Paulo Freire Fracasso Escolar
Florada
Florescer sem perder a essência
Não perder a fragilidade
Tendo a experiência
Com as flores, cultivar o aroma
Destilando beleza
Mesmo estando na lona
Suportando a rotina de inverno
Com o sorriso raiando
O néctar interno
Dias ruins que nenhuma outra tivera
Mas sempre a esperança
Renascida na primavera
Flor de Lis que me beija
Espera, não heis de morrer
A ti dei tudo que desejas
Na aurora do amanhecer
Apartei-me para que brilhastes
Retornando a si, meu alvorecer
Quando rotulamos ou julgamos alguém ou os seus atos, estamos a realizar profecias. Se desejávamos que aquele alguém mudasse os seus atos ou palavras, corremos o risco de perpetuar aqueles mesmos gestos ou atitudes. As pessoas acabam por se tornar aquilo que ajuizamos sobre elas. Um aluno ou uma pessoa rotulada como “mau” revelará e manterá esse mesmo comportamento negativo, aos olhos dos outros.
Somos os profetas do mal, porque acreditamos nele e somos peritos em avaliar, em julgar, em condenar e punir, ao invés de criar melhores relações e de contribuir para a mudança do mundo.
2019, José Paulo Santos
Comunicação Não Violenta
Se laço sanguíneo representasse obrigatoriamente relação de família, não teríamos tantos órfãos de pais vivos.
O ápice da hipocrisia é proporcionar o que há do seu melhor para terceiros alheios e dispor da sua pior versão aos que te amam
É fácil criar asas na mente de alguém, para isso basta estimular o ego. Porém será mais fácil ainda criar uma prisão para quando o ego ser tudo aquilo que restar. Nascem gênios a todo momento, pessoas com capacidades inimagináveis e que a cada dia são atravancadas por elas mesmas. A nossa mente pode ser tudo o que quisermos, mas quando desejarmos ser tudo o que as pessoas querem, perderemos o que é mais importante, a nós mesmos. Sartre diz que somos condenados a ser livres. Partimos do nosso instinto, que por vezes é condicionado a ser uma mera reprodução na sociedade. Criamos as nossas limitações, dia após dia... Será que realmente somos livres? Os maiores gênios da história residiam atrás das próprias grades, forjadas com pensamentos e palavras que nunca puderam ser proferidas. Estamos matando nossos jovens, talvez nos matamos todos os dias em busca da evolução. De certa forma estamos condenados. Condenados a falsa liberdade.
Saudade não vai trazer ninguém de volta. Quando se lembrar do toque, do cheiro, da voz... Vai saber que nenhuma distância no mundo é maior do que a que nós estamos agora. As vezes me pego pensando o porquê de ter ido embora. Você não sabia, mas eu pensava toda noite em nós, nos nossos planos e até no jeito da tua risada. Momentos únicos, mas agora, tão efêmeros. Como em um romance português, debrucei-me muitas vezes sobre a janela e na noite estrelada, teci meus melhores poemas para você. Foi verdadeiro, todo o amor era. Mas a saudade talvez não estivesse tão forte, pois ela nunca te trazia de volta. Com os dias, pude perceber, as vezes dar tempo ao tempo, só traz lucidez ao que já estava claro. Me arrisquei. Bradei com meu coração e no silêncio mais longo que tive, não consegui te trazer de volta. São apenas palavras, mas que com amor lhe peço, não faça com que o próximo implore a tua volta, por favor, fique.
A semente do sucesso é o sonho; da criatividade, a imaginação; da alma, a esperança; e do ser humano, o amor.
A voz de um homem pode ser grossa, robusta, mas um verdadeiro cavalheiro para todo o seu falar para escutar uma dama, delicada, bela e formosa. Essa é a essência do cavalheirismo: Escutar a dama.
CICLO VICIOSO
Pele, olhar, o riso inconfundível... Poema e poeta, tudo se perde
Ela não é o delírio, é real e soa como brisa, que toca, inebria
As palavras foram curtas, não precisa de mais, de novo eu volto ao riso inconfundível...
TEMPO
Difícil escrever pra ti, mulher tão forte que minhas palavras frágeis não conseguem alcançar
Mais difícil ainda escrever sobre mim, homem que se deixa esvair pelas linhas, até que cada parte se vá
Orei ao tempo que me deixasse ficar ao teu lado, mas tu forte não quis, isso eu já imaginava
Me deixastes sem força, na verdade sem caminho, sem leme, leio para matar o tempo
E tu mulher? Por que não aproveitas enquanto não mato a única coisa que iria nos salvar.
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