Parabéns de fim de Curso
Limite do sonho
Em cada som ouço teu nome
Nas canções suaves, tão lentas
Cheias de amor em cada rima
E tão completas de saudade.
_ O que pensas tu,
se tão distante me tens,
se tão distante estamos,
e só tenho-te em pensamento?
Cada instante é temido
Sem teus braços e teus beijos,
E até teus olhos refletindo
Cada chama desse amor
E cada sonho desejado.
Sou só silêncio
Calando a madrugada
Em cada verso morto
Lacrimejado de palpite.
E por que temer distância,
se para o amor não há limite?
Eu por mim mesmo!
Só quero falar... Falar sobre coisas que não sonhei, mas pensei, umas não vivi, outras realizei, coisas incríveis, sensíveis, talvez tristes ou felizes... Falar do mundo, da verdade, dos humanos, de paisagem, de brincadeiras, dos encantos, das viagens, dos encontros... Falar de nada ou talvez tudo, mas ser sincero e não ser mudo... Falar irônico, com emoção, com graça, sem perder a razão, falar sem medo, sem segredo, com a alma e o coração!
E por alguma razão as lagrimas não saíram, elas que eram meu único consolo. Meus planos, meus sonho de alguma forma n se realizaram. A vida não ta boa, as PESSOAS não são boas. O coração é fraco e todo o q resta é podridão. Eu sinto como se tudo estivesse errado, mas me lembro que só é assim pq eu permiti, eu devia ter reparado nos alertas, devia ter pensado mais. Mas afinal, oq é certo, oq realmente é valido? Meu coração em frangalhos, clama por socorro. Mas eu quero distancia. Quero superar. Quero ao menos uma vez poder amar. Não importando com nada nem com ngm. E msm se isso nunca se tornar realidade, eu quero apenas ser FELIZ.
Olha-me com um jeito de que quer me pegar, com um jeito que quer me conquistar. Encara-me com um olhar de dominação, com um olhar de sedução, fingi que não me vê, sorri como se não fosse pra mim. Passa e empina o nariz, me seduz com seu andar, com seu jeito de segurar o copo e modo como fala. Sabe como eu sou, do que eu gosto e tenta me conquistar. Fingi que não gosta. Acaba me tentando, paralisa-se com meu andar em cima do salto alto, com a maquiagem, e o sorriso aparelhado. Fingi que não derrapa nas curvas do meu corpo, e acredita que jamais vai se apaixonar. Bobinho se apaixonou.
Eu gostei tanto de você,
quis te ter comigo,
aquele sonho de menina boba,
e você me esnobou,
Eu desisti.
Agora você vem,
sem mais nem menos,
me dizendo coisas estranhas,
e eu, dou risada da sua cara,
porque agora meu filho,
a única coisa que eu quero,
é o que você queria antes,
Curtição!
E isso não vai mudar tão cedo,
sabe né,
coisas novas, novas pessoas..
Tudo novo,
daí, num dá graça do velho mais!
Não é esnobação,
é só o que você também fez comigo.
Não consigo definir se sou sonhadora ou realista. Sou ambas. Complicada ou simplista? Não se tem como ser uma unica coisa, somos uma diversidade.
Qual o seu maior sonho? Ser médico? Ser modelo? Ganhar na loteria? Ou quem sabe, encontrar paz de espírito? Viajar o mundo todo? Ter fama? Tem gente que sonha com bens materiais, tem gente que só quer saúde, tem gente que quer de tudo. Sabe qual é o meu sonho? O meu sonho, é encontrar alguém que ame. Alguém que ame tanto quanto eu, que ame tanto o amor, quanto eu amo. Alguém que morra por amor, alguém que viva por amor. Alguém que, assim como eu, se exploda de felicidade só de fazer alguém feliz, alguém que se emocione ao falar de amor, alguém que esteja disposto a receber todo o amor do mundo, e disposto a dar todo o amor do mundo de volta. Alguém que não tenha medo de amar. Alguém que, assim como eu, nunca vai deixar de acreditar no amor.
NOSSOS SONHOS SERIAM, MAS NÃO SÃO.
Sinto muito! Mas não posso mais ignorar que esses meus sentimentos de encantamento não cabem no agora e nem mais nessa minha alma tagarela. As exigências da vida estão aí assinalando que fragrâncias desse amor evaporaram-se, apesar do meu torpor. Não vou dissimular minhas angustias em frases feitas, nem tão pouco privar os nós de minha garganta de se derramarem pelo meu rosto em teimosas lágrimas. Já não sei mais se essas lágrimas são eclosões de meus sentidos, ou dos meus muitos sonhos descabidos. Eu não tive intenção, mas quando dei por mim, havia consagrado a um amor minhas mais puras, simples e fortes emoções.
