Pedido de Chance
Numa aula de psicologia foi pedido para se fazer um curriculum de um stress. Então eu fiz este e usei uma frase de Marta Silva entre "".
CV do stress da diarreia
Nome: corridinha
Data nascimento : após uma refeição
Localização: interior
Estado civil: solteira (ela está sempre a correr)
Perfil profissional :
"Uma profissional focada em resultados rápidos de impacto imediato e que nunca deixa ninguém esperando.tem uma capacidade enorme em trabalhar em situações de aperto, principalmente em frente a uma audiência, não é envergonhada mas sim audaz capas de fazer qualquer um ficar com calafrios, a prevenção não é o seu forte mas sim a espontaneidade "capaz de provocar o caos mental ,fisico e psicológico de qualquer um", não se preocupa com horários de trabalho, capaz de trabalhar incessantemente até a morte, é como uma força que vem de dentro com uma enorme vontade delibertação"
Experiência profissional:
- Nos últimos tempos, liderou o desconforto de centenas de passageiros nos transportes públicos.
- Desenvolveu a técnica exclusiva de "Suor Frio Instantâneo"
Em desporto desenvolveu técnica de ir de 0 a 100km/h em milissegundos.
Objectivo profissional:
Garantir que nada fique parado. Busca oportunidades para desafiar o controle emocional alheio.
IDIOMAS
Silêncio Constrangedor: Fluente.
Gritos de Socorro: Nativo.
Pânico: Avançado.
Luís ramos e Marta Silva
Por detrás de todo pedido de ajuda, existe um sofrimento que talvez ninguém mais veja. E, naquele instante, tu, que recebes o pedido, podes ser o único ponto entre alguém e a sua salvação. Daniel Perato Furucuto, 2026
O amor é oração quando a boca se cala, no peito, o pedido vira ponte e passo, sentir atravessa o desejo e a graça, assim o coração faz igreja silenciosa.
O pedido de tempo não é um hiato, é uma confissão: o desejo de afastar a vulnerabilidade antes que ela se torne um argumento de separação. É a fuga estratégica da intimidade que nos desnuda, deixando apenas o eco da pergunta: quem está fugindo de quem?
Sustento um pedido de socorro mudo e polido. Ele não grita para não incomodar a vizinhança, mas sua existência é um ruído ensurdecedor.
Sou um pedido de socorro que se transmutou em literatura para não ser um fardo e, assim, garantir sua própria sobrevivência.
MIGALHAS DA GRANDE MESA.
A MULHER CANANÉIA O SEU PEDIDO.
Diante de Jesus, uma mulher cananeia pede aquilo que parecia ser apenas uma pequena porção da misericórdia divina. Sua resposta, porém, revela uma verdade que ultrapassa o episódio evangélico: diante da grande mesa da vida, muitas vezes somos convidados a reconhecer o valor das pequenas oportunidades de transformação.
- MIGALHAS DA GRANDE MESA - DISSERTAÇÕES, de Marcelo Caetano Monteiro, percorre essa passagem do Evangelho para refletir sobre a reforma íntima, o egoísmo, a humildade e o despertar da consciência.
À luz do pensamento espírita e dos ensinamentos de Jesus, o livro nos conduz a uma pergunta essencial: o que fazemos com as pequenas “migalhas” de luz que recebemos diariamente?
Porque, diante da grande mesa da existência, talvez não nos falte alimento espiritual - alte-nos apenas aprender a reconhecer, agradecer e aproveitar aquilo que já recebemos.
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Será?
Se eu pudesse fazer um último pedido, seria: talvez a resposta que você precisa seja, na verdade, uma pergunta.
Quando foi que você parou e pensou: será que ele não sofre todos os dias também?
Será que tudo não lembra eu pra ele também?
Será que ele sente meu cheiro no vento, como eu sinto o dele?
E quando o vento toca o meu rosto, será que ele sente também? Parece que ele me toca.
Será que ele me sente tocá-lo através do vento?
Como paraditas estudam hospedeiro.
Sabotam a mesma fé, o pedido nao chega e você se desespera.
Nãoconte, não fale.
Boca fechada não entra mosquito.
