Parabéns pelo Nascimento do Filho
Visualizações através dos feitos moldados por mãos calejadas. Mas as escutas não seguem uma crença passada?
Frequência que se altera no ar inapropriado, revelando as pressões de uma natureza devastada.
Musicalidade que expressa o fluxo de vossas funcionalidades, demonstrando a lama das barreiras impostas pela mente.
Sintonização de energias naturais, mas os robôs apresentam os próprios ideais.
Partimos para o cinema, pensando nas literaturas não contempladas.
Mas percebemos diferenças contextuais, e os(as) professores(as) pedem os jornais.
Classe escolar que comenta sobre os filmes, cuja as críticas não satisfazem o próprio clima. Braile nas adaptações de uma vida, e as imagens não foram percebidas.
A noção de sentido fregeana é postulada como solução para um problema que dominou os debates em filosofia da linguagem no último século e levou o nome de seu autor, o chamado problema de Frege.
Livro de Max Costa. Filosofia da Lógica. Curitiba: Ed. Intersaberes, 2020. Pág.82
"Zoológico que recebe um público variado, onde as atrações sobrevivem com ajuda. Análises comportamentais durante o dia, e percebemos as semelhanças com nossas rotinas. Mas os ativistas apresentam vossas críticas construtivistas, só pensando em prisões não contemplativas.
Manifestações pelas liberdades dos animais, mas não estão mais em vossos territórios de origem. E a natureza muda, nos mostrando as ações do tempo relativo. Ciclo da vida de interesse do biologista Gregor Mendel, mas chamam a medicina veterinária para intervir nas falácias. Nisso encontram doenças, cuja à cura se encontra na própria natureza.
Saudamos uma visitação ilustre, na qual os interesses são corroboristas. Mas os críticos manifestam seus lados emotivos, gerando discursos indesejáveis. No entanto geram imagens, espalhando boatos de verdadeira incompatibilidade.
Parte do público fica surpreso com as atitudes da ilustríssima Jane Goodall, que se oferece a dar uma palestra. Contentamento dos funcionários e os(as) médicos(as) se interessam pelas esplanações, e és que aparece um Etologista chamado Konrad Lorenz e se junta a Jane Goodall.
Sistemas sensoriais atentos e começa uma brilhante explanação, até os conceitos de evolucionismo. Nisso parte da plateia fica indignada e se manifestam de forma inadequada. Com isso Konrad Lorenz intervém, tentando demonstrar as reações instintivas com o auxílio de Spike (um dos animais do zoológico), mas parte do público continuam indignados e outros se comovem com os comportamentos de Spike.
Críticas surgem no outro lado do parque, chegando aos ouvidos de Charles Darwin. Inconformado com os dizeres escutados, ele pega suas pesquisas e parte para o local da apresentação. Assim acontece um dos maiores encontros da humanidade, chamando atenção dos ativistas no parque.
Então Charles Darwin pede que os eufóricos se acalmem e tentem ficar concentrados em seu discurso sobre as espécies, nisso parte da agitação cessa e o público na plateia fica em silêncio. Com o auxílio de Konrad Lorenz, ele chama Spike e um voluntário da platéia, fazendo com que ambos interajam.
Entretanto, Mark, o voluntário da platéia apresenta uma reação diferente da euforia prévia, demonstrando um pouco de medo do Spike. Mas o cuidador de Spike dá uma voz de comando para ele abraçar Mark, e Spike o faz conforme informações recebidas.
O público percebendo as intenções de tal cena, passam a se questionar. Nisso Jane Goodall vendo o público em silêncio mas com expressões de admiração, pede para Konrad Lorez continuar suas esplanações.
Porém Charles Darwin pede à Konrad Lorenz que aguarde mais alguns minutos, nisso ele pega seu material de pesquisa e mostra parte da teoria sobre as "Origens da Espécie" e relata que levou 20 anos para ter coragem e pública-la.
O público ainda desnorteado, percebem uma sensação diferente no ambiente, enquanto Charles Darwin esplana sobre a "Seleção Natural das Espécies". Vendo o público admirado e com aparências oscilativas, um dos funcionários resolve chamar o nutricionista do parque.
Recebendo o convite oral, Carl Trent se sente inspirado e vai até a horta do parque. Nisso o funcionário retorna até o local das palestras e chama Konrad Lorenz para acompanha-lo, enquanto Charles Darwin continua sua aula.
Chegando na cozinha do parque Konrad Lorenz visualiza algumas bandejas com vegetais e o funcionário lhe apresenta o nutricionista Carl Trent. Admirados, o funcionário repara em uma semelhança entre o etologo e nutricionista..."
Filosofia de dúvidas relacionadas ao sentido da existência da natureza e dos seres vivos, mas atravessamos por tempos de incertezas vividas pelos pensadores mais renomados. Cada estudo da sabedoria nos demonstrou uma interconectividade, entre os seres vivos e os espaços, em um tempo alternado.
