Pe Fabio de Melo Amar
Somar, subtrair, multiplicar, dividir.
Tudo isso pode ser sinônimo de compartilhar.
Como você compartilha?
Só você pode ser você.
Enquanto você não se torna você, você priva o mundo da manifestação única da sua essência.
Amor próprio não tem nada a ver com vaidade.
Por vaidade, gastamos a vida prestando atenção em quem nos rejeita.
Já o amor próprio nos aproxima de quem nos ajuda a ser mais nós mesmos.
Assumir a nossa verdade menos bonita é o primeiro passo para o desenvolver um senso de valor pessoal.
Só podemos curar aquilo que tem nome.
Por mais competentes e dedicadas que sejamos, só podemos fazer a nossa parte bem feita. A parte do outro é sempre do outro.
Se é preciso uma tragédia para darmos valor às pessoas mais próximas, há algo de errado com nossas escolhas e com a capacidade de bancá-las.
O futuro do trabalho é mudar a vida das pessoas exercendo nossa paixão junto aos que amamos. Só assim vamos deixar de nos rachar entre profissional e pessoal.
Quando fui para a escola, tive imensa dificuldade em entender por que queriam que eu estivesse ali. No primeiro dia troquei porradas com um colega (que depois virou meu melhor amigo), e achei que fosse um lugar aonde nos mandavam só para testar nossa resistência. Às porradas resisti bem, mas o tédio quase me matou.
Infelizmente as pessoas estão mais preocupadas com aquilo que você pode lhes proporcionar do que com a essência de seu caráter, o fundamento de seus pensamentos e a situação de seus sentimentos.
O poder transformador da Palavra de Deus, inicialmente deve-se passar pelos púlpitos, com temor e submissão naquilo que se prega! Caso contrário tornar-se-á difícil acreditar na seriedade das palavras de pregadores “de brincadeira”, que pregam apenas por profissionalismo.
