Pe Fabio de Melo os que te Amam

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⁠Na vida haverão pessoas que vão nos amar, nos respeitar, admirar quem somos, como também haverão pessoas que não gostarão de nós, algumas vão nutrir ódio e outras vão simplesmente ignorar a nossa existência.
E tudo bem, isso tudo faz parte das relações humanas!
Eu tenho tentado, dia após dia, viver amando, respeitando, admirando ou simplesmente ignorando.
Não sei se essa é a receita para felicidade, nem sei se existe uma...
Mas sei que se não me trará felicidade ao menos tem me garantido um pouco de paz!

⁠Se a Vida Der-te Pedras, Não Apresente-se Com Orgulho, Mostre Que Não Se Medra, e Torne a Ti, Um Pedregulho

⁠As expectativas e mensagens que abastecem a vergonha nos impedem de perceber quem nós somos como pessoa.

Brené Brown
A coragem de ser imperfeito. Rio de Janeiro: Sextante, 2013.

⁠Basta fazer o bem
Não custa nada tentar
Segure a mão de alguém e
o ajude a levantar

Abrace sem perguntar
Cumprimente com um olhar
Persista em fazer o bem
Isso vai te alegrar!

⁠Conhecimento sem humildade, é como usar um sapato novo em um pé sujo....

⁠De joelhos ou de pé, você é uma pessoa de fé.

⁠⁠Ostentar corpo e uma boa vida apenas não basta! Ostentem diplomas, certificados, isso também as pessoas querem ver!!

⁠Sempre se mantenha de pé nessa vida, não importa o que venha sempre esteja bem preparado, a vida é que nem um livro cheia de surpresas você nunca sabe quem será judas entre seus conhecidos.

⁠Amor, como pode ser tão injusto, , com seus atos doces me fez pensar que seria pra sempre,
Mas percebo que até então não havia amado de verdade,
A amor, como pode ser tão injusto, fazer chorar um coração por ter acreditado justamente em ti, quando disse que era pra sempre,
A amor, por que permitiu que eu amasse alguém que seria impossível ser correspondido, por que deixou mesmo eu resistindo que isso se tornasse tão forte,
A amor, as vezes você é cruel, mas o que seria de mim sem ti?
To bem chateado com você, mas amor... Ainda te amo!!!

Talvez a destruição do planeta não devesse ser divertida. Talvez devesse ser algo aterrorizante e perturbador.

Saudades não vejo mais,
Apertos me traem,
E a chuva me faz morrer.

Círculo simétrico,
Muito perfeito,
Luz de espelho,
Nuvens a perecer.

Me procura,
Te achei,
Te procuro,
Não te acho.

O sol ilumina,
A lua rouba,
As estrelas morrem,
E eu estou aqui.

⁠Suas lutas nunca vão acabar, mas se você está ao lado das pessoas certas. Acredite, vale muito a pena!

As pessoas ajudam menos estranhos desesperados. Não sei por quê. Nossa natureza é de desistir das pessoas facilmente.

⁠O amor pode cegar. Não enxergue mais com os olhos do coração.
A decepção me educou a enxergar as pessoas precisamente como são e não mais com os olhos do coração. Nunca desconsidere a habilidade das pessoas de te decepcionar.

Ele vive num caos contínuo. Nos momentos em que ele busca. Porque parece que ele gosta desse caos perfeito.
(Daniel Alves)

Os detalhes se tornam essenciais, pois através dele conseguimos admirar ou perder o encanto pelas pessoas.

⁠Fé.

Precisamos de fé
Pra nos manter em pé
Igual foi na arca de Noé
Todos movidos pela fé
Assim que começa
Acredite na promessa
Que você vai sair dessa
Se a ideia é essa
Depende da ocasião
Tudo passa irmão
Deus põe a mão
Creio na transformação.

A vida é feita de momento
Tem que ter fé aí dentro
A fase boa passa, tudo bem
Mas a ruim passa também
É só seguir o lado do bem
Que a resposta logo vem
Falo de fé, não de religião
Não faço parte dessa legião
Que manipula, faz acepção
Acredito é no Deus de Abraão
Que andou com a multidão
O que vale é a oração
Qualquer lugar pode ser a igreja
E o dízimo não é para fazer riqueza
Distribui para os pobres que fica firmeza
Divide a ceia sobre a mesa.

⁠Não me subestime. Tem muita coisa que ando engolindo, pois no final de tudo tenho uma estratégia perfeita. E muitas das vezes no calor da emoção posso botar tudo perder. A volta por cima está bem próxima a acontecer, e nesse jogo eu não jogo pra perder!

⁠Pare de se achar forte por não se abalar, pois até bosta seca fica firme e em pé.

O QUE É ABSTRAÇÃO?
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"Quando estamos diante de um objeto concreto ou de uma cena, temos perante nossos sentidos e possibilidades de percepção um fragmento da realidade que reúne uma miríade de características e especificidades. Abstrair, no entanto, é a capacidade de desconsiderar este emaranhado de aspectos que constituem a totalidade concreta do objeto abordado e considerar só aqueles aspectos que nos interessam.
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O homem paleolítico começou a se distinguir de outros animais quando passou a olhar para os galhos caídos ao chão de uma nova maneira, deixando de enxergá-los como o que são concretamente – isto é, abstraindo uma série de elementos que fazem de cada galho um objeto único – para passar a enxergar este ou aquele galho como um “apanhador de frutas”. Visto desta nova maneira – com a abstração de todas as características desnecessárias e a preservação, na mente, apenas das propriedades de solidez e forma alongada do galho – este objeto pôde assumir a função de cutucar uma árvore para precipitar a queda de um fruto. A abstração, enfim, transformou o galho seco em um “apanhador de frutas” – um instrumento capaz de interferir e modificar a realidade, no caso expandindo a capacidade manual de se disponibilizar de alimentos.
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Com a capacidade de abstração, os seres humanos começaram a transformar pedras pontiagudas em armas, troncos flutuantes em pequenas embarcações improvisadas. Ainda no período paleolítico, passariam a juntar diferentes objetos para construir ferramentas sofisticadas: lanças de ponta de sílex, machados de pedra, agulhas. Com a capacidade de abstração, logo desenvolveriam a linguagem simbólica, e também aprenderiam a contar.
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Por fim, os seres humanos aprenderiam a conceituar. O conceito é o produto mais refinado da capacidade de abstrair, já que, para conceituar, precisamos nos abstrair de alguns aspectos concretos para passar a enxergar mentalmente apenas aquilo que nos interessa. Abstrair é o ato de abandonar momentaneamente a realidade concreta – ou deslocá-la, por instantes, para um contracanto – de modo a recriar uma outra realidade: operacional, funcional, referencial, audaciosa, liberta de amarras"
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[trecho extraído de BARROS, José D'Assunção, O Uso dos Conceitos: uma abordagem interdisciplinar. Petrópolis: Editora Vozes, 2021, p.38-39]

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