Pe Fabio de Melo Amar
Me deixa sonhar com o amanhecer
Deitado ao seu lado
Em seu corpo enroscado vendo o sol nascer
Não há silencio nas manhas de primavera
Pássaros cantam cedinho seus cânticos de gratidão
A canção do dia , a luz no seu corpo te deixa mais bela
Toco suas linhas suave, seu corpo um desenho, uma arte feita a mao
Me deixa saber o que de mim você quer
Se preso em seus olhos estou
E os meus olhos já não veem outra mulher
num lapso inconsequente me tomou
Ao passo de um abraço
No gatilho, um beijo
Uma caça em seu laço
algemado no desejo
Riqueza não é ter, é ser
“Confundimos conquistas com propósito e chamamos de sucesso o simples acúmulo. Abundância virou sinônimo de possuir, e não de sentir-se completo.
Mas há vitórias que nos afastam de nós mesmos, e silêncios que nos reconectam. Plenitude é estar em paz com o que somos, não com o que temos. O sentido da vida não está no topo, mas na profundidade.”
É uma idiotice tentar mergulhar fundo em águas rasas. Não busque conexões profundas com pessoas totalmente vazias.
Como dizem os bons espíritos: não existe felicidade sem mescla na Terra. Nós estamos aqui para experimentar dores e alegrias.
Muitos fogem da dor. Mas, quando bem vivida, a dor é sagrada. É o remédio amargo que Deus nos dá para curar as chagas de nossas almas.
Deus está em todos os lugares, inclusive dentro de nós mesmos. Basta silenciar para perceber sua presença.
Quando lhes faltar inspiração para praticar o bem por Amor, que tenhas forças para praticar o bem por Dever...
O maior desafio no uso da Inteligência Artificial não é dominá-la, mas perceber que ela já é indispensável.
A decisão sobre usar Inteligência Artificial não é mais se, é quando — e se você ainda está em dúvida, já está ficando para trás.
Ó cansado peregrino, toma o cuidado de manter a tua lamparina sempre acesa, para iluminar o teu caminho e àqueles que caminham junto de ti...
A estrada do bem neste mundo nem sempre é fácil. Vejamos o exemplo de Jesus: plantou flores e recebeu uma coroa de espinhos.
Qual fagulha que se incendeia ao contato com a chama, que a Luz Divina possa lhe amparar, lhe acender, lhe incendiar e lhe consumir.
Ecos de minha alma
Me lembram tempos antigos,
Das manhãs cobertas pela névoa prateada,
Quando os carvalhos sussurravam segredos ocultos.
Onde a vida era simples, mas celebrada alegremente,
E os mistérios da vida jamais eram esquecidos.
Éramos gratos aos deuses da Terra,
Pela Mãe que floresce, pelo Pai que aquece,
Pela brisa que carrega os nomes dos ancestrais.
As colheitas que vinham da terra eram fartas, pois nossas almas eram gratas.
Elas eram motivo de festa e celebração.
Cada grão de trigo era bênção,
Cada gota de orvalho, mistério divino.
E ao final do ciclo — dançávamos sob as estrelas —
Homens, mulheres e espíritos:
Todos um só povo, uma só tribo — filhos da Natureza.
Não trago ouro, nem prata,
Nem ofereço o que passa.
Venho com os versos da alma,
Com a arte que acalma.
Não vendo o que brilha em vitrine,
Mas te dou, sem custo algum, a cultura que ensine.
Minha alma tem sede,
Sede de amplidão.
Na vastidão do infinito,
Brilhar na escuridão.
Nos incontáveis desertos desta vida,
Encontrar a flor sagrada dos nobres peregrinos.
E, como um caminhante em busca do eterno,
Me encontrar com o meu Criador.