Sonia Solange da Silveira
Ssolsevilha
Poetisa do cerrado
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"Ela pedia atenção em silêncio. Ele só entendeu o pedido quando a ausência dela gritou. Mas o tempo já havia fechado a porta."
O pedido de todos os dias ao Espírito Santo deve ser:
- Me dê Sabedoria e Entendimento; Me dê o dom da Interpretação.
363🙏🌹🙏🌹 conduzido intuitivamente a um culto evangélico atendendo o pedido de socorro de um espírito amigo, eu fui inconscientemente...O tema da pregação era: raiva, rancor, ódio e mágoas, sentimentos esses que às vezes nutrimos quando temos uma experiência no plano físico... E inconscientemente o narrador sentiu em seu coração a necessidade de falar sobre perdão, e que foi sentido por meu amigo quando partiu, seu o coração pedia o mesmo... E Tais sentimentos negativos, levados para o além túmulo causou revolta e com o coração ferido a vítima não aceitava o desfecho trágico que o envolvia, ainda mais quando o agressor totalmente alheio a essas dores e sofrimentos causado na vítima e famiares, atingiu também o próprio agressor arrependido de seu ato, cometido numa ação impensada batendo forte em seu coração o peso na consciência, e após um descontrole emocional uma perda se fez deixando um imenso vazio naquela família, despertando todo sentimento negativo descrito acima onde causou a destruição no viver de ambos, seguido por uma profunda tristeza em todos os envolvidos...
Mas a misericórdia divina leva todos ao tema descrito, a vítima em espírito nutrindo o ódio do seu algoz que se arrependera, e assim o amigo doou-se ao perdão... O pregador emocionou-se ao relatar o acontecido como forma de pedido de perdão, e a necessidade do tema, na igreja era um alerta para os presentes e todos ouviram o relato do narrador que aliviado de falar sobre o caso num gesto de arrependimento, mostrou-se mais leve como que tivessem os dois se doando em vibrações de perdão, e os familiares ausentes pois desconheciam o culto, e eu como testemunha do acontecido, "não do fato em si" e amigo muito próximo fui intuído estar presente nesse culto, quando senti a forte presença do meu amigo ali espiritualmente, e em vibrações o perdão ao seu agressor, às emoções de ambos era sentido por mim, todo o episódio narrado depois de anos passados, onde o encontro gerou perdão arrependimento entre ambos " o perdão cura e fecha feridas"...🌹🙏BOM DIA FAMÍLIA. Ayache Vidal.
Isso é um pedido de socorro.
Embora eu não saiba exatamente a quem socorrer, nem de que maneira se socorre alguém que já se acostumou a naufragar em terra firme. Talvez seja justamente esse o problema: tenho me afogado em lugares onde sequer deveria haver água, e, ainda assim, aprendi a respirar como quem pede desculpas por ocupar espaço.
Isto é um pedido de socorro, embora não haja gritos, embora não haja sangue, embora eu ainda responda quando me chamam e sorria quando esperam que eu sorria. Porque há uma crueldade particular em continuar funcionando quando já não se sabe ao certo o que, dentro de si, permanece em funcionamento. Como um relógio que, mesmo parado, continua certo duas vezes ao dia. Como eu, que, mesmo perdida, ainda sei apontar o caminho de volta para casa, mas já não reconheço a casa quando chego.
E tenho chegado a lugar nenhum com uma frequência assustadora.
Há dias em que me sinto demasiadamente viva para a vida que levo e demasiadamente morta para a vida que poderia levar. Permaneço nesse intervalo indecente entre o que sou e o que suponho que deveria ser, como se existir fosse uma prova cuja questão principal estivesse escrita em uma língua que todos compreendem, menos eu. Leio, releio, interpreto, sublinho. E, no fim, entrego a folha em branco, porque até as minhas respostas parecem perguntas mal formuladas.
Talvez eu esteja cansada de tentar fazer sentido de tudo aquilo que me acontece. Ou talvez esteja cansada de acontecer a mim mesma. Ou melhor, talvez esteja cansada de mim mesma.
