lá dentro, existe um silêncio confortável, uma calma quase teimosa que insiste em ficar.

E aí vem o julgamento alheio, claro. Porque quando você não está desesperada o suficiente, o mundo acha que você desistiu. Quando você não está correndo igual uma louca atrás de tudo ao mesmo tempo, interpretam como falta de ambição. Como se paz fosse sinônimo de preguiça emocional. Como se estar bem consigo mesma fosse algum tipo de falha de caráter.

Mas eu descobri uma coisa meio libertadora, dessas que a gente não posta porque não dá tanto engajamento quanto um surto bem editado: nem toda calma é falta de vontade. Às vezes é maturidade. Às vezes é exaustão que virou sabedoria. Às vezes é só a consciência de que nem tudo precisa ser uma guerra.

Eu ainda quero coisas, claro. Ainda tenho sonhos, planos, vontades que cutucam. Mas já não é mais naquele ritmo desesperado de quem acha que precisa provar alguma coisa o tempo todo. Tem uma diferença enorme entre querer crescer e precisar correr o tempo inteiro. Eu continuo caminhando, mas sem me atropelar no processo.

E no meio desse mundo que vive gritando urgência, eu tenho aprendido o valor do que não faz barulho. Do que não aparece. Do que não precisa ser explicado. Porque no fim das contas, de que adianta ganhar o mundo e perder a própria paz? Parece frase de camiseta, mas quando a gente entende de verdade, muda tudo.

Então se por fora parecer que está tudo meio bagunçado, mas por dentro existir esse lugar tranquilo, não se assuste. Talvez você não esteja atrasada. Talvez você só esteja, finalmente, no lugar certo dentro de si mesma.

Desejo sem ação é ficção. Desejo com ação é realização. A chave da vida é a ação. Pensar e falar é muito fácil. Agir que é realmente difícil. Diante do dilema entre fazer e não fazer, não hesite: faça, faça, faça!

A vida não avisa.
Ela arranca.


Me tirou de um lugar às pressas, sem tempo de pensar, sem tempo de sentir.
Quando vi, já tava com o coração na mão e o corpo em outro canto..
outro teto, outra rua…
o mesmo peso.
E como se não bastasse, o destino foi irônico.
Me deixou exatamente onde eu não pisaria de novo.


Não por saudade.
Não por escolha.
Mas por necessidade.


A rua é a mesma,
o silêncio é diferente.
Eu passo sem olhar.
Não por fraqueza...
Mas porque dessa vez eu aprendi.
Tem portas que não se batem mais.
Tem nomes que não se chamam mais.
Tem histórias que não se reescrevem.. se enterram.
Eu já me dei demais.
Já fiquei demais.
Já insisti onde só eu existia.
Agora não.
Agora eu passo.
Fria por fora, inteira por dentro.
Porque ir embora, às vezes, não é sair do lugar.
É sair de quem a gente era quando aceitava tão pouco.

Queria te escolher, com calma, todos os dias da minha vida.

Permita-se sentir; depois pensar.

Será impossível ter uma vida correta tendo pensamentos errados.

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"Ao pensar que tudo na vida passa,
lembre-se que passei na sua vida
com o desejo de ficar para sempre."
Haredita Angel
23.01.2013

A Lei da Atração.
Atraimos o que enxergamos, ouvimos e pensamos. É a lógica da vida, a mente sempre será reflexo desses acontecimentos.

"Educar uma criança é ensiná-la a pensar, preparando-a para enfrentar a vida. Adestrar é fazer da criança um soldadinho de chumbo, incapaz de pensar, que apenas segue ordens.


A agressão física e/ou verbal deseduca a criança, pois dilapida os seus pensamentos, os seus sentimentos e a sua personalidade.


Pais que educam só através do medo, anulam a personalidade da criança, incapacitando-a de tomar qualquer decisão por ela mesma. O medo desinforma a criança sobre aquilo que se espera dela, lhe trazendo desconfiança e insegurança na família, algo que é imprescindível para o seu bom desenvolvimento."

Cuidado com excesso de empolgação, quem pensa ser artilheiro da vida pode errar a bola na hora do gol...

Eu não sou um grande pensador ou um estudioso eu so sou um homem que aprendeu com o tempo que a vida tem seus mistério e que esses mistério devem ser compartilhados com quem está disposto a ler ou a ouvir você.

"Quem controla o pensamento, controla a vida."

Não pense separadamente nesta ou na outra vida mas dá para outro uma nova partida. Fala sobre saúde.