Pecado
Suja minha carne com seu pecado, me enlouquece com teu corpo sarado, torna o amor uma obra do sarcasmo, mas não me deixa ficar sem o seu lábio conjugado.
Quem já dobrou a eskina do Pecado sempre da a volta no quarterão!
No Final Todos temos vontade de morar no quarterão do PEKADO!!!
Graças pela cruz, Oh Deus
O preço que pagaste por mim
Levando meu pecado ali
Sublime amor
Sua graça mim salvou
Graças por teu amor, Oh Deus
Suas mãos cravadas por mim
Tens lavado-me, Senhor
Conosco hoje
Teu abraço e teu perdão
Digno é o Senhor
Em seu trono está
Hoje te coroamos, Deus
E reinas com poder
Altíssimo Senhor
Jesus, Filho de Deus
O amado do céu na cruz morreu
Digno é o Senhor
Tu, Entre la Lluvia - Si es Pecado - Mis Musas
TU, ENTRE LA LLUVIA
Cae la lluvia
y entre las finas gotas
veo tu imagen.
Me invitas a dar un paseo
Por entre las nubes
y refrescar recuerdos,
Recordar los tiempos
que rondabas en las noches
deseando mi cuerpo.
Quieres que volvamos a vivir
momentos de entrega y pasion
porque mucho nos amamos
y nos juramos que hasta morir
nos seguiriamos amando.
Hoy, estas ahi, vivo entre la lluvia
Alegre y jugueton
Y yo aqui, amainando la furia
porque mi pobre corazon te alucina.
Ha inmortalizado nuestro amor
Es por eso que, mientras la lluvia cae
siento que se convierte en torrente
arrastrando mi alma y la tuya
hasta el fin de la corriente
Oh, lluvia, lluvia,
con que tranquilidad
en tu velo magico
me envuelves.......
- Carmen -
carmen267@webtv.net (lapoeta)
Te vejo errando e isso não é pecado,
Exceto quando faz outra pessoa sangrar
Te vejo sonhando e isso dá medo
Perdido num mundo que não dá pra entrar
Você está saindo da minha vida
E parece que vai demorar
Se não souber voltar, ao menos mande notícias
'Cê acha que eu sou louca
Mas tudo vai se encaixar
Tô aproveitando cada segundo
Antes que isso aqui vire uma tragédia
E não adianta nem me procurar
Em outros timbres, outros risos
Eu estava aqui o tempo todo
Só você não viu
E não adianta nem me procurar
Em outros timbres, outros risos
Eu estava aqui o tempo todo
Só você não viu
Você tá sempre indo e vindo, tudo bem
Dessa vez eu já vesti minha armadura
E mesmo que nada funcione
Eu estarei de pé, de queixo erguido
Depois você me vê vermelha e acha graça
Mas eu não ficaria bem na sua estante
Tô aproveitando cada segundo
Antes que isso aqui vire uma tragédia
E não adianta nem me procurar
Em outros timbres, outros risos
Eu estava aqui o tempo todo
Só você não viu
E não adianta nem me procurar
Em outros timbres, outros risos
Eu estava aqui o tempo todo
Só você não viu
Só por hoje não quero mais te ver
Só por hoje não vou tomar a minha dose de você
Cansei de chorar feridas que não se fecham, não se
curam
E essa abstinência uma hora vai passar
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A VITÓRIA SOBRE O PECADO
Pr. Abílio Carlos dos Santos
ROMANOS 7.19
Vivemos em uma constante tensão: Viver o ideal ou o real?
O servo de Deus deve viver uma vida de santificação.
No dia a dia deparamos com nossos atos cometidos e percebemos que estamos muito longe do ideal. O Ideal é a vida que deveríamos levar diante de Deus.
I. COMO OBTER A VITÓRIA SOBRE O REAL?
Vamos meditar no Livro Aos Romanos
No vs. 4 : “mortos para a lei por meio de Cristo”
Para o judeu na morte cessava todas as obrigações morais. E para nós também acontece o mesmo. Ora, se morremos com Cristo, morremos para a lei e ela não tem mais poder sobre nós. Paulo nos vs. 2 e 3 usa a ilustração do casamento para explicar a relação do crente com a lei. A mulher está sujeita ao marido e ele a ela pela lei do casamento.
