Para ela

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Difícil acreditar em uma decepção quando ela vem das pessoas que você menos espera.

Ela já foi frágil, hoje definiria-a como decidida. Foram dias difíceis que ela teve que passar, alguns deles até sozinha. Mas nada que a resistisse, fizesse murmurar ou querer retroceder. Ao contrário! Chorou quando foi necessário, teve seus dias de "luto"... não durou muito. A alma está limpa, o coração, depois que foi ferido, finalmente estava se curando. Hoje ela tomou a direção e tem amado os novos caminhos.

Fazemos nossos sonhos e também nossos pesadelos, não somos a história, mas ela dirá quem somos ou que fomos.

Quero da vida tudo o que ela quer de mim. Quero ver minhas oportunidades e vivê-las!

Eu enfrentaria um leão com uma tampa de caneta se ela pedisse, mas.... No crush, game over... my dear blonde girl...

Notas sobre ela

Olhar carente e um sorriso cheio de amor pra dá, a garota dos cabelos cacheados que tem sentimentos verdadeiros, ela acredita no amor verdadeiro e sempre tropeça em amores rasos, pra ela não tem tempo ruim, a vida dura não fez perder o bom da vida, o viver.

Apesar de nos acostumar a jogar com a vida, ela vem e troca o tabuleiro,e as peças até então encaixadas perdem seu sentido, e o jogo mais uma vez segue outro rumo..."

Não se engane achando que a sua felicidade está longe, porque, ao contrário disso, ela está perto... e muito perto! Basta algum dia você olhar para o lado. E com certeza eu vou estar lá nesse dia, só para ter a certeza de que realmente você a encontrou.

A Pat era uma garotinha cheia de pensamentos filosóficos, ela dava significado a tudo que pensava, transformava desejos em realidades, refletia sobre os impactos do lixo nos meio ambiente, analisava as manifestações políticas que atravessavam o país. Amava o Brasil e tinhas as melhores perspectivas para um futuro onde todos se amam e se respeitam sem guerras ou violências, sem desigualdades sociais.
Pat era uma menininha de apenas oito anos de idade, mas iluminava o caminho por onde passava como luzes de LED azuis, era chamada pelos colegas como a pequena cientista, recebia a ordem dos pais, de sempre amar, sempre procurar fazer o bem.
O seu lado crítico ficou aflorado, não eram julgamentos, eram os olhos da realidade, Pat se incomodava com o mundo que enxergava e queria mudá-lo, começou a alargar seus horizontes e percebeu que tinha que começar dando o exemplo de mundo melhor, ou seja, o seu mundo deveria ser melhor a cada dia.
Oferecia seus biscoitos às coleguinhas de escola que não tinham recursos para comprá-los, estava sempre pronta a ajudar, respeitava o papai e a mamãe, mesmo discordando de algumas coisas, ia dormir na hora ordenada, mesmo que quisesse ficar acordada só mais um pouquinho.
Acolhia com amor seus avós quando iam lhe fazer uma visita, ouvia as histórias repetidas da vovó Tat como se fosse a primeira vez que estivesse ouvindo na vida, ao contrário, já havia decorado a história de como vovó Tat conheceu vovô Tau.
Desejava ardentemente ter um cachorrinho, até que um dia sua professora Cacá lhe deu um lindo vira-lata de duas cores marrom de pintas brancas que a tornou ainda mais feliz.
Praticar o bem a tornava mais feliz a cada dia e todo mundo notava, inclusive as coleguinhas de escola, que perguntavam que sorriso tão radiante era aquele e que olhos mais luminosos ela tinha.
Todo mundo ao redor da menina começaram a explorar a arte de amar, o relacionamento com todas as pessoas ao redor ficou mais bonito, mais luminoso, uma chama que se acendia no coração, porque o amor que ia voltava, o amor ia mais forte e voltava mais forte e a felicidade parecia não ter fim.
Humildemente o amor foi invadindo todos os corações, até os adultos foram tocados, uma corrente do bem foi semeada e esse amor nunca foi falado, foi apenas vivido.

