Peça de Teatro
VIVA A VIDA!.
A vida está em constante evolução. Muitos afirmam que é uma peça de teatro que não permite ensaios!.
Existe uma discordância nessa afirmação.
Enquanto houver vida, também haverá novos recomeços.
Vamos cantar, chorar, dançar, sorria e viva intensamente.
Não fique preso(a) ao amanhã ainda não aconteceu, Viva o seu presente dado por Deus.
A VIDA!.
Desempenhe bem o papel que lhe foi dado. Somos como atores em uma peça de teatro. A vontade divina designou um papel para cada um de nós sem nos consultar. Alguns atuarão em peças curtas, outros em longas. Podemos ser chamados a desempenhar o papel de uma pessoa pobre, de um deficiente físico, de uma eminente celebridade, de um líder político ou de um simples cidadão comum.
Apesar de não estar sob nosso controle determinar o tipo de papel que nos é atribuído, cabe a nós representar a nossa parte da melhor maneira possível e procurar não reclamar dela. Onde quer que você esteja e quaisquer que sejam as circunstâncias, procure apresentar um desempenho impecável.
O que acontece quando alguém decide mudar o rumo da peça de teatro? Isso criaria algo inesperado ou criaria algo pior do que qualquer um poderia imaginar?
(Lady Whistledown)
A política é como uma peça de teatro... Os políticos são um conjunto de atores que interpretam, falam e agem conforme os diretores e roteiristas querem. E os diretores e roteiristas são os banqueiros, investidores, megaempresários, financiadores de campanha, que não se expõem ao público, que estão atrás da cortina, nas sombras, no escuro, apenas escrevendo, ditando e orientando o que os políticos, os atores, devem fazer para entreter e fantasiar a peça para o público. E o público somos nós, que pagamos para ver essa peça diariamente, influenciados pelos cartazes que divulgam essa peça: a mídia. Uma peça que nos distrai, distorce e muda a realidade, para que fiquemos abobalhados, assistindo ao teatro e comentando, intelectualizando apenas o que estamos vendo, que são os atores, esquecendo que quem escreveu, ditou e orientou esses atores, está atrás das cortinas, planejando, investindo, financiando, chantageando e criando novas peças para fantasiar, iludir, enganar, superficializar e imbecilizar o público cada vez mais com um teatro barato, visando o lucro à custa dos seus espectadores.
O mundo é uma peça de teatro que se repete todo o tempo. O mundo quer a sua repetição. Só quando percebemos a nossa contínua reprise é que podemos nos modificar, e, assim, modificar o Universo.
A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso, eu decidi que minha performance será uma comédia de erros com um orçamento baixíssimo.
O ano que iniciará é como uma grande peça de teatro: se você entrar nele com o mesmo roteiro, a peça será uma reprise.
Tem algo curioso na tal da Sexta-feira Santa. Eu fico observando como se fosse uma peça de teatro que todo mundo conhece o roteiro, mas ninguém lembra exatamente quem escreveu. Dizem que foi nesse dia que Cristo morreu. Dizem com tanta certeza que parece até que alguém estava lá com um relógio na mão, anotando data e horário, como quem marca consulta médica. Mas, no fundo, ninguém sabe ao certo. E mesmo assim, todo mundo respeita. Ou pelo menos finge respeitar, que às vezes dá no mesmo.
Aí chega o dia e, de repente, o mundo desacelera. A carne some dos pratos como se tivesse sido proibida por decreto celestial. O peixe vira protagonista, coitado, como se tivesse menos culpa no enredo da existência. Eu fico pensando no peixe, nadando tranquilamente dias antes, sem imaginar que seria promovido a refeição oficial da consciência aliviada. Porque não é sobre o peixe, nunca foi. É sobre a sensação de estar fazendo a coisa certa, nem que seja só por um dia.
E o medo… ah, o medo ganha um brilho especial. Tem gente que não varre a casa, não ouve música, não ri alto, não faz nada que pareça “errado”. Como se o céu estivesse mais atento, com uma prancheta na mão, anotando comportamentos. Mas aí eu penso com uma certa ironia silenciosa, dessas que a gente nem comenta em voz alta… nos outros dias, os mesmos que hoje se recolhem, vivem sem esse cuidado todo. Falam o que machuca, fazem o que sabem que não deveriam, ignoram o que pede atenção. Mas hoje… hoje não pode.
É um tipo de fé curiosa, meio seletiva, meio episódica. Como se a consciência tivesse um calendário próprio, funcionando só em datas comemorativas. E eu não digo isso com julgamento, digo com aquele olhar de quem percebe a contradição e, ao mesmo tempo, se reconhece nela. Porque, no fim, todo mundo tem um pouco disso. Esse desejo de ser melhor… mas só quando é conveniente, só quando o ambiente pede.
E mesmo assim, apesar de tudo, existe algo bonito ali. Existe um silêncio diferente no ar, uma pausa que não acontece em dias comuns. Uma tentativa, ainda que breve, de lembrar que existe algo maior, algo que pede reflexão, cuidado, presença. A Sexta-feira Santa não é sobre saber a data exata. É sobre o que a gente faz com a ideia dela. É sobre o símbolo.
