Para o nosso Filho Fruto da nossa Uniao
A ansiedade é como uma tempestade dentro da nossa mente, um turbilhão de preocupações que parecem nunca se acalmar. Mas é importante lembrar: ela não define quem somos. O segredo está em aprender a respirar, a encontrar pequenos momentos de paz no meio do caos. Porque, mesmo quando o medo tenta nos consumir, temos o poder de buscar a serenidade dentro de nós.
Escutei teu chamado
Ouvi tuas preces
Disse o vazio do espaço
Em resposta a nossa completa insignificância...
Estado de graça: “Minha nossa! Nem em sonhos poderia imaginar tanta coisa grande ao alcance de um passo!”
Estado de raiva: “Mas por que, caramba, demorei tanto no pequeno, com toda essa imensidão pedindo para ser vivida?”
A vida nos desafia, mas é na luta diária que encontramos nossa verdadeira força interior. A mente se expande com o que é complexo, o corpo se torna resistente com o esforço, e o coração ganha profundidade ao lidar com o que é humano demais.
Não podemos controlar o que acontece ao nosso redor, mas podemos escolher como reagir. Por isso, viva, sonhe e celebre cada momento. E lembre-se: nos tempos difíceis, você não está sozinho.
Eu sei o que está passando: depois de tudo, não há retorno para nós.
Os caminhos não vêm em nossa direção,
nem seguiremos por trilhas que nos levem de volta.
Somos fagulhas minúsculas,
que o tempo soprou para longe,
incapazes de se reunir,
E jamais formar de novo
as gotas de esperança adeus.
A gente se entende no silêncio, no olhar — como se nossas almas conversassem numa linguagem só nossa. É algo tão natural, tão intrínseco, que se confunde com a rotina e, sem alarde, vai tecendo os fios da história que construímos juntos, dia após dia.
Nem sempre quem está perto de nós está junto de verdade, às vezes mesmo tendo muitos a nossa volta continuamos sozinhos!
Não podemos tirar a dor de alguém com as mãos,
mas podemos estender a nossa mão para alguém segurar.
Isso significa que o peso das adversidades ficam mais leves
quando temos com quem contar.
Não é apenas a nossa força que nos torna fortes. A força, por si só, pode ser apenas um escudo — firme, mas muitas vezes vazio, incapaz de revelar quem realmente somos. O que verdadeiramente nos engrandece é a ousadia de encarar nossas fragilidades de frente, de assumir nossas limitações sem vergonha, de compreender que até o mais valente dos corações também conhece o peso do cansaço.
Reconhecer nossas fragilidades não é sinal de fraqueza, mas de sabedoria. Porque é no espaço entre aquilo que podemos carregar e aquilo que não conseguimos sustentar sozinhos que a vida se revela em sua essência: feita de partilhas, aprendizados e humanidade.
Nossas quedas nos ensinam caminhos que a vitória não mostra. Nossas lágrimas irrigam a terra fértil onde floresce a compaixão. Nossos limites, longe de nos diminuir, nos lembram que a perfeição não é o destino, mas a ilusão. O verdadeiro crescimento não está em ser inabalável, mas em ser inteiro — e ser inteiro significa acolher tanto a luz quanto a sombra que nos habita.
A fortaleza que não conhece rachaduras é frágil, porque qualquer impacto a destrói. Já aquela que aceita suas fissuras se torna invencível, pois aprende a se reconstruir sempre.
A grandeza está em compreender que não precisamos vencer todas as batalhas sozinhos, nem ser eternamente fortes diante de todos. A grandeza está em ser humano: vulnerável, mas persistente; limitado, mas infinito em capacidade de recomeçar.
E se a beleza
fosse um estilo de vida?
O descanso,
O encontro
O silêncio.
Nossa alma,
anseia por paz
A beleza é Cristo.
🍁
A dor é inevitável; ela vem quando precisa vir. Mas permanecer sofrendo por ela é decisão nossa. A dor acontece, o sofrimento a gente escolhe continuar.
Que a nossa existência seja para acolher a verdadeira manifestação de nós.
