Paragrafos de Amor

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O sonho da razão produz monstros.

Francisco de Goya

Nota: Título de uma obra de arte do pintor espanhol.

O homem morre a primeira vez quando perde o entusiasmo.

Apenas um homem de gênio ou um intriguista se atrevem a dizer: «Fiz mal». O interesse e o talento são os únicos conselheiros conscienciosos e lúcidos.

Nós apenas trabalhamos para encher a memória e deixamos o entendimento e a consciência vazios.

As repúblicas acabam pelo luxo; as monarquias, pela pobreza.

A honra tem assim, as suas regras supremas, e a educação é obrigada a respeitá-las. Os princípios são que nos é sem dúvida permitido preocuparmo-nos com a fortuna, mas que nos é absolutamente proibido fazer o mesmo com a nossa vida.

Aqueles que nós definimos como os nossos dias mais belos não são mais do que um brilhante relâmpago numa noite de tempestade.

Viver é o meu trabalho e a minha arte.

Deve-se usar da liberdade, como do vinho, com moderação e sobriedade.

Desejamos fazer toda a felicidade, ou, não sendo isso possível, toda a infelicidade daqueles a quem amamos.

Se você olhar atentamente você verá que existe apenas uma coisa e somente uma coisa que causa infelicidade. O nome desta coisa é apego. O que é apego? Um estado emocional de aderência causado pela crença de que sem alguma coisa particular ou alguma pessoa você não consegue ser feliz.

É mais fácil refutar erros que descobrir verdades.

Fica provado que uma inovação não é necessária quando se torna demasiado difícil implementá-la.

Os acontecimentos políticos humilham e desabonam mais a sabedoria humana que quaisquer outros eventos deste mundo.

Todos reclamam reformas, mas ninguém se quer reformar.

O trabalho é amargo, mas os seus frutos são doces e aprazíveis.

A mais sutil loucura é feita da mais sutil sensatez.

A tortura é uma invenção maravilhosa e absolutamente segura para causar a perda de um inocente.

Considero a família e não o indivíduo como o verdadeiro elemento social (arriscando-me a ser julgado como espírito retrógrado).

A razão, sem a memória, não teria materiais com que exercer a sua atividade.