Porque me aconteço todos os dias, e, a cada acontecimento, alguma coisa deixa de acontecer. Perco um pouco de mim para compreender o mundo, compreendo um pouco do mundo para perceber o quanto me perdi. E quanto mais me procuro, mais me proporciono ausências. Sou a procura que não encontra, o encontro que não reconhece, o reconhecimento tardio de que passei tanto tempo tentando me tornar alguém que me esqueci de perguntar se ainda queria ser alguém assim.
Há uma diferença entre mudar e ser mudado. Entre crescer e ser crescido à força pelas circunstâncias. Entre amadurecer e apodrecer antes do tempo, embora, de longe, ambos possam parecer frutos de uma mesma árvore. E eu já não sei dizer se tenho florescido apesar das intempéries ou se apenas aprendi a chamar de primavera os períodos em que a dor não faz tanto barulho.
Tenho essa mania miserável de transformar tudo em alguma coisa. A tristeza em texto, o medo em prudência, a ausência em saudade, a saudade em esperança. Como se, ao nomear o que me fere, eu pudesse diminuir a ferida. Mas nomear não é sanar. Conhecer a causa não significa cessar o efeito. E compreender a própria tristeza, às vezes, é apenas descobrir novas palavras para continuar triste.
Escrevo porque sinto. Sinto porque existo. Existo porque, até agora, não encontrei maneira de deixar de existir dentro de mim mesma sem levar comigo tudo aquilo que ainda gostaria de descobrir. E assim sigo, sobrevivendo às minhas próprias sobrevivências, fazendo da permanência uma espécie de partida que nunca se completa. Há algo de profundamente irônico em passar tanto tempo tentando encontrar um sentido para a vida e, no processo, perder o sentido das pequenas coisas que a tornam suportável.
Eu queria descansar sem precisar merecer o descanso. Queria poder não saber, não entender, não prever as consequências de cada escolha como quem calcula os prejuízos de um desastre antes mesmo de construir alguma coisa. Queria errar sem transformar o erro em identidade, falhar sem fazer da falha um sobrenome. Queria, sobretudo, deixar de me cobrar por não ser capaz de oferecer a mim mesma aquilo que mal consigo oferecer ao mundo.
Porque tenho sido generosa com tudo aquilo que me esgota. Dou tempo ao que me consome, atenção ao que me dispersa, afeto ao que me afasta de mim. E, nesse gasto constante, desgasto o pouco que me resta. Distribuo pedaços como quem distribui pão, sem perceber que também tenho fome. Alimento expectativas, sustento aparências, mantenho promessas que fiz a versões de mim que já não existem. E quando finalmente me falta alguma coisa, ainda me pergunto se não estou sendo egoísta por precisar.
É estranho como posso compreender tão bem a necessidade alheia e tratar a minha como um inconveniente. Como posso reconhecer o cansaço na voz de alguém e ignorar o cansaço que se instalou na minha. Talvez eu tenha aprendido a ouvir para não precisar ser ouvida. Talvez tenha me tornado tão boa em acolher que já não saiba como pedir abrigo sem me sentir um peso. Ou talvez tenha confundido independência com inexistência de necessidades, autonomia com abandono de mim, força com a capacidade de suportar indefinidamente aquilo que nunca deveria ter precisado suportar sozinha.
E, se for esse o caso, tenho sido forte por tempo demais nas coisas erradas.
Não quero ser admirada pela maneira como suporto. Não quero que chamem de maturidade a minha facilidade em silenciar o que me machuca. Não quero que confundam a minha capacidade de continuar com a ausência de motivos para parar, respirar e reconhecer que alguma coisa não vai bem. Há sofrimentos que não se tornam menores porque aprendemos a carregá-los; apenas nos tornamos maiores ao redor deles, até que já não saibamos distinguir o tamanho daquilo que nos dói do tamanho que precisamos assumir para escondê-lo.
E eu tenho me escondido de mim com uma habilidade que, se não fosse triste, seria admirável.
Às vezes, penso que o futuro é uma promessa feita por alguém que não conhece as condições do presente. Dizem que tudo passa, mas raramente explicam o que fazer enquanto não passa. Dizem que o tempo cura, mas não mencionam que o tempo também cobra, corrói, consome. Talvez o tempo não cure coisa alguma por conta própria. Talvez apenas nos conceda distância suficiente para que algumas dores deixem de ocupar todos os cômodos da casa. Ainda assim, há lembranças que permanecem como móveis antigos: mudamos tudo de lugar, reformamos as paredes, abrimos as janelas, mas continuamos esbarrando nelas no escuro.
