Para uma Amiga que Gosta de Carros

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O gênio é aquele que, a cada dia, faz a mesma coisa de que gosta durante muito tempo, até adquirir uma habilidade refinada e ímpar.

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💥 Quebre os quatro “nãos” do fracasso: 1️⃣ Não quer fazer. 😴 2️⃣ Não gosta de fazer. 😒 3️⃣ Não faz porque é difícil. 💪 4️⃣ Não faz porque tem medo. 😨 — A vida é um jogo mental. 🧠

Não se entregue a tristeza,
E nem se atreva a chorar
Quem não gosta de você
Amaria festejar,
O pranto que empataria
A sua luz de brilhar!

⁠O Invejoso Gosta de Competir

⁠Ninguém Gosta de Ser Pressionado Mas a Maioria Gosta de Pressionar.

"O passo mais certo que eu dei na vida foi sempre tentar gostar de quem gosta de mim, assim sendo aprendi a gostar também daqueles que não gostam de mim. O primeiro caso prá mim é obrigação, no segundo caso é Caridade...e sem "caridade não há salvação!".
Bom dia!
☆Haredita Angel

"Prá quem gosta de mim, fale bem; é o que querem ouvir...
Prá quem não gosta de mim, fale mal; é o que querem escutar...
Eu, não me prendo a comentários.
Entre risos, rugas e lágrimas... me solto!
Já sei que no final nem sou o que ouviram e nem o que escutaram!"
☆Haredita Ange

Porque você fica fingindo que não gosta de mi, mas quando você vai dormir grita meu nome.

Às vezes penso que você não gosta, mas de mim.

Não sei porque você tem ciume se não gosta de mim.

Religioso gosta de igreja quente, mas tem coração congelado.

O homem que trabalha,
Tem a sua recompensa.
O homem que faz o que gosta,
Tem outro prazer.

É bem verdade que ela gosta, às vezes, de ser a caçadora. E se você não reagir ao primeiro tiro, ela pode até se reaproximar de você. Mas o segundo disparo não será na perna!

O verdadeiro artista,
gosta e tem orgulho de ser lembrado e reconhecido pela sua arte.
O medíocre pseudo artista,
se realiza ostentando as conquistas materiais e a posição social que adquiriu através da arte.
Para o artista real, será a arte em si,
a realização total.

O destino é um escritor sádico que gosta de colocar pontos finais onde a gente só queria uma vírgula, e exclamações de dor onde o silêncio seria mais caridoso. Eu tento retomar a caneta e escrever meu próprio rodapé, mesmo que seja apenas para protestar contra o enredo.

A vida passa rápido demais para perder tempo trabalhando naquilo que não gosta.

Pare de repetir os problemas para você, para seus amigos, para seus parceiros. Ninguém gosta de ouvir problemas. Pense e crie soluções. Encare-os como desafios e vença-os. Seja criativo. Quanto mais fraco você se julgar, mais os problemas se fortalecerão. Então deixe de ser chato e Seja a solução.

