Pe Fabio de Melo Amar

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Os detalhes se tornam essenciais, pois através dele conseguimos admirar ou perder o encanto pelas pessoas.

⁠Fé.

Precisamos de fé
Pra nos manter em pé
Igual foi na arca de Noé
Todos movidos pela fé
Assim que começa
Acredite na promessa
Que você vai sair dessa
Se a ideia é essa
Depende da ocasião
Tudo passa irmão
Deus põe a mão
Creio na transformação.

A vida é feita de momento
Tem que ter fé aí dentro
A fase boa passa, tudo bem
Mas a ruim passa também
É só seguir o lado do bem
Que a resposta logo vem
Falo de fé, não de religião
Não faço parte dessa legião
Que manipula, faz acepção
Acredito é no Deus de Abraão
Que andou com a multidão
O que vale é a oração
Qualquer lugar pode ser a igreja
E o dízimo não é para fazer riqueza
Distribui para os pobres que fica firmeza
Divide a ceia sobre a mesa.

⁠Não me subestime. Tem muita coisa que ando engolindo, pois no final de tudo tenho uma estratégia perfeita. E muitas das vezes no calor da emoção posso botar tudo perder. A volta por cima está bem próxima a acontecer, e nesse jogo eu não jogo pra perder!

⁠Pare de se achar forte por não se abalar, pois até bosta seca fica firme e em pé.

O QUE É ABSTRAÇÃO?
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"Quando estamos diante de um objeto concreto ou de uma cena, temos perante nossos sentidos e possibilidades de percepção um fragmento da realidade que reúne uma miríade de características e especificidades. Abstrair, no entanto, é a capacidade de desconsiderar este emaranhado de aspectos que constituem a totalidade concreta do objeto abordado e considerar só aqueles aspectos que nos interessam.
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O homem paleolítico começou a se distinguir de outros animais quando passou a olhar para os galhos caídos ao chão de uma nova maneira, deixando de enxergá-los como o que são concretamente – isto é, abstraindo uma série de elementos que fazem de cada galho um objeto único – para passar a enxergar este ou aquele galho como um “apanhador de frutas”. Visto desta nova maneira – com a abstração de todas as características desnecessárias e a preservação, na mente, apenas das propriedades de solidez e forma alongada do galho – este objeto pôde assumir a função de cutucar uma árvore para precipitar a queda de um fruto. A abstração, enfim, transformou o galho seco em um “apanhador de frutas” – um instrumento capaz de interferir e modificar a realidade, no caso expandindo a capacidade manual de se disponibilizar de alimentos.
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Com a capacidade de abstração, os seres humanos começaram a transformar pedras pontiagudas em armas, troncos flutuantes em pequenas embarcações improvisadas. Ainda no período paleolítico, passariam a juntar diferentes objetos para construir ferramentas sofisticadas: lanças de ponta de sílex, machados de pedra, agulhas. Com a capacidade de abstração, logo desenvolveriam a linguagem simbólica, e também aprenderiam a contar.
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Por fim, os seres humanos aprenderiam a conceituar. O conceito é o produto mais refinado da capacidade de abstrair, já que, para conceituar, precisamos nos abstrair de alguns aspectos concretos para passar a enxergar mentalmente apenas aquilo que nos interessa. Abstrair é o ato de abandonar momentaneamente a realidade concreta – ou deslocá-la, por instantes, para um contracanto – de modo a recriar uma outra realidade: operacional, funcional, referencial, audaciosa, liberta de amarras"
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[trecho extraído de BARROS, José D'Assunção, O Uso dos Conceitos: uma abordagem interdisciplinar. Petrópolis: Editora Vozes, 2021, p.38-39]

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Se não der mete o pé vai atrás,
Esperar cair do céu jamais vai acontecer,
Do céu somente caí chuva,
Sigo com meus propósitos, erros, lógicas e lutas,
Busco entender, o porquê, mas continuo aqui sem compreender, sem saber, mas quero viver, pra que entender, tem coisas que não vale a pena você perder, seu tempo para compreender, prefiro esfriar a cabeça e viver,
Sem medo de morrer, sem medo de arriscar, pra que vou ficar, me desgastando com gente que não sabe o que falar, melhor é você buscar, aprender, então a vida é melhor viver, do que morrer tentando entender, busca a fé, foco no objetivo, mete o pé, faz acontecer, do céu?! somente vai chover!