Porém os caminhos de construtivismos do pensar, nos remontou as etapas de diversos pensares. Entretanto nos expressamos através de capacidades relativas ao nosso próprio desenvolvimento temporal. E assim nos inspiramos em um ambiente estimulante, seja através de uma simples observação até uma vivência prática na natureza revelada.
Consciência dividida em etapas, onde uma conjuntura de opiniões se unificam em papiros e vossos livros. Mas como não pensar nas origens de objetos que despertam sensações corporais em cada seres vivos? E entramos em um ciclo contínuo, mas outras dúvidas surgem em um círculo de transformações magníficas.
E por um instante optamos olhar para cima, onde os olhos não conseguem visualizar. Universo de imensa variabilidade, e indivíduos se arriscam para descobrir o que acontece nesse imenso espaço. Assim ressurge os pensares, onde não se sabe ao certo, as origens dos primeiros olhares. Mas o tempo nos contempla com seres vivos exemplares e tentamos entender as manifestações individuais, sendo estas à origem dos comportamentos coletivos em espaços detalhados. Seriam as células unicelulares e procariontes uma junção de poeira cósmica?
Invadem seus meios de comunicação, a fim de obterem informações. Porém à natureza mostra vossas mentalidades e tentamos relembrar dos gênios da humanidade. Mas continuamos à modificar uma vasta floresta, atrás de pedras inseridas nos próprios seres vivos e assim nos tornamos cegos intelectualmente, pois uma pedra modificada, nos apresenta uma folha descolorida.
Lembramos de Martin Cooper e sua invenção comunicativa, mas temos de pensar no descobrimento dos minerais, nos remetendo à mais de 3.000 anos atrás. Porém fatos inesperados levantam questionamentos, onde Sócrates nos faz ler seus pensamentos. Mas deixamos de acreditar no próximo, onde uma cultura expressa suas convicções Sofistas. Conflitos de interesses, e vamos atrás de Rudolf Steiner, mas "Quem mostrou pela primeira vez à espiritualidade no planeta?"
No passado precisaríamos ser Nômades, a fim de obter tal informação, mas nos tornamos sedentários. E assim obtemos novos aprendizados, uma parte usando uma linguagem simbólica e outros(as) usando uma linguagem consensual. Mas um grupo invade à biblioteca e resolvem escanear todas as obras literárias, informações que antes eram obtidas pela memorização pessoal, passam a ser memorizadas por um sistema de máquinas.
Nisso surgem as semelhanças de capacidades humanas, até que assemelham as imagens. E surge uma nova dúvida, "Seria Deus uma máquina?"
"Era uma manhã de outono na pacata cidade de Tyohre, onde residia a família White. Ao acordar em sua pequena mas aconchegante cama, Gyouk White parece intrigado com o que havia acontecido durante seu sono. No entanto, ele ouve o chamado de sua mãe, Miss White: - Gyouk venha tomar seu café da manhã! Não esqueça do seu compromisso com Kimberley.
Ao lembrar do compromisso, Gyouk se apressa para trocar de roupa, escovar os dentes e descer para seu desjejum. Enquanto desce pelas escadas, lembra-se de ter ouvido o nome Anderson em seu sonho.
Chegando na cozinha, sua mãe com um belo sorriso no rosto lhe diz: - Bom dia filho! Aqui estão seu suco de laranja com maçã, torradas com geleia de morango e seus ovos mexidos. Coma!
Gyouk agradece Miss White e por alguns segundos tem outras lembranças de seu sonho, mas prefere não comentar com sua mãe. És que aparece Sr. White dizendo: - Bom dia filho! Eu conversei com sua mãe e decidimos que você deve ir sozinho encontrar-se com Kimberley.
Um tanto surpreso, Gyouk olha para seu pai e diz: - Posso ir de bicicleta? Certamente Kimberley gostará de irmos até a Biblioteca Pública de bicicleta.
Seu pai sem êxitar, concorda e lhe dá um beijo na testa, mas Miss White percebe algo diferente em Gyouk, e o olha por alguns segundos, tentando achar um diferencial. És que ela o pergunta: - Gyouk, você dormiu bem na noite passada?
Com uma reação um pouco inusitada, ele levanta da mesa e com uma expressão facial de tristeza lhe responde: - Dormi, sim mãe!
Então Gyouk vai até ela, e lhe dá um beijo no rosto.Miss White um tanto íntrigada com a expressão facial de seu filho, prefere não abordar mais sobre o assunto e diz: - Vá encontrar Kimberley, pois o tempo passa rápido!
Entretanto vem na mente de Gyouk à imagem de um edifício, que o deixa desnorteado por um instante. Mas para não alarmar seus pais, ele disfarça e vai para a garagem da casa, onde está sua bicicleta. Chegando na garagem escuta uma voz conhecida, que diz: - O dorminhoco está atrasado! risos.
Quando ele se vira, vê sua amiga Kimberley de bicicleta. Surpreso, Gyouk abre um sorriso e seus olhos brilhando vão em direção dos de Kimberley, que lhe sorri também. Então ele monta em sua bicicleta e os dois partem, rumo à Biblioteca Pública de Tyohre..."
