Passagens da Bíblia que iluminam o caminho da fé
Ainda que reunisse em um só livro os melhores escritores e conselheiros do mundo de como viver a vida pessoal, conjugal, familiar, profissional, espiritual e social, a Bíblia continua sendo o manual mais rico da felicidade humana.
A ordem espiritual atual é arrependimento de todos os pecados no coração: após a morte ou durante a vida na volta de Cristo, não há como contratar um advogado para interceder pela salvação da alma que não creu no Evangelho, que abandonou o cristianismo ou que recusou seguir a Palavra de Deus, adotando outros intercessores, mediadores, padroeiros e demais espíritos para se desculpar diante da condenação divina que esta era a forma, o estilo ou a fé que foi pregada na terra dos pecadores, transgressores e escarnecedores da Verdade absoluta, a Bíblia.
O meu Presidente eleito é o Presidente do Universo: manda em qualquer congresso, põe ordem e progresso em muitas nações e dita as normas para o povo em forma de versos, a Bíblia.
Há sempre a necessidade de se falar as profecias de Deus para a nossa geração, senão ela acaba gerando uma segunda versão da Bíblia: Sou Feliz Sem Precisar de Ninguém.
A Palavra de Deus nos chama para padecer com Cristo para que em Seus propósitos alcancemos os Céus.
Hoje existe um pseudo evangelho que se apresenta como inclusivo e que relativiza comportamentos sociais reprovados pela Bíblia com o objetivo de se moldar a cultura contemporânea. O evangelho de Jesus se baseia no amor e no acolhimento, mas essencialmente confronta o pecador com seu pecado a fim de transformá-lo.
Além da fé, a confissão e o arrependimento são critérios inegociáveis na conversão.
1. “Porque Cristo, nossa Páscoa, foi sacrificado por nós.” (1 Coríntios 5:7)
A palavra “Páscoa” vem do hebraico Pesach, que significa “passagem”. No Antigo Testamento, essa passagem foi a libertação dos hebreus do Egito. No Novo Testamento, essa passagem se torna algo ainda maior: a libertação do pecado através do sacrifício de Cristo. Assim como o cordeiro pascal foi imolado para salvar os israelitas, Jesus se entrega como o verdadeiro Cordeiro, marcando uma nova aliança entre Deus e a humanidade.
3. “O Senhor libertou o seu povo.” (Êxodo 12:51)
No contexto da Páscoa judaica, essa libertação foi física: o fim da escravidão no Egito. No contexto cristão, a libertação é espiritual: somos libertos do pecado. A palavra hebraica ga’al, usada para redenção, implica o ato de um parente resgatando alguém. Em Cristo, Deus age como esse parente redentor, assumindo nossa dívida e nos conduzindo para a verdadeira Terra Prometida, que é a vida eterna.
VIDA, CAMINHO DA ETERNIDADE.
(Dissertação inspirada no pensamento de Léon Denis).
A vida não é um enigma insolúvel, nem um acaso cego, mas uma lei sublime que envolve o universo em sua ordem majestosa. É o fio dourado que liga as consciências ao Infinito. “A vida é universal, incessante, infinita. Brota de todas as formas da natureza, derrama-se em todos os planos do ser” (Depois da Morte, cap. II).
Aqueles que a observam apenas pelo prisma material enxergam nela um breve clarão que se apaga na noite da tumba. Mas para quem a contempla com os olhos da alma, a vida é um rio sem fim, que desce das alturas divinas, atravessa os vales da dor e da experiência, e retorna, purificado, à fonte eterna.
A dor como escola da alma.
O sofrimento, muitas vezes temido, não é senão uma lição. “A dor é a grande educadora, a reveladora das leis superiores; desperta em nós as forças latentes e nos faz compreender a solidariedade que nos liga a todos os seres” (O Problema do Ser, do Destino e da Dor, cap. IX).
Cada lágrima, cada prova, é um degrau oculto da escada que conduz ao infinito. O destino não pune, ele instrui; não aniquila, mas redime.
A lei de solidariedade.
A vida também é fraternidade. Nenhuma alma é uma ilha isolada, perdida no oceano da existência. Estamos ligados por laços invisíveis de amor e de dever. “Assim como as estrelas brilham juntas no espaço, sustentadas pela atração, assim também as almas crescem e se elevam pelo amor que as une” (No Invisível, cap. XIV).
Negar o próximo é estancar a própria ascensão. Amar é viver em harmonia com a lei universal.
A imortalidade como certeza.
A morte não é o fim. É apenas o desdobrar de um véu. “A morte não existe. O que chamamos assim é apenas uma mudança de estado, uma transformação necessária ao progresso do espírito” (Depois da Morte, cap. V).
Reencontraremos os que nos precederam, assim como seremos reencontrados pelos que virão depois. A vida é comunhão entre os dois mundos o visível e o invisível — que se entrelaçam continuamente.
O destino maior.
Viver é avançar. Cada existência é uma etapa, cada esforço uma vitória, cada dor uma lição. Do átomo ao arcanjo, a vida segue sua marcha, sempre ascendente.