Para Carl Gustav Jung quem olha para fora sonha, mas quem olha para dentro desperta.
Visão de que mascaramos nossa existência Vivendo de acordo com os padrões sociais .
Temos que escolher os locais mais bem frequentados, produtos de grifes, veículos e moradia de luxo, acumularmos títulos para sermos reconhecidos pelo conhecimento adquirido, precisamos manter a forma e aparência física ideal, entre tantas outras coisas. É claro que essa não é uma realidade para todos, mas é o que a maioria das pessoas almejam, enfim, existimos para compormos uma teia de superficialidades, passamos a vida correndo em círculo, sendo escravizados por uma existência vazia, embasada em papéis ou posições sociais, posses, aceitação e reconhecimento externo que trás uma falsa sensação de realização.
Mas tendo alcançado tais realizações ou não, no final das contas nada disso faz diferença, pois a verdadeira realização vem de dentro, vem do encontro com a nossa essência, vem da descoberta daquilo que há de genuíno em nós, da aceitação das nossas limitações, fragilidades, imperfeições, vem da liberdade de podermos ser apenas nós mesmos, sem medo dos olhares externos reprovadores.
Nada pode ser mais valioso do que podermos viver livremente, sem medo, sem necessidade de corresponder às expectativas alheias, entendendo que essa vida é passageira e estamos aqui apenas de passagem.
O "feitiço" nos afastou;
Penetrou tão fundo na nossa relação como negritude...
Os idosos são, em sua maior parte, as grandes vítimas.
Ah! E como o feitiço pegou-nos de jeito — de um jeito tão belo que sustenta as igrejas.
A negritude dança ao som do colono, finge — ou, por ignorância, finge demência — e afirma que é coisa de casa.
Filhos culpam os pais pela suposta "má sorte".
O feitiço chegou mansinho, como quem veio fazer amizade, mas apenas para plantar discórdia e destruir.
Irmãos acusam uns aos outros... por conta do feitiço.
Poxa vida! A coisa se enraizou tanto no ADN africano, que os pretos declararam guerra uns aos outros.
Que invasor sagaz, voraz, impiedoso!
Uma máquina muito bem projetada, uma artimanha para enriquecer as igrejas.
O oportunista que vive e se robustece às custas da ignorância daqueles como eu e tu — que confiamos o nosso futuro ao colonizador.
Ah, preto ignorante...
E quando fazes as tuas preces, em que língua as fazes?
E a quem são dirigidas?
E as coisas que tu mesmo fazes para a queda de Alkebulan, tua terra-mãe — por que não as consideras feitiço?
Viraste-te contra a tua árvore ancestral e a maldisseste,
Em nome da branquitude que hoje te convence de que os teus bisavós, avós, pais e irmãos são feiticeiros...
A razão pela qual tu não prosperas.
Andas atrapalhado e confuso desde que desmamaste da lei dos teus ancestrais;
Maldizes os conhecimentos que te foram confiados;
Profanas e deixas que estuprem a terra que te viu nascer e crescer.
Ó, muitos se intitulam "sonhozinhos", novos senhores da plantação — os que seguram o chicote em nome do seu Deus branco.
A mediocridade e a falta de consciência andam de mãos dadas contigo.
O que seria, de facto, separar a semente que gerará uma grande e frutífera árvore, daquela que, para sempre, será semeadora de discórdia?
Ora, é entendermos que, dentre nós, há aqueles que não mais fazem parte da pretude — embora tenham a cor e características iguais às nossas — são empregados do Ocidente;
Uma praga mortífera;
Uma árvore cujo odor exala a morte.
Então, meu caro preto, você é apenas mais uma pequena engrenagem que se acha a própria máquina.
Eles nunca te olharão da mesma forma.
Você quer realmente saber como eles pensam de nós, até nas suas filosofias?
Ora, leia Kant, David Hume, leia Tocqueville — todos aqueles que você considera deuses do saber.
Procura saber o que pensavam sobre os pretos.
Sob circunstância nenhuma eles te olharão como um deles, mas sim como uma mera coisa insignificante.
Continua...
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