⁠Eu estava bem ali, na sombra daquela nuvem, de pé a admirando. Sentia-me tão próximo a ela e ao mesmo tempo tão distante. E tudo que podia fazer era admirá-la e ela parecia me olhar de volta. Mas uma brisa soprou e ela foi para longe, então desidratei ao sol.

Bom dia, amiga querida! Espero que tenha acordado com o pé direito e cheia de disposição pra lidar com as pendências da vida. Tenha um dia excelente! ❤️

⁠Vigie os sinais. Cuide de seus ouvidos. Até aquele que busca a paz, em meio a guerra, pode ficar perdido.

lembrei...
sorri...
sorri feito bobo!

lembranças são assim,
colocam sorrisos bobos
no rostos das pessoas...

lembrei...
ri...
ri como um louco,
eufórico!

lembranças são assim,
fazem as pessoas gargalharem
assim do nada...

lembrei...
chorei...
chorei feito criança!

lembranças são assim,
desmancham as pessoas

em lágrimas..

**Lembranças⁠

⁠OLHOS "EM FLOR"

Dos meus olhos nasce
pé de estrelas!
As estrelas ainda “em flor”
anunciam “doçura”!
flor ternura

Jabuticaba florida
(Re)floresce no meu peito
jardim pomar estrelar
meu olhar sorri adocicado
minha boca sente a tua

o meu pé de estrelas estremece
alcança e beija o arco íris
descanso minha íris
no nosso céu

tuas mãos cheinhas
de jabuticabas e rosas
roçam minha pele

somos anjos
altar cama
corpos enlace
subimos ao céu...

⁠VIDA COM OU SEM FHASH?

A vida é “em flagrante”...
ninguém garante nada...
pé ante pé... na fé...

A vida é “fhash”... repentino...
não espera pela melhor “pose”...
sem posse sobre alguém ou algo...

A vida é “caprichosa”... sinuosa...
cheinha de lapsos e esquecimentos...
apagamentos e silenciamentos...

Num momento e num passe de mágica
já é outro enredo... outros personagens...
outra ficção...

A vida, vez ou outra,
permite o “sem limite”...
o “deslimite”...Imite...

⁠hoje eu peço desculpas a mim, peço desculpas ao meu corpo por ter odiado ele por tanto tempo, me perdoa porque eu nunca tinha percebido o quão lindo que você é, o quão lindo são essas suas curvas. desculpa por demorar tanto pra te aceitar.

⁠Vivo de cores e de cheiros .
Vivo de pele macia , perfumada e aveludada .
Vivo do brilho de duas pérolas que se movimentam escandalosamente quando brincas e soltas gargalhadas cristalinas enfeitadas de inocência .
Vivo com risos e sorrisos enquanto tuas mãos irrequietas me afagam o cabelo .
Vivo de ti enquanto te vejo correr .
Vivo com esta esquizofrenia que me domina me assola e me abandona e sinto-me tão presente e tão ausente neste viver tão intensamente quando perto de mim te respiro !

⁠Quando bater aquela sensação de ter visto futuro, é sua intuição dando a você a oportunidade de pensar 2 vezes. Essa é uma arma chamada "auto-defesa". Agradeça, ela estará certa!

⁠Pé na corrida, abraço a vida!

⁠Os que assumirem o «espírito legionário» são homens em pé-de-guerra; gentes que exprimem um profundo mal-estar quando contemplam a realidade que os rodeia e que não têm a mínima intenção de se unirem à presente onda de conformismo. Não é de estranhar pois que, no seu comportamento quotidiano, assumam um estilo diferente. Esse estilo confirma um tipo humano distinto.

“Encontre em si mesmo a vontade de ser feliz, pode ser que você que não consiga todo tempo.. mais pelo tempo que consegue aproveite.. e quando essa vontade de ser feliz transbordar você poderá dividir ela com alguém, sem precisar pedir do que você já tem de sobra..”

