Pedido de Desculpas a Pessoa Amada

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Me sinto idiota quando fico sentimental. É como se eu fosse a última pessoa que ainda insiste no amor.

Nunca deixe um eu te amo no vácuo, esse pode ser o último que você está ouvindo dessa pessoa.

Valorize quem te ama...

Acredito muito na força de uma amizade. Não importa se eu conheço a pessoa desde a maternidade ou se foi ela quem estendeu as mãos para enxugar as minhas lágrimas. Tempo não justifica amor.

Somos em grande parte aquilo que pensamos ser. A pessoa que acredita piamente em si mesma e mantém uma atitude mental forte de confiança e determinação não será afetada por pensamentos adversos e negativos de desânimo e fracasso que emanam das mentes de outras pessoas nas quais essas características predominam.

Amor você é uma pessoa que sei que posso contar.
Sabe quando sorrir e quando ficar em silêncio.
Sabe a importância de segurar na mão.
Sabe o que e quando deve falar.
Sabe o que eu sinto.
É ótima companhia para apreciar um por do sol em silêncio.
Sempre vê algo positivo em mim. É sempre sincera comigo.
Se dá por inteira.
Com quem é muito bom dividir uma pizza,
Um sorvete ou um saco de pipocas.
É muito bom de se abraçar.
Sabe o que se passa no meu coração.
Divide confidências como ninguém.
Acima de tudo posso chamar de amiga!
E sei que significo tudo isso para você também.
Por essas e outras, você é muito especial para mim.

A pior burrice que uma pessoa pode cometer é ficar olhando os defeitos dos outros, porque se ela parasse pra olhar seus próprios defeitos, não teria tempo pra olhar os defeitos dos outros.

Incrível como nós podemos mudar completamente de opinião sobre uma pessoa em tão pouco tempo.

Quanto mais uma pessoa aprende a encontrar prazer nos pequenos detalhes da vida, mais se torna saudável emocionalmente.

Casamento dá certo para quem não é dependente.
Aprenda a viver feliz mesmo sem uma pessoa ao lado.
Se não tiver com quem ir ao cinema, vá com a pessoa mais fascinante: você!

A maior dor nesta vida é perder a pessoa que tanto amamos e não poder fazer nada.

Seja uma boa pessoa, mas não perca seu tempo tentando provar isso pra ninguém.

Eu não entendo. Honestamente, é demais pra mim. Como pode uma pessoa dizer que ama, fazer juras de amor e milhares de promessas baratas e num belo dia resolver ir embora?

O verdadeiro valor de cada pessoa não está na sua personalidade, mas nas suas atitudes.

Lá na infância
Qualquer pessoa que já tenha se separado e tenha filhos sabe como a gente se preocupa com a reação deles e procura amenizar qualquer estrago provocado por essa desestruturação. É preciso munir-se de muito respeito, delicadeza e amor para que essa ruptura seja bem assimilada e não produza traumas e inseguranças.

Muito do que somos hoje, do que sofremos e do que superamos, tem a ver com aquele lugar chamado "infância", que nem sempre é um paraíso. Por mais que tenhamos brincado e recebido afeto, é lá na infância que começamos a nos formar e a nos deformar através de medos, dúvidas, sensações de abandono e, principalmente, através da busca de identidade.

Por tudo isso, estou até agora encantada com a leitura de Marcas de Nascença, fenomenal livro da canadense Nancy Huston e que deixo como dica antes de sair de férias. O livro é narrado por quatro crianças de uma mesma família, em épocas diferentes, todas quando tinham seis anos: primeiro, um garotinho totalmente presunçoso, morador da Califórnia, em 2004. Depois, o relato do pai dele, quando este também tinha seis anos, em 1982. A seguir, a avó, em 1962, e por fim a bisavó, em 1944. Ou seja, é um romance genealogicamente invertido, começando logo após o 11 de Setembro e terminando durante a Segunda Guerra Mundial, mas é também um romance psicanalítico, e é aí que se torna genial: relata com bom humor e sem sentimentalismo todo o caldeirão de emoções da infância, mostrando como nossas feridas infantis seguem abertas a longo prazo, como as fendas familiares determinam nossos futuros ódios e preconceitos e como somos "construídos" a partir das nossas dores e das nossas ilusões. Mas tudo isso numa narrativa sem ranço, absolutamente cativante, diria até alegre, mesmo diante dessas pequenas tragédias íntimas.
A autora é bastante conhecida fora do Brasil e ela própria, aos seis anos, foi abandonada pela mãe, o que explica muito do seu fascínio sobre as marcas que a infância nos impõe vida afora. É incrível como ela consegue traduzir os pensamentos infantis (que muitas vezes são adultos demais para a idade dos personagens, mas tudo bem), demonstrando que toda criança é uma observadora perspicaz do universo e que não despreza nada do que capta: toda informação e todo sentimento será transformado em traço de personalidade.

Comecei falando de separação, que é o fantasma familiar mais comum, mas há diversas outras questões que são consideradas "linhas de falha" pela autora e que são transmitidas de geração para geração. Permissividade demais gerando criaturinhas manipuladoras, mudanças constantes de endereço e de cidade provocando um desenraizamento perturbador, o testemunho constante de brigas entre pessoas que se dizem amar, promessas não-cumpridas, pais que trabalham excessivamente, a religião despertando culpas, a política induzindo a discordâncias e exílios, até mesmo uma boneca muito desejada que nunca chegou às nossas mãos: tudo o que nos aconteceu na infância ou o que não nos aconteceu acaba deixando marcas para sempre. Fazer o quê? Em vez de tentar escapar de certas lembranças, o melhor é mergulhar nelas e voltar à tona com menos desespero e mais sabedoria. Todos temos nossas dores de estimação. O que nos diferencia uns dos outros é a capacidade de conviver amigavelmente com elas.

Não tente mudar o jeito de ser das pessoas, pois você não sabe como dói uma pessoa criticar o seu modo de vida, a sua verdadeira face e a sua identificação pessoal. Se ela for grossa, ela sempre será grossa. Se ela for hiperativa, ela sempre será hiperativa.

Acho bonito e, ao mesmo tempo, triste como tu amas a outra pessoa assim como eu te amo.

O que a dança não faz por uma pessoa? é magia pura.

Lúbrico
Você vai logo perceber que ele não é uma pessoa fácil.
Um temperamento horrível,me diziam.
E eu,escrevia o nome dele secretamente
nas vidraças, nos elevadores,nos banheiros de cinema.

Você sabe que eu também, as vezes,fico insuportável
com essa mania de querer o impossível.

Mas, devia haver uma brecha nos nossos destinos,
que permitisse um encontro
num quarto de hotel qualquer
uma vez na vida!
furtivos e ordinários,
uma vez e pronto!
horas roubadas...

Não tive jeito de fazer essa proposta
e ele talvez nunca souve o que eu queria.
Carrego comigo o lado oculto de um desejo
passo por ele, sorrio,
digo bom dia...

Quando uma pessoa descobre a traição de um amigo sofre muito, mas quando essa mesma pessoa ajuda alguém e é traída por ela, a dor é pior. Traição é burlar a confiança, mas a ingratidão é virar as costas para quem um dia o ajudou.

A maturidade é verificada quando a pessoa reconhece que é a única responsável pelos seus problemas e pelas suas alegrias.