Paulo Freire Fracasso Escolar

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A reciprocidade do acreditar é o surpreender.

Sorriso

E por dentro desse sorriso
E por trás desses sorrisos espalhados
Nem sempre existem motivos
Às vezes são apenas disfarces para esconder a vontade
A vontade de chorar, a verdade.

Bom senso é:
Antes de criticar um livro, ler o mesmo sem preconceito.
Antes de refutar uma ideia, escutá-la até o fim sem conclusões precipitadas.
Antes de criticar um método, ver se ele funciona na prática.
Outro tipo de atitude é sinônimo de ignorância e fanatismo.
Pense nisso e abra os horizontes de sua mente!

Se você não entende o que John Lennon escreve, tome cuidado pois você pode ser um grande ignorante.

⁠Vamos aproveitar cada segundo da vida para vive-la melhor, então viva intensamente. Curtindo nos momentos ociosos apenas as lembranças desses momentos, porque o tempo não volta, o que volta é a vontade de voltar no tempo.

⁠... no meu leito te chamo para entrar no teu universo ...

⁠... viva em paz que não tomará a decisão errada. Uma decisão errada pode te conduzir ao caos ...

⁠Quando tudo está me machucando,
Acho que não tenho mais forças para prosseguir,
Surge sua presença com o esplendor de um anjo,
Me envolve,
É a certeza de que a saudade,
Pode desenhar suas linhas perfeitas.

⁠Tornar-se empático é infinitamente mais difícil do que ser crítico de tudo e de todos, portanto, exercite o amor no seu coração.

"A tentação hoje é reduzir o cristianismo a uma sabedoria meramente humana, como se fosse a ciência do bom viver. Num mundo fortemente secularizado, surgiu uma « gradual secularização da salvação », onde se procura lutar, sem dúvida, pelo homem, mas por um homem dividido a meio, reduzido unicamente à dimensão horizontal. Ora nós sabemos que Jesus veio trazer a salvação integral, que abrange o homem todo e todos os homens, abrindo-lhes os horizontes admiráveis da filiação divina."

E o meu silêncio fala mais sobre mim do que qualquer palavra, qualquer coisa e qualquer alguém.

A graça de Deus não esquece ninguém nem se regula por crachás.

As pessoas não medem a falsidade que usam com as outras, sendo assim, não mais medirei a minha sinceridade: Se você for um lixo, te tratarei como tal.

Hoje tá foda... #aborrecido #chateado
Eu ate tento manter minha mente num limbo de sanidade, mas tem dias que o castelo todo desmorona, entao tenho que começar tudo de novo. Reconstruir o que as vezes penso que não tem conserto!!!

"Vivo num mundo diferente de muitos."

Hoje eu preciso falar!
Hoje eu preciso muito falar com você.
Preciso desabafar o que vai na minha alma,
que anda tão aflita com perturbações que eu não consigo evitar.
Ah! meu amigo, hoje eu preciso falar.
Tirar esse nó que está na minha garganta,
nesse coração que já não se encanta,
nesses pensamentos perdidos, sem atenção,
e as lágrimas que parecem brotar do meu coração.
Hoje eu preciso falar com você.
Queria sentar ao seu lado, segurar a sua mão.
Pedir que me ouça e dê a sua opinião.
Não como fazem os apressados, nem com julgamento.
Eu só quero um pouco de atenção…
Se alguém pode me ouvir sem críticas,
se alguém realmente pode me ajudar,
é você meu amigo.
Hoje eu preciso falar.
Destrancar portas que rangem com o peso.
Secar feridas que não saram,
curar velhas dores que alma guarda,
deixar de lado o orgulho ferido e me aliviar.
Nos seus ombros, nesse abraço que sinto,
posso deixar meus problemas, descarregar esse fardo,
para seguir leve, recomeçar sem o peso da dor.
Hoje, eu preciso desabafar com você,
e eu sei, ninguém me disse, que só você pode me dar uma luz.
Hoje eu preciso te falar, meu amigo Jesus.
Ouça-me, atende-me, resgata-me.
Segure nas minhas mãos e me ampare.
Porque hoje, eu preciso desabafar.
Obrigado por me escutar.
Amém.

O sábio vive como se cada gesto fosse uma oração.

