Para Falar de Si Mesmo
Juro, não pensei como eu poderia errar, eu quis apenas cuidar, mas aquela proteção, mesmo tanto amor, eu a machuquei quando achei ser o melhor; querendo poupar você de quem me deu a luz, alguém que perseguia você, não me queria com você; talvez não saiba, mas quantos anos eu vivi guerras, éramos menores, eu só queria estar com você, mas este alguém não deixava e mesmo assim, tantas vezes eu passei por cima; todo inferno que vivi, eu vivi para encontrar meu céu em você.
Lembra daquele cara, aquele que deixou o curso, quando você mandou mensagem querendo ajuda, querendo falar comigo; você podia ter escolhido qualquer pessoa, tantos amigos você tem, tantas pessoas que te amam; mas você me quis, você me pediu chorando: preciso de você; e eu disse estou indo, saí do curso e voltei; quando vi você chorar, meu coração rasgou, eu quis abraçar você, cuidar de você; sem querer que soubesse de onde eu vim; saberás um dia, eu vim por amor e sempre por você: eu deixo tudo.
Não quis que pensasse errado; quando tudo que faço por você, eu fiz por amor; cada mensagem sua, cada palavra sua, cada olhar seu me dá paz e me faz o coração gritar e dizer como sou louco, simplesmente alucinado de amor por você, minha menina; tudo que eu mais quero na vida, tudo que eu mais pedi há Deus é vê-la feliz, nada me importava mais que sua alegria; eu querendo pedir você do meu lado, mas não vou errar novamente, o egoísmo é meu castigo; por amar tanto você, desejo que encontre o amor que não há machuque como o meu te machuca.
Por me afastar querendo cuidar, não querendo deixar: quem me deu a luz machucar você; eu abandonei você e sem dizer a razão, me afastei; quando achei estar protegendo você, não pude perceber, o quão imaturo fui; não pensei em você, o quanto sofreu sem mim e quando percebi, nunca na vida foi tão doloroso estar vivo; quis tantas vezes me matar, nunca haverá perdão para mim; mas vou amar você; o tempo não vai importar, por você vou amar e, falar dessa dor com amor.
Escrita Autoral!
Mesmo sem você aqui, eu estou esperando você aqui; mesmo que não volte, eu estou com saudade aqui; quando me sinto só, eu descrevo você aqui; quando não acho palavras, eu choro aqui; quando durmo, te faço mais presente aqui.
Nas palavras que eu não disse: se descreveu no tempo, no tempo sem você; mas a saudade tem sobrescrito o tempo; isso é o amor, que não passou com o tempo; me fez poeta além do tempo; não há ódio, não há rancor; o amor que descrevo descreve a oração que implora você comigo.
Nosso romance, em cálice de amor tinto, descreve a cor do amor; nossa relação, bordada a graça do celestial; na linha do tempo, um presente é passado; anjos observam você e eu, e celebram o amor, cuidam da saudade e da gratidão por nós e por amor.
Posso lembrar dos beijos doces como mel; sentir você sem tocar, fazendo meu coração voar como beija-flor; não vivo sem minha flor; quando me deixa sem você, sinto tanto medo e sofro na dor bela de amor, por amor de quem não está e está no coração que dói.
É você, sempre será você; me leve onde você está; me deixe onde você está; sua ausência me torna poeta, descrevo saudade, sempre por amor e por você; não precisam entender; não há mais ninguém; só você precisa saber: como eu te vivo, te respiro, te desejo e te amo, vida minha.
A sensação que me vem quando descrevo você é como se estivesse do meu lado e talvez esteja; eu não posso toca-lá, mas meu coração é abraçado; talvez eu comece chorar e até posso sorrir; dá a impressão que vai me chamar e, mesmo só, te imagino no altar, na saúde ou na doença, diz que me ama.
Eu quis parar as muitas palavras que descrevi você por não ter você e mesmo sem você, eu não pude negar, não há lugar sem você; eu me esqueço, mas não esqueço você, me perdi e sem ar eu vou me sufocando na depressão.
Permaneço sem ar numa cama de hospital, perdi a razão de existir e quero me entregar, não quero mais viver; é tão difícil, tão frio essa vida; numa crise sou dopado e você é o nome que escutam, mas não souberam o tanto que eu amo você.
Eu quis parar e por semanas eu não escrevi; mas você é tudo pra mim, somente palavras ameniza a falta que você me faz; preciso escrever o amor por você que me abraça forte e me faz viver, não me deixa morrer sem você.
Se tivéssemos o amor que sentimos de quem não está; talvez, tudo virasse flor e pudesse florescer por nós; mas não é fácil como sentimos, e se fosse, ainda seria amor ou mais dor e solidão, num vazio sem significado.
Pela última vez, antes do adeus, eu queria num pôr do sol, me deitar na grama e do teu lado, segurar tua mão e pela última vez, sorrir ti ouvindo me chamar; como na primeira vez e você me diz: você é tudo pra mim, não me deixe.