By ADNC
"Ações institivas cujo o tempo se assemelha, natureza de variabilidade mas emoções corrompidas pelas próprias atitudes."
"Mostrei vossos pesares, mas não minhas alegrias. Saudades memorizadas com o tempo, onde não reconhecem o próprio tempo de vida."
"Pensam nos lucros, sem perceberem o clima. Imposições de uma história, no qual a Bíblia lhe demonstra as faltas."
o que temos visto e ouvido anunciamos também a vós outros, para que vós, igualmente, mantenhais comunhão conosco. Ora, a nossa comunhão é com o Pai e com seu Filho, Jesus Cristo.
1João 1:3 (ARA)
"Emoções reprimidas,
de um tempo não vivenciado.
Saudades na mente,
decifrando alguns relatos.
Vejo uma rosa,
e o jardim mostra uma falta.
Seguimos um texto,
onde os espinhos machucam.
Continuamos emotivos,
na esperança conclusiva.
Mas o tempo passa,
no desenrolar de um filme.
Arte expressada em uma tela,
nos revelando as cores da Aquarela."
"Gritos que ecoam pelas telas,
mas as tintas expressam uma bela imagem.
Espantos na visualização de tal quadro, revelando determinados boatos.
Detalhes não percebidos no momento,
e os críticos se orientam no tempo.
Literatura semelhante no palco,
onde os sons não estão corroborando.
Simbologia errônea em uma palavra,
e não entendem à verdadeira imagem.
Linguística vivenciada em uma época antiga,
nos mostrando a contemporaneidade perdida."
Visualizamos uma tela medieval, porém não enxergamos as formas. E lhe entregam um pedaço de papel, dizendo: "no mâ d es". Por um instante pensamos na linguagem escrita e não na visual. Seria uma cena, à reflexão de tal simbologia?
"Ouvi uma palavra de um estranho, mas estranhei as escritas de um Homônimo. Procurei conhecer mais sobre à palavra, e fui considerado louco pelas minhas amizades."
"Pegaram uma laranja no pomar, e me questionando visualizei uma maçã no ar. Achei estranho tal diferenciação, onde o ar mudava o instante. Relatividade perdida na natureza, e não vi comida na mesa. A dor foi profunda, onde não haviam essências justas."
"Justificamos nossas atitudes, mas não pensando no futuro das aves. Comportamentos introspectivos, nos trazendo um brilho nos ares.
Então busco uma verdade, esquecendo das malandragens.
Dou um tempo no raciocínio, mas sinto um vazio das partes.
Imagino um horizonte, onde se esconde à beleza estonteante.
Mas o vazio me consola, no momento de glória.
Batalha não disputada, mas foi perfeita à cavalgada.
Justas não disputada, na infinita inspiração de uma fada."
"Caminhamos pelo jardim, e me declarei com incertezas. Mas visualizei as linhas, que teceram vossas rendas. Então surgiram os beija-flores, nos demostrando vossos amores."
"Entrei na escola da vida, mas pensando nos livros indicados. Achei estranho o comportamento de uma senhora, que tricotava no pátio.
Nisso chega a diretora, com um cabo de vassoura. Forma-se uma fila, e não entendi à rima. Olho para o mastro, e de repente some o mastro.
Achei que estava perdido, mas fui hipnotizado. Cantaram uma música, e pensei nos livros passados. Contei minhas memórias, mas saí da escola.
Disseram que ainda não era o momento, e retornei para o parque. Revirei os livros, e vi uma árvore. Nisso caí uma maçã, e sinto saudades.
Dimensão de uma realidade vivida, e encontro o livro da minha vida. Mas aparece Santos Dummond, e o desespero toma conta dos ares. Ponteiros que se deslocam, nos jardins da falsidade.
Queria voltar naquela escola, onde disse algumas verdades. Porém Emmanuel não aprova e me expulsa do parque. Pareço estar perdido, mas ouço algumas vozes, não encontro os indivíduos, no ambiente desflorido.
Questiono tal acontecimento, e nisso aparece um senhor bem trajado. Mas o charuto é fedorento, e não gosto da fumaça. Escuto uma moça em uma sala, e o senhor está na mesa sentado. Olho para o papel e leio Sigmund Freud, achei estranho o nome e fiquei abismado.
És que aparece Joaquim, e meus olhos se enchem de lágrimas. Saudades dos ensinamentos, na velha morada. Corro para lhe abraçar, mas aparece Hyrten..."
- Relacionados
- Feliz aniversário para filho: palavras de amor festejando a data
- Parabéns, filho: frases de aniversário para expressar o seu orgulho
- Feliz aniversário de Deus: que o Senhor te abençoe e te proteja
- Meus filhos, presente de Deus: frases que expressam o seu amor
- Frases de Parabéns
- Feliz aniversário, mulher guerreira: frases de parabéns para celebrar seu dia
- Frases de aniversário para dar os parabéns (e tornar o dia mais feliz)