E eu estou cansada do escuro, embora já conheça os móveis de cor.
Isto é um pedido de socorro.
Não porque eu tenha uma explicação definitiva para o que sinto, mas porque já não quero precisar de uma explicação definitiva para admitir que sinto. Não porque saiba exatamente do que preciso, mas porque reconhecer a necessidade deveria ser suficiente para começar a procurá-la. Não porque espere que alguém venha decifrar todos os meus silêncios, mas porque gostaria de aprender que posso falar antes de transformar tudo em silêncio.
Talvez o socorro não seja uma mão que me retire imediatamente de todos os lugares em que me perdi. Talvez seja alguém que permaneça enquanto aprendo a reconhecer as saídas. Talvez seja a possibilidade de dizer que não estou bem sem precisar apresentar provas, laudos, argumentos ou uma redação dissertativo-argumentativa que justifique a minha própria dor. Talvez seja compreender que nem toda tristeza precisa produzir alguma coisa, que nem todo sofrimento precisa virar aprendizado, que nem toda ferida precisa ser bonita para merecer cuidado.
E talvez eu precise aprender a não fazer da minha dor uma dívida que pago a mim mesma todos os dias.
Porque não quero passar o restante da vida tentando compensar a existência de quem sou. Não quero transformar cada amanhecer em uma nova oportunidade de me corrigir, como se houvesse alguma versão impecável de mim esperando do outro lado de todas as minhas renúncias. Quero poder existir sem estar constantemente em revisão. Quero escrever sem precisar justificar cada palavra, mudar sem precisar condenar quem fui, permanecer sem me sentir estagnada e partir sem interpretar toda partida como fracasso.
Quero descobrir que ainda existe diferença entre estar perdida e não ter salvação, entre estar cansada e ter chegado ao fim, entre não saber o caminho e não poder encontrá-lo.
Talvez amanhã eu ainda não saiba responder quando me perguntarem como estou. Talvez continue procurando palavras, tropeçando nas frases, confundindo o que sinto com o que consigo dizer. Mas gostaria que, algum dia, a minha resposta não fosse uma tentativa de parecer bem. Gostaria que a verdade pudesse sair de mim sem que eu precisasse primeiro torná-la aceitável.
Por enquanto, só consigo dizer isto: estou aqui dessesperadamemte viva, mas estar viva não signfica estar a viver. Com isso concluo que mesmo morta continuo, mas continuar não significa que não precise de ajuda. Sorrio, escrevo, estudo, converso, faço planos; sou capaz de todas essas coisas ainda que morta e, ainda assim, sou um morto-vivo que posso precisar que alguém perceba quando o peso delas se torna excessivo.
Não quero que me salvem de ser humana. Quero apenas deixar de acreditar que preciso sofrer em silêncio para provar que sou capaz de viver e não somente de sobreviver.
Isto é um pedido de socorro.
Desculpa por não saber me auto socorrer.
"Entendo seu pedido de desculpas. Mas eu preciso ser honesta: hoje precisei muito e não pude contar com você. Isso me machucou. Não estou brava, mas também não vou fingir que não aconteceu. Que da próxima vez, se não puder ajudar, só me avise com sinceridade, tá?"
Tenha Calma!
"O que tens pedido a Deus todas as noites, aquele sonho que tens sonhado e falado com Deus e achado ser impossível aos seus olhos... Pois é... Deus está trabalhando em teus sonhos, porque o teu impossível não é impossível para Deus, e quando você passar a ter fé e confiança no poder e na fidelidade de Deus, você irá aquietar o seu coração e crer que tudo tem um tempo para acontecer.
Creia, Deus é fiel, e fará até o impossível para que Sua Palavra se cumpra na sua vida. Porque assim é Deus. Fiel, Justo e Verdadeiro."
—By Coelhinha
Pedido de remoção de conteúdo que expressa uma crítica factual atenta contra a liberdade de expressão.
Não acredito no que estou vendo...
