Para sempre
Não sofro distúrbio de consciência. Sempre fui verdadeiro em tudo que fiz!
Mesmo atras de um fake, minh'alma é sempre a mesma, a mesma essência.
O que sou é o que você vê, se tens dificuldade em me ver, então falta lhe essência no coração.
O menos pra mim é sempre mais..
O simples pra mim é sempre o mais bonito
Não quero poetas e poesias, o teu melhor poema eu não preciso ler... Eu sinto!
O que tu tens por dentro! Essa é sua mais bela poesia.
Quando estiveres doente e na pior, aqueles que sempre te amaram, vão pedir outra pessoa limpar seu ranho.
Te amo duas vezes...
Eu sempre amei você,
desde o início,
desde o silêncio,
desde sempre...
desde o nada que já era tudo.
Antes de saber quem você era,
antes de entender o que seria
na minha vida.
Não sei se foi o poder da chama gêmea —
da junção divina —
mas te amei bem antes...
Talvez seja a força das almas,
o laço antigo,
a chama gêmea —
essa união que não se explica,
mas que se sente...
com a pele,
com o coração.
Não sei se fui eu quem amou primeiro,
ou se apenas reconheci
um amor que já me habitava.
Quando soube de tudo,
não houve espanto,
nem dúvida.
Só permaneci —
amando.
Como se já soubesse.
Meu corpo já ansiava o seu,
meus pensamentos já te buscavam,
meu coração…
já era teu.
Já amava com toda a intensidade,
já sentia saudade.
E eu, sem perceber,
já tinha desistido de tudo
por você.
Não sei onde termina o amor
e onde começa a conexão de almas.
Talvez nem exista fronteira.
Porque, se for assim,
em total lucidez,
declaro —
nesta vida corpórea
e na outra espiritual —
eu te amo duas vezes.
Talvez nunca tenha sido depressão…
Sempre pensei que a depressão fosse excesso…
sentir demais, transbordar por dentro.
Mas, outro dia, ouvi que talvez seja o oposto:
a falta.
E, de repente… fez sentido.
Atualmente, todos se veem
como depressivos…
E muitos estão apenas no lugar errado,
entre pessoas que não sabem acolher…
como um peixe fora d’água,
tentando respirar onde não há vida.
E tudo o que querem
é que o afeto que oferecem
um dia retorne.
São almas gentis,
que não se encaixam em um mundo
onde a hipocrisia virou costume.
Porque, às vezes, não é sobre sentir muito —
é sobre sentir o suficiente em um universo
pequeno demais.
Com seres presos em uma caixa
de autossuficiência…
onde não enxergam o próximo.
E, então, se decepcionam…
principalmente quando são
esquecidas, ignoradas, diminuídas.
Mas, lá no fundo —
bem no íntimo —
sabem.
Sabem que são luz.
E talvez doa justamente por isso:
porque sentem quando tentam apagá-las.
Sentem tanto…
que, às vezes, nem conseguem entender
o que se passa dentro de si.
E é nesse silêncio confuso
que nasce o chamado:
aproximar-se de Deus.
Não como fuga —
mas como reencontro.
Porque há um despertar acontecendo,
mesmo que doa, mesmo que pese.
E todo crescimento…
carrega um pouco de sacrifício.
Entre dois mundos
Não sou do tipo “normal”.
Mas eu sempre tive histórias
que não cabem no comum.
Logo depois da adolescência,
vivi algo que nunca esqueci.
Acordei…
ou achei que acordei.
Levantei da cama
e caminhei até a porta do quarto.
Tentei abrir.
Uma vez.
Duas.
Várias…
Nada.
Foi então que, sem entender,
olhei para trás —
e me vi.
Deitada.
Dormindo.
Havia duas de mim no mesmo espaço:
uma presa no corpo,
outra presa no quarto.
Me aproximei devagar…
como quem teme atravessar um espelho.
Tentei me acordar —
toquei, chamei…
mas era como tentar alcançar o vento.
Voltei até a porta.
Insisti mais uma vez.
Nada.
Então desisti.
Voltei para a cama.
Sentei ao meu lado
e, meio irritada, meio rendida, falei:
— Já que não consigo sair…
vou ficar aqui,
esperando você acordar.
E esperei.
Sem saber o que havia lá fora,
sem saber se alguém poderia me ver,
sem saber, sequer,
onde eu realmente estava.
Depois…
acordei.
Como se nada tivesse acontecido.
Mas, aos poucos,
as lembranças foram voltando —
como ecos de um lugar
onde ainda existo.
Nunca entendi
por que fiquei presa naquele dia.
Mas entendi outra coisa:
eu vou.
Vou a lugares,
tempos,
dimensões…
E, às vezes,
nem preciso estar dormindo.
Sempre vivi
entre dois mundos.
E, por muito tempo,
tentei negar isso.
Fingir.
Me encaixar.
Ser outra.
Hoje, não.
Outro dia, disse
a uma das minhas Pessoas Favoritas:
— Eu sou assim.
Ou me aceita…
ou não.
Ela ficou.
E, desde então,
não questiona mais —
admira.
Talvez porque, no fundo,
todo mistério só assuste
até encontrar
quem não tenha medo de olhar.
E eu aprendi:
não existe calmaria
sem a coragem da verdade.🌙
A vida é como uma novela, dependendo de como se acorda sempre vamos interpretar no nosso dia a dia um personagem diferente (da gente).
Por quê?
- Ficção é mais fácil de interpretar do que a nossa própria realidade.
A vida é uma caixinha de música, temos sempre que dar corda para que a nossa bailarina interna (alma) dance conforme os passos sincronizados dela.
Elas se desprendem e lançam voo e quando se percebe continuam e sempre continuarão ali... e é impressionante como o cordão umbilical torna-se tão elástico que vem e volta e as vezes se perde dentro dessa alma gestacional fértil chamada mãe que apenas agora as observa nesse ninho vazio chamado vida.
Priorize em tua vida, pessoas que sempre estão ao teu lado nas derrotas e conquistas, te estendem a mão ante uma queda e também de mãos dadas contigo te ergue para o céu e contigo esbraveja o teu grito de vitória!
DIVAGAÇÃO DA POESIA
(O Despertar do Poeta)
Contemplo o anoitecer
e a vejo sempre ali…
fulgente, a lua minguante,
naquele vaivém como uma
gangorra; as estrelas
cintilantes fazem algazarra
num torpor pueril e brincam
com ela no céu…
As demais, sorridentes e
arfantes, dançam graciosas
com fadas e querubins, feitos
num esboço colorido e vibrante
em pedacinhos de papel…
Sinto-mecativo e emoldurado,
onde o vazio permeia meu espírito
num rebuliço de ideias…
Ou será apenas a ribalta
de um cenário infante?
Onde estão as palavras? Onde
está a poesia que emoldurava
a minha mente?
E o papel pergaminho, onde eu
fazia manuscritos soltos e os
soprava pelo caminho?
Onde andará a minha inspiração?
Serei eu umlírico solitário, orbitando
dentro de mim mesmo, nessa fugaz
divagação?
Ouço, agora, o tique-taque do relógio,
do tempo que me desperta desse
instante…
Onde, mais uma vez, o meu sonho
élúcido e eloquente.
Lu Lena / 2026
Nunca dependa de ninguém. Lembre-se sempre: você nasceu sozinho e morrerá só. Portanto, a única pessoa que precisa de você é você mesmo — e Deus.
Respire fundo, olhe para o céu e diga:
— Mostre-me o caminho, Pai!
Lu Lena / 2026
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