Pedir um Tempo
O silêncio que invade os ouvidos dos homens em tempo de paz, não se deve confundir com a alma dos mortos que vagueiam pela terra.
Mesmo que o tempo pareça não estar a seu favor, lembre-se que o tempo não nos transforma em gente, mas, somos nós quem tornamos o tempo útil e existente.
Gastamos tempo para nos identificarmos com o mundo, mas, o mundo não nos reconhece como seres ligados a si, por isso, morremos em busca do meio em que pertencemos.
No final dos meus dias na terra, existirão ondas no mar profundo da minha alma, que jamais o tempo irá sarar.
Já vai o tempo decorando o céu com as suas cores reluzentes sobre o espetacular cair do sol e, numa alegria inexplicável, dou a minha alma ao vento para me deixar embalar numa paixão sem igual.
O tempo passa sobre os nossos sonhos, sobre os nossos desejos e anseios, mas, nunca nos torna capazes de desvender o mistério que existe entre o nosso eu espiritual e o nosso eu humano-material.
Os pés que pisam a terra longe do céu e das estrelas, me transformam no tempo que não se acaba nem mesmo depois das vinte e quanto horas; pois, sou o tempo escondido no pensamento que não descansa, nem mesmo quando chega à noite.
Pensamos em resolver os problemas do povo, mas, burocratizamos tanto o tempo, que os problemas deste se agudizam e acabamos por nada fazer para que o povo conheça a prosperidade.
Não rejeitamos o tempo pelo que somos, apenas pensamos em recuar no tempo por nos proporcionar vivências sobre as quais muitas vezes não nos identificamos.
O tempo vai passando e a estratégia para o próximo passo eleitoralista se vai escoando, a preocupação do que será feito amanhã, nos vai chamando ao longe, mas, nem por isso deixamos de buscar soluções palpáveis para os problemas que vergam a NAÇÃO ao desespero.
A linha do tempo não nos define por completo, pois, quanto mais o tempo passa, menos compreendemos a nossa personalidade.
Sobre a dependência do tempo, temos o nosso coração, que intensificado pela dúvida de vivermos amando, acabamos por nos transformar em seres quase inutilizados pela amargura da ingratidão.
Os programas de governação têm um tempo determinado para serem cumpridos, a pandemia não tem tempo, nem previsão para desaparecer, por isso, politicamente, devemos estar preparados para adiarmos o ano 2020 e, consideramo-lo o ano de graça.
O tempo consome os programas políticos sem dó, nem piedade; as famílias clamam por estabilidade e melhores condições de vida, mas, o inimigo global, não quer saber de educação, turismo, cultura ou saúde, daí ser preciso o esforço de todos, para que possamos vencer esta batalha circunstancial.
O silêncio nos amadurece para um novo tempo, ainda que a pandemia não dê mostras de que irá terminar em breve, a esperança do mundo vai se agudizando sobre a vontade da humanidade em voltar ao antigo normal.
Para estabilizarmos a economia do nosso País, neste tempo de pressão pandêmica, devemos, antes de mais nada e sobretudo, nos assumir como sendo, patriotas e cidadãos comprometidos com a Pátria e com as famílias mais vulneráveis.
Temos o tempo aparentemente a contar contra a nossa existência, a frustração de alguns Governos vai levando alguns países a levantarem as medidas de segurança, colocando o povo expostos ao perigo, esquecendo-se, que não se governa um Estado com gente doente ou gente morta.
A linha do tempo, marca os passos que damos indefinidamente em busca de auto-realização, mesmo que a nossa esperança não alcance um novo começo.
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