Paz

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Sua maior força está no seu sentimento mais leve, a paz.

Quanto mais profunda a tristeza, mais profunda é a paz que está negando; aceite o que acha ser tristeza, e verá que na verdade é a própria paz profunda.

O sofrimento interno é a paz que não aceita sentir em uma determinada situação; aceitando a paz nessa situação, o sofrimento passa.

A frieza é uma estranha paz.

Encontre a verdadeira paz amando o que faz.

Aquele sentimento de angústia, na verdade, é paz. Uma paz que sua mente, por pensar demais, está evitando de sentir. Ao tentar lidar com tantos pensamentos e preocupações, você acaba se distanciando dessa sensação de tranquilidade interior.


Aceite, entenda e permita-se sentir essa angústia, sem medo. Foque nele, sinta-o dentro de seu peito, bem profundo. Desprenda-se da razão e das distrações do mundo ao seu redor. Conecte-se com o sentimento dentro de si, sem pressa ou resistência.


E ao fazer isso, você perceberá que, no fundo, esse angústia nada mais é do que a paz que sempre esteve com você. Ela estava ali o tempo todo, apenas esperando que você parasse para reconhecê-la.

Aceitando a paz, estou me aceitando.

Não confunda ser frio com estar em paz.

Guerras são primitivas, inúteis, perda de tempo total; no fim, quem vence é sempre a paz.

A paz, ou seja, aquele sentimento de tranquilidade que sentimos naturalmente, é o único sentimento verdadeiro, constante, presente e natural que habita dentro de nós a todo momento. A maior prova de que a paz é o sentimento mais verdadeiro é quando estamos dormindo. Quando dormimos, estamos naturalmente em paz. Se não estivéssemos em paz, de forma profunda, não conseguiríamos descansar. Dormimos porque estamos em um estado de paz interior.

O que nos gera angústia, ódio, tristeza, mágoas e todas as negatividades que sentimos é quando negamos essa paz. Quando negamos algo bom dentro de nós, o resultado é sempre a sensação oposta: a angústia, o ódio, a mágoa, enfim, todas as emoções que surgem como uma reação ao que rejeitamos em nosso interior. Quando negamos a paz, experimentamos a inquietude.

Para retornar a esse estado de paz, a única coisa que precisamos fazer é aceitá-la, e não negá-la. Isso explica por que, quando nos sentimos mal por algo, tendemos a permanecer nesse estado por um tempo. Às vezes, passamos dias, até semanas, em um ciclo de sofrimento, até que finalmente aceitamos a paz novamente. Quando aceitamos, o mal-estar vai embora, e a paz retorna.

A angústia é apenas quando estou evitando minha própria paz no momento daquela situação, ou seja, reprimindo um sentimento que é bom em mim mesmo. Agora, aceitando minha paz no momento da situação, indiferente de qual situação, eu me sinto em paz e a angústia perde o sentido e some.

Nesse natal eu não quero a paz... Eu exijo! Pois passamos o ano inteiro querendo!

Quero para o meu dia e para toda a vida, paz e sossego;

⁠Sorriso discreto e a alma encantadora, seu sinal é positivo de paz e amor de quem está de boa;
Seu cabelo alaranjado me diz que tem alegria... Para esse momento se torna mágico eu te desejo um BOM DIA!

Aprende a perdoar. É melhor dormires sozinha, em paz, do que dormires todas as noites com o inimigo!

Paz nunca significou passividade.

⁠Não se apegue em coisas que tem fim, valorize algo que o dinheiro não compra, como paz interior uma boa noite de sono e amor no que se faz.

Título: Paz Interior


Quando a tormenta em fúria se levanta
E o mundo agita o pó das ilusões,
Procuro a voz que dentro em mim encanta
E aquieta as íntimas revoluções.


Não busco aplauso vão que me suplanta,
Nem glória feita de frágeis ambições;
Prefiro a paz que silenciosa canta
No templo oculto dos meus corações.


Se a dor insiste em turvar-me a estrada
E o medo sopra sombras pelo chão,
Firmo na fé minha alma já provada.


Pois descobri — na luta e solidão —
Que a paz não vem do exterior nem do nada:
Nasce de Deus e habita o coração.

Os senhores da guerra buscam ostentar o título de guardiães de Paz! Os EUA fabricam a morte, alugam a vida, vendem a paz e compram a verdade!

Alma leve
Pensamento suave
Coração em paz
de repente a lembrança:
brinquedo esquecido
da criança que eu fui um dia
Sem querer algo me pesa
Uma certa tristeza
Vem sempre junto à saudade
e o tempo prosseguiu fluindo
Nesta vida da gente
Pouca coisa existe realmente
Pensamento é quase tudo
Portanto não vale a pena
Carregar lembranças que entristeçam
Quando a fruta apodrece
A semente germina
Uma coisa termina
Algo mais acontece
Pois nem sempre uma queda
Fatalmente
Quer dizer ruína
A gente pode sempre
Não lançar a pedra
Nem dizer palavra
Mas as coisas prosseguem
Estando aqui e ali
A vida rumando
A caminho de um fim
Talvez tudo simplesmente
Seja nada a caminho de nada
Porém
Ninguém afirmou, sem dúvida nenhuma
Que o nada
Realmente seja isso
Creio
Que talvez seja difícil agora
Olhar a tudo e compreender
Mas prossiga tentando
Intuitivamente a gente sabe
Que não nos cabem certas perguntas
Pois, nem todas elas
Juntas e mescladas
Poderão um dia
Responder a qualquer coisa
Pois a paz tão procurada
Quanto o brinquedo esquecido
Que a lembrança carregou na leve brisa
Continuam sempre lá
Tudo isso um dia a gente vai achar
Escondido nas dobras do tempo
Portanto
Mesmo que não sejam
Aquilo que imaginamos vazio
Precisa ser e estar
em equivalência com o Todo
O tudo e o nada
de forma a permanecerem
Perene e eternamente
Perfeitamente equilibrados
E é nisto que tudo consiste
Universo Perfeito
Alegria demais inexiste
e em contrapartida
nada pode ser assim... tão triste

Edson Ricardo Paiva