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Passagens da Bíblia que iluminam o caminho da fé

Na Bíblia, alguns foram aperfeiçoados ao serem abençoados, mas alguns também foram abençoados uma segunda e uma terceira vez e, então, alcançaram a perfeição.

Tudo o que a Bíblia não tem, a igreja deve rejeitar completamente.

Quem zomba do pecado é louco, diz a Bíblia.

Na Bíblia, o limite da licalidade, se iguala ao limite da igreja; e o limite da igreja se iguala ao limite da administração dos presbíteros.

A Bíblia não pode contradizer-se.

A igreja na Bíblia é igreja local. Igreja em Éfeso, igreja em Jerusalém...

⁠A igreja na Bíblia é a igreja local, ou cidade.

A fé cristã não é meramente o que a Bíblia tem a dizer, mas também o que Cristo em você tem a dizer. ⁠

A Bíblia é um livro inerrante!⁠

⁠A Bíblia é o cetro pelo qual o rei celestial governa o crente.
do livro : Frases cristãs 4

A Bíblia ainda é a melhor sala de aulo de um crente.
do livro Frases cristãs 9⁠

⁠O Diabo é melhor conhecedor da Bíblia, mesmo que qualquer crente, mas continua sendo Diabo. do livro Frases cristãs 5

Deus é galardoador dos que o buscam.
sfj,reflexões bíblicas⁠

⁠Eis que Deus não rejeita ao íntegro, nem toma pela mão a malfeitores.
sfj,reflexões bíblicas

⁠Orai pela paz de Jerusalém! Sejam prósperos os que te amam.
sfj,reflexões bíblicas

⁠Glória pra mim é ter conhecido a bíblia e ainda conseguir ser amigo do autor.

⁠Nessa vida macabra, onde viver é urgente. Tu és a referência bibliográfica da nossa história.

⁠Citações bíblicas são para acender luzes — não para apagá-las, muito menos para monopolizar a Graça.


Insulto maior não há, que ver tantos se valendo das Sagradas Escrituras para se esconder, aparecer... ou se promover.


Porque Deus jamais teria contribuído com uma única vírgula do livro mais vendido, mais lido — e menos vivido do mundo — para legitimar descuidos, maldade ou caprichos de apaixonados.


A Palavra, quando nasce da Fonte, não busca plateia, busca consciência.


Não pede eco, pede postura.


Nem deseja aplauso, deseja transformação.


Mas há os que a tomam como escudo, sem jamais permitir que ela os atravessasse.


Há os que a declare com fervor, mas não a deixe iluminar a própria sombra.


É há os que a cite de cor — e, ainda assim, não a conheça.


Talvez o maior desafio da fé não seja crer, repetir ou pregar… mas permitir que a Graça nos alcancem onde mais resistimos a ser alcançados.


Porque Escritura não foi dada para amarrar ninguém — foi dada para libertar.


E somente quem se deixa iluminar por ela descobre que a verdadeira luz nunca humilha; revela.


Nunca esmaga; desperta. Jamais separa; reconcilia.


E é justamente aí que a Filosofia reencontra a Fé no ponto mais delicado: o ponto em que ambas exigem do sujeito não a obediência cega, mas a coragem de se encarar.


A Filosofia nos pergunta por que acreditamos; a Fé nos pergunta como vivemos o que dizemos acreditar.


E, quando caminhamos sem medo, percebemos que essas perguntas são irmãs — não rivais.


A Escritura nos mostra caminhos, mas jamais os percorre por nós.


A consciência é quem decide se cada passo será um gesto de luz ou de vaidade.


Porque não há texto sagrado, capaz de elevar quem insiste em rastejar pelas conveniências.


E não há versículo que enobreça mãos que o brandem como arma enquanto o coração permanece fechado como punho.


Fé sem reflexão vira fanatismo.


Reflexão sem fé vira desespero.


Mas a união das duas — essa, sim, — é o que faz da Palavra uma ponte em vez de trincheira.


Talvez Deus nunca tenha pedido que interpretássemos a Escritura com perfeição… mas que a vivêssemos com honestidade.


Porque a Verdade, quando realmente é luz, não precisa ser defendida — precisa apenas ser deixada brilhar.


Porque a Oração sem Ação não ascende — retorna.


Não toca o Alto — ressoa no vazio de quem a profere.


E, talvez por isso, seu destino seja apenas os ouvidos dos tolos que imaginam que o Céu se move por frases que nem eles próprios se movem para viver.

Bastou o encardido descobrir a obsessão dos políticos pelas narrativas, para entupi-los de versículos bíblicos em prol da Instrumentalização religiosa.

Um homem mau oferece muito menos perigo empunhando uma arma do que folheando uma Bíblia.


Empunhando uma arma, ele é previsível, folheando uma Bíblia, não mais.


Pois, nas terras férteis da instrumentalização religiosa, o que não falta é gente ruim se valendo do nome do Filho do Homem para se esconder, aparecer e se promover.


Quando um homem mau empunha uma arma, pode até ferir corpos e espalhar medo por algum tempo.


Mas quando ele abre uma Bíblia e se apropria da fé alheia para justificar sua maldade, o perigo se torna ainda maior.


A arma só atinge a carne, mas a Manipulação Religiosa corrói a Consciência Espiritual, Desfigura a Verdade e Aprisiona o Pensamento.


É por isso que, muitas vezes, o estrago causado por um Falso Profeta se prolonga para muito além de sua própria existência: porque não apenas mata, mas ensina outros a matarem em nome de suas verdades.


A fé deveria libertar e iluminar, mas, nas mãos de quem só deseja poder, transforma-se em algemas invisíveis.


Eis a gritante diferença: balas deixam cicatrizes no corpo, enquanto a palavra descaradamente distorcida deixa cicatriz na alma.


Toda e qualquer forma de manipulação é ruim, mas nenhuma é tão sórdida quanto a Religiosa.