⁠O PONTO SENSÍVEL
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Tudo se inicia no começo.
Lá, em nossa origem, somos o que somos e nem sequer pensamos que poderíamos ser outra coisa
Já nascemos vulneráveis, sem mesmo entender o significado dessa palavra
Que significa: onde podemos ser feridos.
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Nem imaginamos que esse ponto sensível em nós acaba se tornando um ponto de fragilidade, nosso calcanhar de Aquiles
Logo que começamos a destoar da normatividade, das regras sociais, das crenças culturais, somos atingidos bem nesse local.
No começo, bem no começo, nem entendemos porque estamos sendo repreendidos e maltratados.
Somos somente o que nós somos, mas de algum modo isso não é o suficiente.
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Após umas pancadas da vida percebemos que somos diferentes dos demais naquele ponto vulnerável, que no expõe e nos deixa envergonhados.
E é apartir daí que começamos a vestir nossa couraça emocional, a esconder a sensibilidade do mundo que ousa nos ferir.
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E essa armadura acaba servindo muito bem para que nos sintamos inseridos na sociedade, que somos parte de uma comunidade.
Somos agora todos iguais.
Um número, que arredonda os milhões e bilhões de pessoas no mundo.
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Até que conhecemos alguém que possui algo a mais. Percebemos que ela deixa transparecer em seu jeito de ser aquele ponto vulnerável.
E nos apaixonamos, deixamos cair as couraças e mostramos nosso lado sensível ao ser amado. A vida, que antes parecia mecânica agora tem vitalidade, tem luz, tem cor e sentido.
Agora podemos ser novamente, sem esconder.
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Mas é óbvio que a vida, irônica e trágica, acaba trazendo um drama de um término, uma traição ou uma despedida, que faz com que o nosso ponto sensível novamente seja estilhaçado.
E mais uma vez voltamos a nos fechar pro mundo, com medo de nos machucar.
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Agora, nosso Ego-Persona está mais esperto e consegue fingir vulnerabilidade quando alguém se aproxima. Se disfarça de um sorriso amarelo, de um humor ácido, um ar de deboche, fantasias românticas, formas que evitam sentir a realidade e encarar a verdadeira exposição.
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Mas, mesmo com tanta inteligência em saber burlar as dores originais, acabamos no final nos sentindo sem ânimo, sem propósito, sem o Eu.
E há um grande abismo entre quem estamos agora para o que somos, pois no fundo do penhasco do vazio encontra-se a ferida, as dores causadas ao nosso ponto sensível.
E há um medo surreal de encarar e reviver esse mar revolto.

Mas não há outra saída. Ou nos arriscamos atravessar, ou permanecemos a cada dia perdendo a nossa alegria de viver.

E de uma forma extremamente inusitada percebemos que sempre houve uma ponte que conecta o nosso ponto de estadia para nosso ponto de origem, chamada Vulnerabilidade.

Pela mesma via que a vulnerabilidade nos leva a nos machucar e a nos fazer fechar ao mundo, é também ela que nos faz sentir novamente e nos abrir pra nós mesmos.

É somente através da abertura, da confiança de que a cada nova ferida em nosso ponto sensível, nos tornamos mais fortes, mais articulados e mais preparados pro próximo baque que a vida der.

As pessoas que ainda não perceberam que viver se trata de ser vulnerável acaba se fechando e exigindo que os demais escondam o diferente, o sensível e o fraco.
Mas na realidade o foco nunca será o outro, nunca será o desamor ou a padronização.
O ato de controlar fora é imposto para que ninguém mais os machuque dentro.
É somente uma forma de proteção.

Então, pra quem esse texto chegou hoje, está na hora de se abrir novamente e mostrar suas verdadeiras cores ao mundo , sem ter medo de retaliação, sem ter medo da exposição ou de sentir ferido novamente.
Viver é isso, amar as nossas dores como forma de bálsamo e cura.
Pois somente a gente pode entender nosso lado sensível e o quão amado ele deve ser.

Ser vulnerável para livre ser.

⁠Antes de pensar em desistir lembre o que tem te feito ficar de pé até aqui!