Eu tento mais palavras de amor e trago depois de quase parar, o poeta que quase morreu; mas emocionado eu me lembro de quem nunca vou esquecer e por uma promessa de amor, eu não parei, eu abracei meu amor por você.
Vou pensar em você, descrever você e pedir perdão sem qualquer erro, por medo, por precaução; e antes de ir, me deixa explicar, eu te amo tanto e deve saber, as vezes eu choro, por não achar palavras que descreva meu amor por você.
Me perdoa se quis parar e se por um momento eu me desespero, o amor é dor e luz; sentimentos que não posso evitar e como explico a razão de sentir e não sei parar; é por amor, que meu coração e minha alma escreve e ti descreve como meu amor e minha vida.
O Diabo é melhor conhecedor da Bíblia, mesmo que qualquer crente, mas continua sendo Diabo. do livro Frases cristãs 5
Eu tive vergonha de mim mesmo
por ter pensado que estava traindo meu parceiro(a), e descoberto que trai a mim mesmo
Às vezes tenho a sensação de viver alguns passos atrás de mim mesmo. Caminho, falo, tomo decisões… mas meus pensamentos parecem observar tudo de longe, como se não reconhecessem totalmente as minhas próprias ações. Há um desencontro silencioso entre quem pensa e quem age dentro de mim.
Sou impulsivo. Sei exatamente os caminhos que deveria evitar, mas, ainda assim, meus pés parecem escolhê-los primeiro. É como assistir a mim mesmo atravessando portas que já sei, de antemão, que não deveriam ser abertas.
Também não sei se amo como os outros amam. Eu cuido, me preocupo, assumo responsabilidades, tento proteger quem está por perto. Faço tudo aquilo que dizem que o amor faz… mas o sentimento dentro de mim é estranho, deslocado, como se estivesse escrito em um idioma que todos entendem menos eu.
Às vezes choro em silêncio. Não por grandes tragédias, mas por pequenas falhas repetidas, por erros que eu mesmo construo com as minhas próprias mãos. Existe uma parte de mim que gostaria profundamente de ser melhor, mais claro, mais correto, mais inteiro.
E, ainda assim, carrego um peso que talvez nem seja meu. Sinto-me responsável por tudo que chega até mim: pelos problemas, pelas pessoas, pelos desencontros. Mesmo aquilo que claramente pertence ao mundo dos outros acaba encontrando um lugar dentro de mim.
Talvez por isso eu viva assim, um pouco perdido, um pouco atento demais, tentando, no meio da banalidade dos dias, encontrar algum ponto onde meus pensamentos e minhas ações finalmente decidam caminhar lado a lado.
Eu te vejo tão de perto
Mesmo você estando tão distante...
Na história em que um cavaleiro enfrenta um dragão para salvar a princesa, será que ele era forte e corajoso ou só um medroso que decidiu arriscar?
Não sei dizer, mas o importante é que a existência do dragão não o foi suficiente para impedir o príncipe de tentar salvar a princesa...
Não seria uma má ideia seguir o exemplo desse cavaleiro imaginário...
De: Kauan
Para: A.J.
É complicado ser um balão
Porque vão enchendo
Enchendo...
E quando o mesmo explode
"A culpa é dele"
Quem o encheu
É a "vítima"
Isso não é sobre balões
Bonito é o ser humano que admite o seu erro, aquele que reconhece virtude no outro mesmo não vivendo os mesmos valores, bonito é respeitar o tempo de cada um, bonito é achar beleza onde a maioria julga ser feio, bonito é doar dos seus talentos para beneficiar o outro, bonito é ser simples dar boa tarde e agradecer sempre.
No ponto em que toda referência colapsa, nem mesmo o “é” pode ser afirmado com precisão. Qualquer tentativa de declarar existência ou não-existência já é um movimento tardio da linguagem tentando capturar o que não se submete a categorias. O absoluto não confirma nem nega - ele não entra no jogo das definições.
No ponto mais profundo, não há nem mesmo liberdade, porque nunca houve aprisionamento. A noção de libertação só faz sentido enquanto há alguém que se percebe preso. Quando essa base desaparece, não resta conquista, nem estado, nem realização - apenas o que nunca começou e nunca terminará.
Nem mesmo o silêncio permanece como referência quando a dissolução é completa. O silêncio ainda é percebido em contraste com o som, ainda pertence ao campo da experiência. O que está além disso não pode ser qualificado nem como silêncio nem como ruído - é anterior a qualquer distinção.
Há um ponto em que até mesmo a noção de presença se revela como um conceito sutil sustentado pela mente. Enquanto houver alguém tentando “estar presente”, ainda existe uma divisão silenciosa. O que se revela além disso não pode ser praticado nem mantido — é anterior a qualquer esforço, é aquilo que já é, antes mesmo da ideia de ser.
Em um nível extremo de clareza, até mesmo a noção de “experiência” colapsa. Não há algo acontecendo para alguém — há apenas o acontecer sem centro, sem direção e sem testemunha separada. Tudo o que antes parecia real se revela como uma sobreposição conceitual sobre o indizível. E, ainda assim, nada precisa ser removido.
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