Paragrafos de Amor

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Amizade é como Amor;
não se vive correndo atrás de quem não se importa.
Acho que... Se pra mim me faz falta!? Deveria a outra pessoa também fazer.

—By Coelhinha

'No amor é bem assim, você ama e não é correspondido, te amam e você não sabe corresponder, ama a alguém que jamais te amará e te ama outro alguém, que nunca você poderá lhe querer.'

—By Coelhinha

' Cuidado com a tese do facebook os vampiros atualizados "THE VAMPIRE DIARIES" meu amor..eles NÃO CHUPAM mais pescoçinho; CUTUCA com a unha e sai lambendo kkkkk.'

—By Coelhinha

"É preciso amar um Amor Ágape. Ele não é um somente sentimento. É um verbo em ação, você precisa respirar, usando todos teus sentidos até transpirar este amor. Você age este verbo em ação e estará exercendo o Amor perfeito incondicional pelo bem estar do outro sem se preocupar consigo. RESPIRANDO E EXALANDO o Primeiro amor."

—By Coelhinha

Não se desespere pelo dia 14. Lembre-se: o amor de verdade se encontra nos outros 364 dias do ano.

"Eu que vivia na prisão do silencio que era o teu amor, um dia chegou alguém e me mostrou que amor é liberdade
e não prisão."
Haredita Angel
08.01.25

"O verdadeiro amor é igual a Jesus Cristo. Até pode morrer, mas no final sempre ressuscita”.

"O Café"
O lavrador planta a semente,
Assim como cuida da esperança.
Com zelo, amor benevolente,
Como quem protege uma criança.


O tempo passa, a planta cresce,
Belas flores, promessa de fruto.
Na colheita ninguém amolece,
No labor do trabalho bruto.


O sol seca então o grão,
No terreiro inspirador.
Vira e mexe como um refrão,
Pelas mãos do lavrador.


Depois se torra o grão,
Na torrefação escaldante.
No calor, o suor no chão,
Num trabalho árduo e constante.


Segue então para o moinho,
Moído em tamanho diferente.
Coador, prensa ou cafezinho,
Ou expresso para nossa gente.


Embalados e transportados vão,
Seguem rumo à nossa cidade.
Na viagem, cuidado e atenção,
Carregando história e dignidade.


Nos mercados ficam à espera,
Com sua história ainda acesa.
De uma cadeia que prospera,


Do suor do campo à nossa mesa.
Preparamos então o café,
Num ritual quase sagrado.
Com carinho, paciência e fé,
Tomado só ou acompanhado.


Conhecendo agora esse labor,
Do cultivo ao legado sagrado.
Como ousa mudar seu sabor,
Tomando café adoçado?

Nilton César Cavenaghi
Outubro 2022

Uso autorizado desde que não retire ou acrescente nada e NÃO omite nome do autor.

⁠aprendo que o amor nada tem a ver com apego, segurança ou dependência, embora tantas vezes eu me confunda. Não adianta querer que seja diferente: o amor é alado.

Há corações que pedem validação a cada instante, como se o amor fosse um espelho que precisa refletir segurança o tempo todo. Mas quando o sentimento precisa ser confirmado a cada hora, ele deixa de ser encontro e se torna cobrança.
A insegurança veste a relação com correntes invisíveis, fazendo do outro não um companheiro, mas um guardião de certezas. E o amor, que deveria ser liberdade, se transforma em prisão de expectativas.
Quem exige presença constante esquece que maturidade é saber suportar o silêncio, é confiar mesmo quando o outro não está ao alcance da mão. Sem essa maturidade, o vínculo se desgasta, porque nenhum coração pode carregar sozinho o peso da insegurança alheia.
O estranho sentimento que nasce é o reflexo da desarmonia: um lado sufocado pela cobrança, o outro perdido na própria carência. E assim, o amor se torna frágil, não por falta de afeto, mas por excesso de exigência.
Amar não é pedir validação a cada segundo, é aprender a confiar naquilo que já foi dito, naquilo que já foi mostrado, naquilo que pulsa mesmo na ausência.
Que o amor seja chama que aquece, não fogo que consome. Que a presença seja escolha, não obrigação. Que a maturidade seja o solo onde o vínculo cresce, e não a insegurança que o corrói.


Tatianne Ernesto S. Passaes

Há relações que se constroem em torno da necessidade constante de validação, como se o amor precisasse ser confirmado a cada instante, em cada gesto, em cada palavra. O coração inseguro pede provas sem cessar, não por falta de afeto recebido, mas por não saber confiar no que já foi dado. E assim, o vínculo se torna frágil, porque nenhum sentimento resiste ao peso da cobrança incessante. O outro, sufocado, carrega uma responsabilidade que não lhe pertence: sustentar a insegurança alheia, preencher vazios que não são seus, ser presença mesmo quando precisa de ausência. Surge então o vitimismo, essa máscara que transforma carência em acusação, que coloca a culpa no outro por amar e não saber amar. O amor vira palco de exigências, e cada ausência é interpretada como abandono, cada silêncio como desamor. Mas amar não é vigiar, não é exigir, não é transformar o outro em espelho da própria falta. Amar é liberdade, é maturidade para suportar o silêncio, é confiança que se sustenta mesmo na distância. Quem não sabe amar acaba confundindo entrega com posse, e presença com obrigação. E nesse labirinto de insegurança, o sentimento estranho cresce, até se tornar insuportável. Só quando se entende que o amor não pode ser prisão, que o outro não é responsável por validar a cada segundo o que já existe, é que nasce a possibilidade de um encontro verdadeiro. Amar é caminhar lado a lado, sem correntes, sem culpas, sem cobranças. É deixar que a chama aqueça sem consumir, que a presença seja escolha e não sentença, que o vínculo seja poesia e não peso. Porque amar de verdade é saber que o outro é livre, e ainda assim escolher ficar.

