Para Falar de Si Mesmo
Para, para de falar o que não sabe, pesquisa antes, você tem tantas possibilidades de pesquisa, tira a preguiça e o desinteresse da frente, e vá em busca da informação.
Vou falar de um cara, esse cara que mexeu comigo, foi O meu melhor e o pior amigo, você que foi meu primeiro namorado, eu te achava lindo e estranho, e eu? - Estranha claro! - Por isso a união perfeita para uma vida toda, mesmo que separados . Alexandre Doreto, hoje esta cada vez mais... Mais na vida, realizando seus sonhos, compartilhei tantos... Tem muito mais que vida, e eu sei que você sabe... Que ninguém pode te tirar de uma das partes mais bonitas da minha e da sua vida. Como um dia declaramos em publico: - Você foi o meu primeiro amor e minha primeira dor. Nunca vou me esquecer das suas palavras. Meu babaca. Eternamente. Quem diria # Seus sonhos, piloto# eu# Escrevendo.
QUANDO OS MORTOS FALAM AOS VIVOS.
“E vêm os mortos que estão sempre vivos, falar aos vivos que estão não invariavelmente sempre mortos.”
Escritor:Marcelo Caetano Monteiro .
A sentença, paradoxal e provocadora, nos conduz à reflexão sobre o verdadeiro sentido da vida e da morte. O Espiritismo nos mostra que a morte não é o aniquilamento, mas apenas a transição de uma forma de existência para outra. O corpo se desfaz, mas o ser essencial, o Espírito, permanece, consciente de si mesmo, apto a prosseguir em sua jornada.
É por isso que, desde tempos imemoriais, os chamados “mortos” retornam, não para semear assombro, mas para recordar aos que permanecem na carne que a vida não cessa. Kardec registrou, em O Livro dos Espíritos (questão 149), a pergunta direta: “Que acontece à alma no instante da morte?” – à qual os Espíritos responderam com simplicidade desarmante: “Volta a ser Espírito, isto é, retorna ao mundo dos Espíritos, que deixou momentaneamente.”
Os ditos mortos, portanto, não são mortos: são vivos, mais lúcidos, mais despojados dos véus da ilusão material. Quando se comunicam, vêm advertir-nos de que a existência terrena é apenas um capítulo breve da longa obra da eternidade.
Já os vivos, muitas vezes, parecem mortos: mortos em esperança, mortos em ternura, mortos em fé. Respiram, mas não vivem plenamente; caminham, mas não sabem para onde; acumulam, mas não se enriquecem. É nesse sentido que se tornam “mortos” espirituais, não invariavelmente, mas sempre que se esquecem de sua natureza imortal.
Léon Denis, em Depois da Morte, expressou esse contraste com clareza: “A morte não é a noite, mas a aurora. Para os que sabem ver, é libertação, é ascensão, é vida mais intensa.” Ele nos convida a despertar para a vida real, que não está no corpo que envelhece, mas na alma que progride.
Mensagem consoladora.
Diante disso, o consolo se impõe: não há separação definitiva, não há perda eterna, não há silêncio inquebrantável. Os que amamos, se partem do mundo físico, continuam ao nosso lado, atentos e afetuosos, provando que não morreram. A verdadeira morte seria apenas a da alma que se recusa a amar, que se fecha ao bem, que se deixa endurecer pelo egoísmo.
Assim, quando ouvimos a voz dos que chamamos mortos, ecoando na consciência ou pela via mediúnica, eles nos recordam: vivam, porque nós estamos vivos. A existência prossegue, a esperança permanece, e o reencontro é destino certo.
A morte não rouba ninguém; apenas devolve o ser humano à vida real do Espírito. E se os mortos falam, é para despertar os vivos que ainda dormem na ilusão da matéria.
“Aquele que pensa antes de falar raramente se arrepende. Antes cautela do que arrependimento. Não precisamos ser tão apressados em manifestar a nossa opinião.”
“O abraço fala a língua universal, sua linguagem nos ajuda a falar com o coração. Um abraço caloroso é a maior recompensa por um momento especial.”
“Saber aguardar o momento certo para falar é uma receita de grande sabedoria. Devemos parar e refletir antes de falar.”
"Quando sentir raiva, antes de falar ou agir, respire profundamente sete vezes. Com muita raiva, respire três vezes mais."
"Toda vez que se está inquieto, ansioso ou raivoso, devemos parar de agir ou de falar, porque falar ou fazer coisas nesse momento pode ser muito destrutivo. A melhor coisa a fazer é silenciar, aplicar o Reiki e uma boa prática respiratória."
Tão logo a criança aprende a falar, começa a fase dos porquês. Pena que essa fase é curta e não perdura até a idade adulta quando passamos a contentar com respostas superficiais em detrimento do nosso intelecto.
REZA E ORAÇÃO
Você já refletiu sobre a diferença?
Quando rezamos, tentamos falar com Deus através de textos escritos ou decorados.
Quando oramos, tentamos falar com Deus através de palavras ou pensamentos que vêm de dentro de nós.
No fim as pessoas queriam que eu fosse da maneira que elas desejavam!! Eu dizia: já ouviram falar na individualidade da alma? Então não queira que eu seja tudo pra você, apenas aproveita o que tenho de melhor para oferecer, o meu amor!