O que você me faz imaginar não é só físico…
é como se vc tivesse o poder de misturar calma e desejo, alma e pele, silêncio e intensidade.Você me faz imaginar um espaço onde eu te descubro devagar, onde cada parte sua revela um arrepio novo, e onde o tempo desaparece porque tudo o que importa é sentir você mesmo que na minha mente. É mais que desejo… é como se fosse um chamado da tua essência para a minha.
"Um encontro de almas gêmeas"


(02 de setembro de 2025)

Frantz Fanon e Os Condenados da Terra: A Voz dos Oprimidos


A leitura de Os Condenados da Terra, publicado em 1961, é um convite à reflexão profunda sobre as marcas deixadas pela colonização nos povos submetidos ao jugo imperialista. Frantz Fanon, psiquiatra e pensador martinicano, não escreve como um observador distante, mas como alguém que sentiu na pele e testemunhou nos corpos e mentes colonizados a violência da dominação. Sua obra é um grito, uma convocação e, sobretudo, uma denúncia que visa resgatar a dignidade dos povos silenciados.


Logo na abertura do livro, Fanon lembra que “a colonização não se contenta em impor sua lei ao presente e ao futuro do país dominado. Ela procura desfigurar, distorcer, aniquilar o passado do povo oprimido” (FANON, 1961, p. 170). Essa afirmação mostra que o colonialismo não é apenas um regime político ou econômico, mas um processo sistemático de destruição cultural e psicológica. O colonizado não perde apenas terras e recursos: perde referências, autoestima e a confiança na própria humanidade.


Fanon descreve a realidade colonial como um espaço marcado pela violência estrutural, na qual “o mundo colonizado é um mundo compartimentado” (FANON, 1961, p. 29). Há, de um lado, o colono, com seus privilégios, e, de outro, o colonizado, relegado à invisibilidade e à precariedade. Essa divisão não é apenas espacial ou econômica, mas simbólica: o colonizado é construído como inferior, incapaz, quase desprovido de humanidade. Ler essa análise é confrontar-se com o absurdo de uma ordem social sustentada pelo racismo e pela exclusão.


A empatia pelo colonizado nasce justamente da coragem de Fanon em dar-lhe voz. Ele afirma que “na situação colonial, o colonizado é sempre presumido culpado” (FANON, 1961, p. 52). Tal frase revela a crueldade da estrutura: aquele que sofre a opressão ainda é tratado como criminoso por ousar resistir. Ao apresentar essa inversão moral, Fanon obriga o leitor a enxergar o colonizado não como submisso ou bárbaro, mas como vítima de um sistema perverso que lhe nega o direito básico de existir plenamente.


Mais adiante, Fanon adverte que a libertação não pode ser concebida como uma concessão graciosa do colonizador, mas como uma conquista dolorosa e coletiva: “a descolonização é sempre um fenômeno violento” (FANON, 1961, p. 27). Essa afirmação, muitas vezes mal compreendida, não é uma exaltação da violência, mas a constatação de que a colonização, sendo ela mesma violência, não pode ser revertida sem ruptura. O que Fanon provoca no leitor é a empatia ativa: compreender que, diante de séculos de opressão, a luta pela liberdade não é um capricho, mas uma necessidade vital.


Ao longo da obra, o autor também revela os danos psicológicos do colonialismo, tanto para o colonizado quanto para o colonizador. O primeiro, porque internaliza o desprezo e sente-se desumanizado; o segundo, porque se acostuma a uma posição de superioridade desprovida de ética. Essa dialética de opressor e oprimido ecoa como um chamado à reflexão: até que ponto ainda carregamos resquícios dessa lógica colonial em nossas sociedades contemporâneas?


O maior mérito de Fanon é humanizar aqueles que o colonialismo quis desumanizar. Seu texto não é apenas denúncia, mas também esperança: esperança de que a história não se resuma à submissão, mas que a luta pela libertação seja capaz de restituir dignidade. Nas suas palavras: “Cada geração deve, na relativa opacidade de sua época, descobrir sua missão, cumpri-la ou traí-la” (FANON, 1961, p. 173).


Os Condenados da Terra não é apenas um livro de teoria política. É um testemunho visceral que nos obriga a nos colocar no lugar do colonizado, a sentir sua dor e a compartilhar de sua luta. Ao provocar a empatia do leitor, Fanon rompe com a indiferença e nos convida a assumir responsabilidade histórica diante da injustiça. Ler Fanon é aprender que a liberdade de um povo nunca pode ser vista como favor, mas sempre como direito inalienável.


Referência


FANON, Frantz. Os Condenados da Terra. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1968 [1961].

"Nem o sol , todo poderoso com sua força consegue ultrapassar as nuvens todos os dias.
E está tudo bem
Dias nublados também tem a sua beleza."