Tatianne Ernesto S. Passaes

O amor que se torna amizade é uma travessia silenciosa, mas carregada de eternidade. Ele não se apaga, não se dissolve no esquecimento, mas se reinventa em outra forma de presença. No início, o amor é vertigem: é o encontro que acelera o coração, a urgência de estar junto, o desejo que não conhece limites. É chama que consome, é tempestade que arrasta, é promessa de infinitude. Mas o tempo, com sua sabedoria paciente, mostra que nem sempre a intensidade pode ser sustentada. O que permanece, então, é a essência — e essa essência, quando verdadeira, se transmuta em amizade.
Essa metamorfose não é perda, mas conquista. O que era paixão se torna confiança; o que era desejo se torna cuidado; o que era promessa se torna memória viva. A amizade que nasce do amor carrega uma densidade única, porque conhece os segredos, os silêncios, os abismos e as alturas. É uma amizade que não se constrói apenas no cotidiano, mas que guarda em si a lembrança de um encontro que já foi maior do que a vida.
Há uma filosofia profunda nesse processo: compreender que os vínculos humanos não precisam se romper para mudar. O amor não desaparece, apenas muda de forma, como a água que deixa de ser rio para repousar como lago. Continua a ser água, continua a ser essência, mas agora habita outra paisagem. Já não corre com velocidade, mas reflete o céu com serenidade. É permanência, é horizonte, é eternidade.
E há também uma poesia nessa transição. Amar e depois ser amigo é reconhecer que a intensidade não é a única medida da verdade. É perceber que o amor não precisa sempre arder para existir — às vezes, basta iluminar. E nessa luz tranquila, descobrimos que o amor, mesmo quando deixa de ser paixão, continua a ser presença. Ele se torna companheirismo, cuidado, memória viva. Ele se torna amizade.
No fundo, o amor que se torna amizade é uma vitória contra o esquecimento. Ele prova que os encontros autênticos não se desfazem: apenas se reinventam. E nessa reinvenção, descobrimos que o amor, mesmo quando deixa de ser chama, continua a ser calor. Não como incêndio que consome, mas como brasa que sustenta. Não como tempestade que assusta, mas como horizonte que acolhe.
Assim, o amor que se torna amizade é mais do que uma transformação: é um testemunho de que nada do que é verdadeiro se perde. Apenas se transforma. E nessa transformação, encontramos talvez a forma mais pura de eternidade: quando o amor escolhe sobreviver em outra forma, não como paixão que devora, mas como amizade que permanece.

Amor...


Sou poeta e estou a fim de compor
Um poema para você meu amor.
Nossa maior vitória é amar,
Nosso medo é tudo acabar.

Vivo a sonhar, vivo a acreditar
O dia que eu hei de te conquistar.
Penso tanto em você mais tanto
Que às vezes eu me esqueço de viver.

Não vejo a hora de beijar sua boca
E viver essa paixão louca.
Essa noite eu tive um sonho,
Sonhei com você.
Que pena!
Mas só em meus sonhos
Eu consigo lhe ter.

A distância do nosso olhar,
Não se compara com todo amor
Que eu tenho para te dar.

⁠Amor fingido...
Amor fingido, amor bandido
Contigo eu vivi num mundo iludido
Corri perigo! Fiquei sem destino
Me ferir por causa desse amor maldito.

Fui fraco, eu admito!
Mas hoje não preciso do seu amor
Me esqueça! Estou indo embora,
Indo curar a minha dor...
Pois tenho o direito
De viver um novo amor

Nesse caminho eu vou
E só vou parar
Se um grande amor
Eu encontrar.
(Autor: Edvan Pereira) "O Poeta"

A paz de Deus não é ausência de dor,
mas a presença divina no meio dela,
um amor que guarda, cura e renova,
fazendo nossa alma florescer outra vez.

Falar de amor é falar do que é bom e aprazível aos nossos corações. Que possamos ter esse amor como guia da alma e luz em nossos caminhos.

Falar de amor é falar do que é bom e aprazível aos nossos corações. Que possamos ter esse amor pulsando em nós, mesmo quando o mundo parecer frio.

Falar de amor é falar do que é bom e aprazível aos nossos corações. Que possamos ter esse amor como força para seguir, perdoar e recomeçar.

Falar de amor é falar do que é bom e aprazível aos nossos corações.
Que possamos ter esse amor como presença divina em nossas vidas, o amor que cura, que compreende e que não exige nada em troca.
Que ele transborde de nós e alcance aqueles que mais precisam sentir o toque da graça de Deus.
Porque onde há amor, há paz; e onde há paz, Deus habita.

O amor verdadeiro floresce quando se consegue enxergar além das aparências e conectar-se com a essência do outro. Ele é feito de aceitação, respeito e, principalmente, da coragem de encarar a realidade com todas as suas dificuldades e imperfeições. Quando o amor e a realidade caminham juntos, tudo se torna possível. É nessa união que nasce a força para superar desafios, quebrar preconceitos e construir uma relação verdadeira e duradoura. O amor não escolhe rostos ou condições, escolhe só estar presente.