Pensamentos Góticos
“Não me assusta a morte. O que me inquieta é a possibilidade de passar por essa vida sem deixar um legado.”
– Priscila de Araújo
Ele veste-se de prazer momentâneo,
mas esconde em si o veneno da morte.
Sussurra ao coração: “segue-me”,
mas conduz o homem ao abismo sem volta.
“O tempo passa, a morte não espera. Jesus é a vida que não se apaga — confia n’Ele agora!”
João 3:16
“A morte vem para todos, mas Jesus oferece vida que não morre. Aceita-O agora e encontra paz!”
1 Tessalonicenses 4:14
Em Romanos 6:23 está a raiz da questão:
O salário do pecado é a morte.
Essa morte não é apenas física, é espiritual e eterna.
Então Cristo não veio para elevar padrão social.
Veio para livrar da morte eterna.
miriamleal
A única conquista que atravessa a morte é a salvação.
A única coisa que levamos desta terra é a nossa alma.
miriamleal
Existe vida onde muitos enxergam o fim.
Existe vida na morte, pois em Cristo ela não encerra a história;
é apenas a porta para a eterna glória.
Existe vida na dor, porque Deus transforma lágrimas em sementes,
e faz nascer esperança em corações obedientes. miriamleal
Quando morremos no sonho, o despertar nos resgata, pois o mistério da morte é um silêncio que nem mesmo a imaginação ousa sustentar.
A sua paixão é a força da morte e a voracidade do Sheol, uma lei mais antiga que o tempo, que não aceita resgate ou suborno.
A morte vem rir do meu passado, mas o que ela não sabe é que as cicatrizes contam a história de um guerreiro que não se rendeu.
A vida é uma morte e um batismo contínuos. Os fins não são punições, mas a poda cirúrgica que garante o espaço vital para o novo, celebre a clausura para que a abertura ressoe com a força de um evento cósmico.
Meu maior pavor não é a morte biológica, mas a morte sensorial: tornar-me um autômato que executa rotinas sem habitar a própria alma.
A maior crueldade da existência talvez não seja a morte, mas conceder ao homem a lucidez apenas quando já não existe ninguém capaz de receber o amor que ele finalmente aprendeu a oferecer.
O tempo apenas consome o ego que fazia daquela pergunta uma questão de vida ou morte. O silêncio do tempo não é esquecimento, é desapego forçado.
“O homem não teme a morte da carne; teme a morte daquilo que chamou de ‘eu’. Porque, quando o personagem morre, a consciência revela que a maior mentira que ele sustentou foi acreditar que precisava ser alguém para finalmente ser.”
