Pensamentos de Paz
Na arte da guerra implica que o verdadeiro guerreiro não esteja lutando consigo mesmo. Na arte da paz implica que o verdadeiro cavaleiro saiba viver com as diferenças, amar e perdoar, a começar consigo mesmo.
No contemporâneo o conceito de liberdade derivou de forma marginal errônea para irresponsabilidade.
A arte da guerra define por si só quem nasceu para ser um estadista, um pacifista, uma vitima e um mero soldado.
O oponente cego pela embriagues da vaidade ao não planejar estrategicamente com cautela uma ação, se depara com um opositor forte, entre uma legião de heróis e uma união cultural popular imbatível.
A Grande Festa da Natividade, deve ir além da religião, é a celebração da vida, do amor universal onde todos os povos vivam em união.
Em qualquer momento e situação da vida, a humildade, a generosidade e a bondade desarma a maldade e a violência. O mal só atinge aos poderosos.
Hoje, de bons de briga o mundo está cheio. O que falta é quem seja abrigo, acolha as diferenças, cure as feridas e busque ser compreensivo por amor.
A conduta virtuosa enfraquece a revanche e prepondera por harmonia futura, o perdão. Não existe virtuosismo na vingança, pelo contrario revela uma tosca deformidade de caráter.
Cabeça erguida, alma limpa, consciência tranquila.
A jornada fica muito mais fácil quando somos para o próximo,
a paz que tanto procuramos encontrar na vida.
O silêncio lhe assusta?
Vazio explosivo que inquieta a mente narcisica.
Afago contínuo de quem dele se inspira.
Aquele que reconhece o erro e pede perdão aprendeu,
Aquele que perdoa dominou o ressentimento,
Aquele que esquece vive em paz.
Pedir perdão é aceitar a verdade,
Perdoar é abrir mão do controle,
Esquecer é abrir espaço para novas histórias.
O primeiro a se desculpar enxerga além do ego,
O primeiro a perdoar abandona a disputa,
O primeiro a esquecer se permite recomeçar em paz.
Estrela que brilha de dia na luz do sol, me lembra o mar em sua melodia que cabe em uma pequena concha, que habita o gigante oceano, que chamo de meu coração.
Acostumamos a resolver a vida com atalhos, mas nenhum atalho te ensina o valor do percurso. Aproveite a vista, ame toda dor que encontrar no caminho, ela te ensinara o valor da sua paz.
Com Deus, não existe fim definitivo,
Apenas recomeços!
Pois o SENHOR sempre me ensina
Que a verdadeira paz nasce
Do acolhimento dos meus próprios erros
Somado ao divino perdão
Que sempre liberta!
(do livro: O Aleph, a Poesia de José de Deus)
