Paulo Freire Fracasso Escolar
Ao longo da história da humanidade, algumas vias foram sendo estabelecidas para que o ser humano pudesse adquirir os conhecimentos, apropriando-se do mundo que o cercava, alimentando-se física e mentalmente de tudo o que existia, em cada época e em cada contexto.
Será que o processo de conhecimento das coisas, que tem durado milênios, está nos aproximando ou nos afastando das respostas às grandes perguntas da humanidade?
Com base nas diversas vivências que nos são oportunizadas ao longo da vida, assimilamos alguns aprendizados, sem a obrigatoriedade de, previamente, termos contato com teorias, ideias ou registros de outrem sobre o objeto que está sendo conhecido.
Quando a gente não sabe praticamente nada sobre um determinado assunto, é comum que “criemos” uma explicação. Não precisa nem ser muito convincente. Basta que satisfaça a nossa curiosidade.
O homem só evoluiu até aqui por causa de sua preguiça. Se nós gostássemos mesmo de pegar no pesado, a roda não teria sido inventada para que pudéssemos passear nem mesmo numa carroça...
Nós, preguiçosos que somos, temos “personificado” todos os fenômenos que não compreendemos, atribuindo-os a vontade de algum ser superior à humanidade.
As explicações que são dadas por meio de dogmas e escrituras arcaicas remontam ao período do bronze e estão completamente desatualizadas em relação ao mundo contemporâneo.
Cuidado ao afirmar que livros sagrados sobrevivem aos tempos e, só por isso, eternizam sua inviolabilidade. Vejamos a história de Hércules, que é conhecida e, mesmo assim, não o consideramos como uma pessoa real que viveu em meio aos seres humanos, desempenhando seus doze trabalhos.
Ainda que o conhecimento religioso não seja ilegítimo, é ideal que se compreenda também outras vias para se conhecer as coisas.
Assim como o que há de ruim no mundo não pode ser justificado por um deus da barbárie, também o que há de bom não é manifestação da benevolência divina.
Tendo sido desenvolvida desde que nos entendemos por gente (ou até mesmo antes disso), a via empírica para o conhecimento é a que nos permite descobrir um mundo novo a cada dia.
Ao namorar, a melhor coisa a se desejar é que ambos estejam na mesma sintonia e compartilhem tanto as semelhanças quanto as diferenças, a fim de dosar a vida a dois.
Para aquele que professa uma fé, não pode haver gradação entre o pecado e a pureza nem entre o sagrado e o profano.
Levítico 18:22 e Efésios 4:25 fazem parte do mesmo livro. Só duas hipóteses têm coerência: seguir à risca cada versículo ou desconsiderar cada palavra.
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