O problema é que o símbolo dura pouco. No dia seguinte, tudo volta. A carne volta, o barulho volta, a pressa volta, as falhas voltam com força total, como se estivessem só esperando o sinal verde. E aquela consciência que parecia tão sensível… adormece de novo.
Talvez o ponto nunca tenha sido o peixe, o silêncio ou o medo. Talvez fosse sobre manter, pelo menos um pouco, aquilo que a gente só lembra de sentir nesse dia. Um pouco mais de cuidado, um pouco mais de respeito, um pouco mais de verdade nas atitudes, não só no calendário.
Porque fé de um dia só é quase como um feriado da alma. Descansa, aparece bonita, mas não muda a rotina.
E no fim, eu fico com essa sensação meio irônica, meio melancólica… de que a gente sabe o caminho, só não gosta muito de caminhar nele por muito tempo.
Se esse texto te fez pensar nem que seja por um segundo, aproveita e clica no link da descrição do meu perfil pra conhecer meus e-books. A leitura é grátis para assinantes Kindle.
A vida é como se fosse uma peça de teatro, e por 9 meses nós aguardamos para entrarmos em cena.
Nascemos, vivemos, evoluimos e aprendemos. E nessa peça faremos de drama a comédia, e cada um de nós somos protagonistas da nossa história, que se interliga com outras histórias e dai forma essa grande peça, em que atuamos de acordo com os momentos e circunstâncias.
E ai chega o gran finale , as cortinas se fecham, os aplausos surgem e as lembranças ficam nas cabeças das pessoas que participam, e em nossas cabeças ficam as saudades dos que se foram e participaram dessa grande peça teatral....
Como dizem - A vida é muito importante para ser levada a sério...
Viva intensamente, pois é melhor se arrepender das coisas que não fizemos, do que se arrepender das coisas que fizemos.
A vida é uma grande peça
de teatro, onde estamos expostos
a lhe dar com vários tipos de pessoas
e várias cituações.
“A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Cada dia é um novo espetáculo e o que diz ou faz pode lhe render vaias ou aplausos antes que a cortina se feche e aquele seja o seu último episódio”
Wilza
A vida é como uma peça de teatro, portanto sem ensaios e previsões de fim. Por isso cante, chore, sorria, grite, e curta a vida ao máximo, pois nunca se sabe quando essa peça vai acabar.
Nós reclamamos da vida por ela nos trazer dificuldades, mas são as dificuldades que nos ensinam a viver cada dia melhor e lutar pelos nossos sonhos.
Nós deveríamos viver o hoje sem arrependimentos do que fizemos ou não ontem, pois não temos a opção de voltar atrás, e sem pensar no amanhã , pq nunca se sabe se ele existirá. !!!
Devíamos deixar prevalecer os sentimentos mais belos, como a paz, amor, felicidade, amizade, confiançae etc., pois é o que tem mais valor nessa vida cheia de surpresas.
Estava lendo umas poesias e achei uma frase de Chaplin que diz: “A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso, cante, chore, dance, ria e viva intensamente, antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos.”
Precisamos refletir do que realmente queremos de nossas vidas, pois não ensaiamos, quando encenamos é ao vivo e sem cortes, podemos nos redimir dos erros que cometemos, mas às vezes, a dor é tão grande, que será que vale a pena, agir por impulso? Por vezes penso que não. Mas também se premeditarmos tudo, seriamos marionetes da vida. Por isso viva intensamente, mas procurando não machucar ninguém e nem a si próprio, mas viva assim mesmo, pois como o poeta Chaplim diz a cortina se fecha antes dos aplausos.
A Vida é como se fosse uma peça de teatro: que nem mesmo os personagens principais sabem o final da história.
A vida é uma peça de teatro onde você opta por assumir seu papel de ator principal de sua vida ou apenas ficar na platéia deixando-a viver por você, saiba viver e não passe apenas pela vida, entenda que a única pessoa capaz de mudar algo verdadeiramente na sua vida é você mesmo, até Deus precisa que permitamos para nos mudar.
Peça de Teatro
Para compor minha peça de teatro,faltava que o personagem principal,o prícipe participace da minha história,mas você lindo cavalheiro, escolheu outra peça na qual eu não era a princesa.Assim as curtinas se fecharam,fim de espetáculo,eu perdi.
Sem Sal.
As pessoas vivem como se suas vidas fossem uma peça de teatro.
Cada tempo está com um personagem diferente,
de costumes diferentes e com protagonistas diferentes.
Assim podem até conseguirem grandes aplausos,
de uma considerável apresentação, mas esquecem de serem elas mesmas.
Lembro-me de quando meus amigos verdadeiros se relacionavam comigo.
É como se o mundo, gentilmente, fosse meu.
Tudo dava certo, tudo era bom e engraçado,
só que enfim a tempestade chegou e me domina até tempos florais contemporâneos.
O inverno chegou, e tudo fica mais calmo.
Antes uma calmaria romântica.
Hoje um deserto assombroso.
Antes uma felicidade espontânea.
Hoje, sem felicidade.
Sem nada
Ou nada sem.
Qual a diferença? O nada é algo, o sem nada é nada.