E quando o homem, após longas lutas, atingir as cumeadas da sabedoria, compreenderá que a vida foi, desde o princípio, um chamado de Deus à sua criatura.
“Deus nos fez para a felicidade. A dor é apenas o prelúdio da alegria eterna, assim como a noite prepara o esplendor da aurora” (O Problema do Ser, do Destino e da Dor, conclusão
*(Dissertação baseada nas obras de Léon Denis - O Apóstolo Incansável Do Espiritismo.)
Meus irmãos, a vida é a maior das revelações divinas. Não é obra do acaso, nem simples agitação da matéria: é o sopro de Deus animando todas as coisas. “A vida é a lei universal, que se traduz em todos os graus da escala dos seres, desde o átomo até o arcanjo” (Depois da Morte, cap. II).
Não a julgueis pelas aparências frágeis e mutáveis. Sob a diversidade das formas, ela permanece eterna, indestrutível, sempre a mesma em sua essência. A morte, que tanto aterroriza os corações, não passa de uma mudança de vestimenta, uma passagem necessária para que a alma prossiga sua marcha. “A morte não é mais que uma mudança de plano, uma libertação” (O Problema do Ser, do Destino e da Dor, cap. V).
A dor como mestra.
Se a vida fosse apenas alegria, talvez adormecêssemos no egoísmo e na indiferença. Mas Deus, em sua sabedoria, semeou a dor no caminho humano, não como castigo, mas como mestra.
“A dor é o estímulo supremo do progresso. Revela ao ser a lei moral, desperta a consciência e o conduz ao amor” (O Problema do Ser, do Destino e da Dor, cap. IX).
Cada lágrima derramada não se perde: cai no solo fecundo da alma e ali germina em compaixão e fraternidade.
A solidariedade que nos une.
A vida não é isolada. Assim como as estrelas não brilham sozinhas no céu, também os homens não vivem senão pela solidariedade que os une.
“O destino de cada um de nós está ligado ao destino de todos. As almas formam uma vasta cadeia em que cada elo sustenta o outro” (No Invisível, cap. XIV).
Compreendei, pois, que amar não é apenas virtude: é lei da vida, é condição de progresso.
A certeza da imortalidade.
Ah! meus irmãos, que horizonte novo se abre quando sabemos que a vida não termina no túmulo!
Quantas mães reencontram seus filhos além da morte! Quantos corações despedaçados descobrem que a separação é apenas temporária! “A morte é apenas um instante na eternidade, uma pausa na sinfonia da vida” (Depois da Morte, cap. V).
Não há perda absoluta: tudo se reencontra, tudo se harmoniza no grande concerto da imortalidade.
O apelo da ascensão.
A vida é ascensão contínua. Cada existência é uma lição, cada prova um degrau, cada virtude conquistada uma vitória do espírito sobre as trevas.
E quando, após longos séculos de esforço, tivermos vencido o egoísmo e as paixões, quando a dor tiver cumprido sua missão, então a alma se erguerá radiante, livre, consciente de sua filiação divina.
Sim, irmãos! A vida é um dom de Deus. É a estrada luminosa que nos conduz, através de lutas e lágrimas, ao seio da Eterna Beleza. Não desanimeis, pois: a dor é a noite, mas toda noite se abre para a aurora.
“Deus nos criou para a felicidade; a dor é o prelúdio da alegria eterna, assim como a sombra prepara a luz” (O Problema do Ser, do Destino e da Dor, conclusão).
Eu já a encontrei, porém a deixei ir. O que nem chegou a ser foi tão verdadeiro quanto o amor de Cristo por mim. Hoje em vão sigo a buscar, em outrem, aquelas características que Salomão descrevera.
Com Robert Sapolsky: talvez o livre arbítrio não exista mesmo, dado que também acredito nas profecias bíblicas cristãs, o que torna qualquer efeito das minhas decisões uma realidade já escrita, pensada e previamente conhecida. Isso não torna o mal um bem, tampouco o bem em mal, mas põe a necessidade de punir igualmente a necessidade de perdoar. Se a ignorância é mesmo uma benção, o maior castigo é elevar a sapiência.
Não para de me surpreender quão conseguimos convencer as pessoas de eventos extraordinários, somente convencendo eles de ser algo divino, de Deus. Uma vez que consegue convencer as pessoas da existência de Deus, o cérebro deixa de ser importante, eventos tão bizarros quanto os da Bíblia passam a ser válidos. A explicação mais fácil é estórias tribais, mas a mais aceita seria inspirada por Deus. Pessoas passam a levar para o lado pessoal somente ao apresentar alternativas, inclusive, mais prováveis.
"Multiplicarei grandemente o teu sofrimento na gravidez; em meio à agonia darás à luz filhos; seguirás desejando influenciar o teu marido, mas ele te dominará." (Gênesis 3:16)
Não posso provar para você que não existe um Deus pessoal, mas, se eu fosse falar dele, seria um mentiroso.
O evangelho territorialista não visa o Reino de Deus. Este evangelho visa seus próprios interesses.
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