Morrendo um dos dois, o que ficar vivo está desobrigado da lei.
Morremos para a lei, fomos libertos da lei.
Fomos libertos da lei para servirmos a Deus em novidade de vida. Rm 6.4
Então, como pecamos? Como estamos fazendo o que a lei proibia?
No dia a dia pecamos e precisamos pedir perdão a Deus: I Jô 1.8-10 e 2.1-2
O pecado atrapalha nossa comunhão com Deus e a Obra de santificação fica enfraquecida em nós.
II .SOMOS LIVRES
Agora estamos livres. Somos servos de Jesus para servir a justiça de Deus e a santificação juntamente com o Senhor Jesus. – Rm 6.18-22
Agora temos liberdade de escolha: Ou estar em Cristo ou ser escravo do pecado.
Estamos libertos do pecado – Rm 8.1. Mas este pecado ainda continua exercendo influencia sobre nós. É justamente desta influencia que precisamos nos libertar – Rm 6.11.
Estamos mortos para o pecado. Morremos para o pecado. Concorda comigo? Agora veja bem: Podemos dar ordens para alguém que está morto? Podemos oferecer um refrigerante a um morto? Podemos tentar alguém que está morto? Não podemos. É algo impossível! Ora, como estamos mortos para o pecado, como pode o pecado ter influencia sobre nós? Não estamos livres dele?
III. O DESESPERO DO APOSTOLO PAULO
Rm 7.24 – “Miserável homem que eu sou! Quem me livrará do corpo desta morte”
Por esforço próprio ninguém consegue livrar-se do pecado. Somente através do Senhor Jesus é que conseguimos vitória sobre o pecado. Há muitos crentes querendo vitória sobre o pecado por conta própria. Isto é impossível.
IV. A VITÓRIA SOBRE O PECADO
A libertação dos vícios, prostituição e de toda obra carnal só obtemos através da comunhão com o Senhor Jesus. Por atos legalistas, regras, etc. não conseguiremos viver uma vida de santificação. Somente através da Graça de Deus, da obediência da Palavra de Deus e da orientação do Espírito Santo é que conseguiremos a vitória sobre o pecado.
abiliocarlos
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Pr. Abílio Carlos dos Santos
abilicusvidanova@ig.com.br
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''Mulher essa fruto e pecado''
eu quero prova seu corpo como quem prova de um dele te de pecado carnal
um vicio um abismo
um salto feito por quem não tem assas
é eu me perco sim
quero te prova com direito a sobremesa
na mesa
no chão
onde mais for
com todo fevor
que nossa alma
pode encarna
e se alguém me condena
vou dizer que a pulpada foi você...
O Senhor é um Deus de misericórdia e amor, porém não é complacente com o pecado. Ele não aceitou o pecado antes e não o aceita agora. Sua palavra é imutável. O grande erro do homem é pensar que Deus se adapta às necessidades humanas no decorrer da história.
PECADO
Apedrejem esta criatura culpada de todo o azedume de nossas vidas,
Foi ela quem ardilosamente tramou com os espíritos nossa descida.
E que nas noites em que dormíamos sonhando com as rosas
Foi ela quem lançou a praga irretratável e todas vimos fenecidas.
Lancem-na mais à frente, no meio dos condenados da inquisição,
É ela um ser disforme que sob a blasfêmia se cobre,
E nega a Deus, e dos prantos seus, nenhum tem o gosto da lágrima cristã,
Reneguem os seus feitos que por seu tempo já o bastante pra chamar-se cobra.
Eis o que destila a sua boca curta, os seus lábios úmidos, seu andar disperso,
E nem aprende a fala, dos nomes se esquece. Como entrega-la o nosso destino,
Se de queda em queda ela não tem calos, e o que pronuncia ninguém dintingue.
O que logramos em esperar por ela, ainda por pintar-se, uma branca tela.
Talvez se acerte em isolá-la longe, e nos dias vindouros, vemo-la de novo.
Se o azar cessou... Era só uma criança.
Alguém diz claridade do dia... no escuro, vela.