Embalos de um sábado a noite em Araxá

Em meu estar presente nas ruas e nos lugares em que gostaria de estar tornou-se pouco comum, depois que fui apresentado e apaixonei-me. Tudo tornou-me a ter uma valor absorto entre tantos valores de ser e tempo e espaço,no confinamento de amar e poetar. Despido de qualquer quimera ideológica, me vejo um restício de gente seguindo rastros de saudades delirantes. Velhos amigos sinto falta, mas o tédio não faz morada e então me lembro de que tudo é relativo e vivo a poetar, sentado a beira do caminho, uma vida em desnorteio. Na rua de minha cidade sento-me em algum lugar no alto da avenida mais movimentada e badalada, tenho uma visão privilegiada, olhos de águia e cão farejador que a tudo cheira e investiga, e a denuncia não habitam em mim, não sou dedo duro, a isso eu esconjuro. A alma esta alerta a pouca distancia da rua e de seus desfechos em episódios feito nas telas de tramaturgia na TV . Aos meus olhos repousam na matéria a ser impressa são reduzidos pela efervescência da vida, ali dinamicamente humana , minha vida existência de ser um poeta em uma cidadezinha como Araxá em interior do vasto e rico estado de Minas Gerais. Olho,nas calçadas da avenida top dos fins de semana na cidade nos barzinhos mais badalados pela burguesia, nata araxaense, reina muitas vezes a podridão da discriminação social, já nem é mais racia a muito tempol deu lugar a social ,desde que se tenha dinheiro não importa muita coisa pra aquela gente hipócrita, uma burguesia incógnita que cada vez que mais se distancia dos pobres coitados e mais se sentem melhores . Passeiam enrriquietas as burguesinhas , estacionam perplexas , cabelinhos padronizados salto alto Luiz quinze, o rosto todo borrado, feito Pierrô retrocesso , em pingos de brilhos de meiguisse escondendo a fera que a por dentro delas em busca de fama e dinheiro dos otários que se acham ao melhorarem um pouquinho de vida, conseguindo um empreguinho melhor em alguma grande firma ou coisa e tal. Vejo casais de namorados abraçados felizes para os que vêem de fora e infelizes ao extremo por ele mesmos por viverem de aparência , em suas casas deixaram os filhos pequenos com as avós passando necessidades e saíram para festas de patricinhas que pagam muitas caixas de leite para matar a fome dos que ficaram em casa, isso tudo em nome da ostentação. Os que dirigem seus carrões novos zero quilômetros importados , muitas vezes devem muito mais que ganham a vida inteira, hipócrita bobeira. Uns matando aula com cadernos na mão e cigarrinho na outra logo absorvidos pela corrente humana da avenida . Carros em alta velocidade sem preocupar-se com a gasolida que esta em alto preço, so oque importa aos boyzinhos é impressionar as patricinhas doentes por aparências: marcas, motos , alto-padrão de qualidade, forte, barulho,exatidão,e vencedores é o que elas querem. A avenida é um contra-ponto de tudo dois mundos tão distantes e tão juntos igualmente imundos: o céu que é ilusóriamente céu e é na integra o inferno , e o inferno real que é retratado pela falta de tudo , até mesmo da dignidade humana. Homens e mulheres na captura de um final de semana, ciclistas em aceno de reconhecimento ou desejosos de serem reconhecidos por algum figurão da sociedade local e conseguir na segunda feira um horário pra entrevista de emprego. Cãezinhos bem tratados sob a tutela de madames cheirando forte aromas de mulheres velhas e vira-latas esses sim na maior farra , se lixando pra convenções . O mergulho no formigueiro humano lembra-me a poesia escrita, essa agora que agoniza nas etantes de bibliotecass e ninguém quer nem saber que elas existem quanto mais ler. Vez e outra ouço o garçon: mais dois chopes? Dois é claro! Tarde assim dia atípico final de semana movimentado em Araxá coisa inesperada inexplicável , mas é, e assim nasce mais um verso que tanto sonho em escrever , mas para que escrever versos , se ninguém aqui quer saber de outra coisa agora nessa tarde da madrugada, já são quase quatro da manha e só o que se tem são orvalhos , pingos em gotas caídas de graça do céu , a única coisa de graça nessa noite tão poética e sem nenhuma ternura da parte cidadã, é também esta poesia que entre tanta lama e podridão , fez-se um texto poético a que se retrata a verdadeira realidade de vivenciar os embalos de um sábado à noite em Araxá,só nos vem reforçar a efêmera fórmula milenar de que no meio do mais tenrro estrume dessa vida é que se nasce a mais refinada em encantos flor da poesia.

Se você não gosta do que está recebendo, experimente observar o que está emitindo.

Ou você muda, ou tudo se repete!

É a lei da vida!

"Você sabe exatamente o que precisa fazer.
Só não gosta da resposta."