Pensar em Sexo
"A liberdade de pensar é a mais importante das liberdades, pois ela precede todas as outras, constituindo-se em maternidade e berçário de novos homens e mulheres, mais tolerantes, mais plurais e mais sábios."
Assim como uma pequena semente pode se transformar em uma gigantesca árvore com um bom adubo, pequenas crianças podem se tornar grandes adultos com firmes ensinamentos.
Não passamos de meros ambulantes, caminhando em um eterno caminho desconhecido, com a certeza de que sempre há algo a mais para se ir além.
Amar é agir sem pensar
no que pode conseguir
com o ato.
É pensar como pode agir
conseguindo atuar
amando tudo que faz
para quem dedica o seu amor.
Pois então, somos seres pensantes.
Já ouvi muito a frase:
"Pensando morreu um burro."
Mas sou da seguinte opinião;
"Quem não pensa muito erra!"
Eu admiro pessoas que interagem ideias, opiniões, dando sugestões quando tem vez, após ter sido concluído a ata não adianta dar palpites de como deveria ser, gosto de quem pensa pra frente com os pés no chão, tem um senso crítico aguçado de pontos positivos e negativos, não estou dizendo de mimimis, mas sim de características ao todo, que discutem pontos de vistas.
Ia lhes dizer por hoje chega, mas já virou o dia, então boa noite, ou melhor...
Bom dia!
Pensar antes é o único meio para não cometermos erros.
Pedirmos desculpas é o único para sermos perdoados.
se não existisse o pecado não existiria o carácter pois é que quando se erra é que se aprende (carácter)
Pregador
Compreender, prender;
Para, pensar;
Sentar, levantar.
Imaginar, viajar;
Tomar, falar.
O complexo é fácil,
Frágil pode ser.
A engenharia de um pregador,
Apertou abriu;
Soltou fechou também.
O conceito de subjetividade, o “eu”, parece-nos certo e, principalmente, prático. O segundo realmente é, entretanto, podemos nos ilusionar ao afirmar que ele é correto. Ao considerar o “eu” como unidade pessoal e constante facilmente podemos notar sua incongruência com a realidade. Visto que a mesma é contante, transitória. Desta forma, em relação ao fluxo do tempo, não existe margem para considerar a existência de algo constante que nos identifique.
Em segunda instância, podemos notar que a percepção do “eu” pelos sentidos: visão, audição, tato, paladar não pode ser considerada. Visto que o conceito de um “eu” é a não transitoriedade, ou seja, ao apoiar a percepção do “eu” nos sentidos — que apenas captam experiencias em constante mudança– é uma contradição. Além disso, a própria percepção é alterada assim como o perceptível.
Portanto, não há sustentação lógica para uma definição pessoal? Não há justificativa para utilização de adjetivos pessoais para designar a pessoalidade? De forma alguma. Isso se justifica pela praticidade. Mas não somente. Podemos tomar uma linha de raciocínio paralela ao pensamento apresentado: tomando como base a transitoriedade, podemos definir o “eu” como o histórico de transições em ralação ao tempo. De maneira a relacionar todo o passado como consequência do presente, criamos uma linha que podemos nomear de “eu”, e a previsão baseada nesta linha de acontecimento passados, nomear-se-a de “vir a ser”.
Criamos assim, uma expectativa para o “eu”; não o “eu” ilusório baseado nos sentidos ou em percepções. Mas um “eu” histórico.
Em síntese, o “eu” é todo o histórico de mudanças e nuanças refletidas no presente, que cria nossas percepções constantes e reais. Não há um “eu” perceptível, pois como dito, nossas percepções não são aptas para tal definição. Portanto, o “eu” concerne à “sensação”, algo intrínseco e infundado pela percepção.
O histórico de inconstâncias: somos uma metamorfose ambulante.
