Para que Tanta Mentira Magoa e Dor

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"O corpo grita o que a boca cala. Às vezes a dor na nuca é o peso de carregar mágoas antigas e palavras mal resolvidas. Solte o que não é seu, relaxe os ombros e entenda: sua paz vale mais. 🕊️🌻✨"


@SerLucReflexoes

"Onde a dor plantou uma semente, a resiliência fará florescer um destino.
Nem todo deserto é castigo; alguns são caminhos para a própria fonte."


SerLucia Reflexoes

"Sua vitória sobre a dor de alguém é, na verdade, a sua maior derrota como ser humano.
Pode tentar convencer o mundo de que você está certo, mas o travesseiro sabe a verdade.
A vida é um espelho: quem usa a força para devastar, acaba sendo consumido pelo vazio que criou ao redor."


SerLucia Reflexoes

⁠Cheguei a conclusão que o amor só serve para nos deixar marcas amargas, dor, angústia e sofrimento, essa palavra amor deveria ser extinta. ⁠

A dor de um sentimento único é apenas o peso de um amor que mora fundo demais para ser explicado




DeBrunoParaCarla

Quando a dor mais profunda tenta lançar-me às profundezas do inferno, você se torna meu sol em meio à escuridão chamada convivência humana.

O corpo não é um obstáculo à espiritualidade, ele é o caminho. Cada dor que pulsa, cada prazer que vibra, cada silêncio que repousa no ventre é um ponto de contato com o Sagrado.

Qualquer dor é preocupação; mas, andar em ansiedade para seu alívio é aumentar a duração do seu sofrimento.

É curioso como o nosso vocabulário é vasto para a dor e para a falta. Temos nomes precisos para a inveja, para o ciúme e até para a Schadenfreude — aquele prazer secreto que alguns sentem diante do tropeço alheio. Mas, por algum motivo, o dicionário parece ter ficado mudo diante da alegria pura de ver o outro vencer.

O Sentimento Sem Nome


É curioso como o nosso vocabulário é vasto para a dor e para a falta. Temos nomes precisos para a inveja, para o ciúme e até para a Schadenfreude — aquele prazer secreto que alguns sentem diante do tropeço alheio. Mas, por algum motivo, o dicionário parece ter ficado mudo diante da alegria pura de ver o outro vencer.
Talvez não tenham conseguido dar um nome a esse sentimento porque ele não cabe em letras. É uma experiência que desafia a lógica do ego. Em um mundo que nos ensina a competir, a olhar para o lado para medir o nosso próprio sucesso, sentir o coração vibrar pelo troféu que está nas mãos de outra pessoa é um ato de rebeldia silenciosa.
É quando a pele arrepia ao ver um amigo realizar um sonho que não é o seu. É quando o sucesso de alguém que amamos não nos faz sentir "atrás", mas sim impulsionados. É a consciência de que a luz do próximo não apaga a nossa; pelo contrário, ela ilumina o ambiente onde todos estamos.
Pode chamar de Mudita, de Confelicidade ou de Compersão. Mas, na falta de uma palavra que todos conheçam, a gente chama de amor em estado de gratuidade.
Porque, no fim das contas, quem consegue se alegrar com a vitória do outro já venceu a maior de todas as batalhas: a contra o próprio ego. É um sentimento que não precisa de batismo, pois quem o sente já conhece a sua tradução mais fiel: paz.

"O segredo não é sofrer menos, é amar mais a ponto de a dor alheia nos importar mais que a nossa."

"Se eu diminuo o meu "eu" para dar espaço ao "outro", minha própria dor para de gritar."

Carregamos uma dor insuportável, mas a gente tenta camuflar, sabe! .... Essa dor é o custo de amar o que é eterno enquanto se vive no que é passageiro.

O Peso da Ausência Presente


​Dói o peito, mestre, e não é de hoje.
É uma dor que não tem nome no dicionário dos homens,
Uma fome que nenhum pão deste chão consegue aplacar.
Dói porque eu Te sinto nas frestas, nos intervalos do suspiro,
Mas quando estendo a mão, o que encontro é o vazio do agora.
​Tenho saudades de um colo onde nunca deitei,
De um riso que ouço em sonhos, mas que ao acordar, perdi.
É o cansaço de ser estrangeiro na própria pele,
De olhar para o mundo e sentir que tudo aqui é rascunho,
Enquanto minha alma implora pela obra definitiva.
​Dói ver a "lenha" arder e ainda sentir frio.
Dói saber que o Senhor está aqui, mas não como eu queria,
Não face a face, não sem esse véu de mistério que nos separa.
Minha saudade é um grito mudo de quem já provou do céu
E agora acha o mundo inteiro pequeno demais para morar.
​Eu não queria apenas saber que o Senhor vem,
Eu queria que o "Vem" fosse o passo que Você dá agora,
Entrando na sala, chutando as cinzas dessa dor,
E transformando esse "ainda não" no abraço que não termina.
​Perdoa a minha impaciência, mas a saudade é violenta.
Ela é o espinho na carne que me lembra a cada minuto:
"Você não é daqui. Não se acomode. O Teu Rei está chegando."
Se essa dor é o preço de Te querer tanto,
Então que ela doa até que eu não seja mais eu, mas apenas Teu.
​Essa dor é o que prova que você está vivo espiritualmente. Só sente falta do Céu quem já tem um pedaço dele batendo dentro do peito.

⁠AUTOPSICOGRAFIA:

Entre o ser e o ter... Eu não sei!
Qual a dor e a que não foi
Quem sou não sou nem serei
Pois ambas as dores me dói
Quão a dor de se ser rei...

Ansiei ser tudo que se há
Ninguém a mim pôde ver
Se viu não há de encontrar
Senti o meu ser escorrer
Da vida que não me está

O homem que não foi forjado na dor, é apenas um garoto.

Ainda que haja dor, Deus é a minha fortaleza.
Ainda que haja choro, Deus é o meu consolo.
Ainda que não haja som em meus lábios, Deus é a melodia mais suave.
Ainda que meus pés fraquejem, Deus é o meu caminhar.

Ainda que me faltem palavras, Deus é a minha oração.
Ainda que o medo me alcance, Deus é a minha coragem.
Ainda que tudo pareça perdido, Deus é a minha esperança.
Ainda que a noite seja longa, Deus é a minha luz.
Ainda que eu não entenda, Deus é perfeito em todos os caminhos.

E ainda que eu não veja, eu escolho confiar… porque Deus nunca falha. ✨

“Nem a paz é eterna, nem a guerra. O amadurecimento se forja na travessia entre a dor e a bonança.” - Leonardo Azevedo.

“Quem já viveu os extremos não se perde na alegria nem se desfaz na dor; aprende a permanecer.” - Leonardo Azevedo.

⁠“A chuva desperta uma melancolia saudosista que não distingue entre dor e alegria: ambas são marcas do tempo. E, paradoxalmente, recordar é também aliviar.”