Parabéns de fim de Curso
Não fui eu que salvei essa cidade. Foram os inúmeros soldados que lutaram para salvá-la. Mas aquela guerra também matou muitas pessoas. Eu também tirei muitas vidas. Logo, não sou uma pessoa que merece elogios.
POEMA impreso en la contratapa del disco SINO de Mercedes Sosa
no hay sueño que alcance,
ni voz que se haga fuerte,
ni esperanza que aguante,
no hay un solo proyecto que sirva,
ni un sitio en la tierra
donde ser feliz,
ni sobrevive el sol,
ni brilla más una estrella,
ni me calma tu amor
ni la sonrisa de mis hijos,
si aquí cerquita mio,
hay niños con hambre
que acarician la muerte.
Solo hay una manera posible,
pararse de frente a la justicia,
abrir las manos, ponerse
el corazón encima
y salir a la vida
con toda la vida adentro
E num estalinho, acabo de descobrir que quem não pode me decepcionar JAMAIS, sou EU MESMA. Batendo a poeira dos joelhos, enxugando o rosto e partindo para a luta.
As subidas e descidas me levam cada vez mais longe como um trampolim, não vou parar e no ponto mais alto vou ficar.
Não se intimidem de lutar pelos seus direitos, imponha-os como se fosse embainhar uma espada para ir à guerra, sem lamentos e tormentos; não sinta vergonha de ter vencido dignamente ao labutar pela afirmação e concretização de seus direitos, pois o que a mim está oposto gera o equilíbrio de verdades conflituosas que se resolvem na simultaneidade daquilo que é real, concretizado, a favor do que a mim se assegura no ápice da pirâmide legal, moral e ética, onde bebemos de nossa validade.
“Não importa o que irão falar por todas às vezes que você cair; recomece quantas vezes for necessário, Deus o levantará."
Ilha de pedra
Desesperou-se em fuga e remou forte, com muito peso de bagagem em tempestade naufragou
Flutuava sobre as águas inconstantes, adormeceu, o que sonhava em paz por instantes acordou
Não sabia onde estava, era frio incessante, doía nos ossos, sua alma amedrontou
O nascer do sol levava calor, sede, fome e esperança a quem se perguntava “quem sou?”
Não cessou seu inferno solitário, era muito quente, sua intensidade rugia e se desfazia
Não se pode ficar tanto tempo exposto ao sol, garganta seca, pouco gritava, pouco dizia
Neste mar de pedra não há abrigo que resfria, que agonia
Ali adiante haviam as águas e um vasto precipício de onde saltar
O medo das pedras afiadas exaltavam o grande risco de se detonar, machucar
O quão profundo e seguro seriam aquelas águas pra se mergulhar?
Quanto tempo sobreviveria ao sol a desidratar e queimar?
O impiedoso tempo indagava e obrigava uma escolha sábia tomar
Não se sabe como partiu
No fim desta história sabe-se apenas que foi o sol ou mar
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