Acreditei na pureza das trocas e dos sentimentos, como uma criança acredita em Deus. Não importa. Reconheço que a vida é feita de fatias, de movimentos, de projeções contraditórias. Não existem bulas. Não existem fórmulas. Nos corredores da vida, os fatos têm sempre uma porta de entrada e outra de saída. E quando estamos no meio, nem nos lembramos disso. Ainda bem, porque só assim podemos desfrutar da sonoridade dos momentos para sempre inesquecíveis.
Aqui e agora, entretanto, minhas interrogações internas se fazem ávidas quanto à concentração de minhas forças, na tentativa inútil de encontrar a perfeição de minha realidade mágica. Nesta atmosfera, não se justifica mais nenhuma entrega. A distância também se faz presente em minha alma, e o silêncio, dos instantes e dos momentos, se coloca no lugar onde a alegria profunda de se estar perto era uma teia de felicidade em construção, quando os nossos sonhos seriam, mas não são.
SIGO SÓ
Depois dos nós,
depois de nós,
novamente,
sigo só
caminhando em frente.
E mesmo em meio a tanta gente,
sigo só.
O peso da bagagem carrego com vontade,
quero sair correndo do lugar,
quero romper o vento da estrada, voltar a namorar as madrugadas
e brincar com as loucuras dentro de mim.
Preciso da circulação dos poemas em minhas veias,
tenho sede dos versos e da lua cheia,
tenho fome das horas no tempo voraz.
E sigo só,
novamente,
depois dos nós,
depois de nós
ANDEI POR AÍ
Andei perdida caminhando por atalhos,
enfiada, que nem um gato, num balaio,
buscando as melhores partes de mim
Para, enfim, costurar pedaço por pedaço de meus retalhos.
Andei sumida na fumaça dos meus dias,
protegendo-me do calor de meus raios de sol incandescentes,
banhando nas cachoeiras frias de minha energia,
todas as incertezas, as minhas tristezas e uma certa melancolia.
Andei, por aí, hibernando nas tocas de meu inconsciente,
às vezes inteira e às vezes quase morta,
mastigando, entre os dentes, pedaços de saudade.
Buscava força e luz no fim do túnel
para ter coragem e força de seguir em frente.
O SONHO
Sonhei que
do mar selvagem
eu sorvia
o sal das lágrimas minhas
e, no amanhecer,
o calor do sol
minha saudade
derretia.
Ao acordar,
percebi
minh’alma
inteiramente
vazia
Mudaram-se os ventos
as formas
os dias.
Mudou o tempo,
o sonho,
a palavra,
a poesia.
Esmaeceu-se na alma
a alegria
a beleza,
a euforia.
Perderam-se nas horas
as certezas,
as vontades,
a sintonia.
Ficou o cheiro - no apelo da saudade
e lembranças perpetuadas
num álbum de fotografias.
Eu nasci em um mundo onde sonhos são apenas sonhos, e vou morrer em um mundo onde sonhos não são nada.
SONHO REAL
.Onde estava você
Enquanto eu sonhava?
Onde estava o amor?
Talvez tão perto
No meu imaginário...
Onde estava a saudade
Que me trazia felicidade?
Como nas boas lembranças
Como te amar fosse
Um sonho eternamente leve...
Onde eu estava?
Talvez em você todo o tempo
Onde o pensamento
Se mostra num constante
E verdadeiro sonhar.
Onde você esta
Eu agora acordado?
Aqui ao meu lado
Como ha de ser
Como se sonhando
Tudo se fez real.
"Talvez não seja só saudade..."
Eu não sei por onde começar. Aliás, nem sei se eu quero começar a falar sobre isso. É uma dor diferente. Um sentimento de perda... apesar de você ainda estar aqui, é como se não estivesse. É muito complexo e dificil, mas principalmente, triste. Triste porque aquilo que eu te disse, realmente esta se esvaindo agora. Eu ainda estou do seu lado, mas não sinto como se fosse o meu lugar. Isso me machuca. E você sabe o que eu faço quando algo me machuca. Eu simplesmente me afasto. Enquanto nos fizer sorrir, lembra? Mas eu não sorrio mais. Eu nem te faço sorrir mais. E não porque eu não quero, porque isso é o que eu mais queria agora... E pra te dizer a verdade, o ultimo dia que eu te vi, eu chorei. E feio. Porque eu sou a única culpada. Porque eu não soube seguir contigo. Porque eu exigi demais de você. Porque eu sinto muito. Sinto de um jeito que eu não sei explicar... É uma dor estranha, que dói no fundo e me quebra, me sufoca, me anestesia e me joga em algum canto por ai. Eu me sinto sem braços e nem pernas. Mas dessa vez eu tenho que me levantar rápido. Sozinha e de novo.
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