"Ela perguntou como é que eu tive certeza de que aquela escolha era a mais acertada. Respondi que nunca tive, que não tenho até agora. Porque tem coisas que a gente, simplesmente, não sabe. Decidi ali na tentativa de fazer o melhor e fui. Com fé. Sim, fé e não certeza. Vontade que desse certo. Ou, de pelo menos, que não fosse motivo para me arrepender para todo o sempre."

Depois de tantos espinhos a me torturar, um broto de rosa está a nascer...Não precisa ela está inteira, vermelha e linda, o fato de não haver mais espinhos já me faz feliz.

Por ter medo de se perder, ela perdeu ele.

E, quanto a ela, agora não tinha mais desculpa para não fazer o que achava que devia fazer, que, aliás, fizesse isso mesmo: o que achava que devia fazer.
Era um presente em que ele tinha pensado muito antes de dar a ela e era um presente de grande amor.
Não o dinheiro, que ele não tinha ninguém no mundo a não ser ela e, portanto, era sua obrigação cuidar dela direito, pois que ela tampouco tinha alguém por si no mundo. Mas, sim, a liberdade de ser e escolher, coisa para que, pelo menos da parte dele, ela acharia ajuda, embora fosse encontrar dificuldade de todas as outras partes, dificuldade mortal mesmo, dificuldade dura e sem misericórdia.
Mas este conselho lhe dava: que não fosse boba, que não confiasse, não confidenciasse e não desistisse com facilidade; que não fosse mentirosa.
Mas também não imprudente: que não quisesse lutar sempre do mesmo jeito, mas que visse que para cada luta há um jeito próprio, dependendo sempre das circunstâncias; e que gostasse dele, porque ele gostava tanto dela que o coração lhe doía e, se não tinha sido melhor avô, fora porque não soubera, mas tudo o que sabia e procurara aprender tinha feito para ela. Ela gostava dele?

João Ubaldo Ribeiro
RIBEIRO, J.U., Viva o Povo Brasileiro, 1984

Eu tenho uma melhor amiga
Eu amo ela muito
Muito mesmo
Mas ela está com raiva de mim
Ela diz que eu a magoei

Já sei o que fazer
Vou me afastar dela assim como eu fiz com meus outros amigos

Amigos, ninguém precisa de amigos

Se você tenta fugir de algo que hoje lhe faz mal,
é porque algum dia, de alguma forma ela já lhe fez bem.

A dúvida, afinal, esclarecida:
ela jamais se foi da minha vida.
Minha vida, sem ela, é que se foi.

Uma pessoa só sente ciumes da outra, porque ela consegue enxergar o quão especial essa outra pessoa é, mesmo quando a outra pessoa não consegue enxergar isso dentro de si mesmo.

Ela trouxe palavras bonitas e alguns cigarros. Trouxe também aquele sorriso de canto e contou algumas histórias engraçadas. Rimos tanto, tanto, tanto, entretanto ela pediu para que eu esboçasse um gesto de entendimento: eu não conseguia entender uma palavra sequer. Ela então apagou seu último cigarro com a naturalidade de quem está acostumada a enterrar os primeiros amores. Rasgou os meus contos ainda não escritos e escreveu no espelho, com a delicadeza de uma mão trêmula, "eu te amo tanto que prefiro não te estragar. Adeus". Depois de rir e vir tantas vezes pelo meu mundo, desapareceu levando os silêncios, as cinzas, os contos e esse coração aprendiz que, de tanto esperar, desaprendeu a ter paciência.

fiz uma cicatriz com todos os pontos que você perdeu comigo.

Rasguei a minha timidez para costurar eu te amo.

A gente não combina
Mas sempre se deu bem
Feito noite e dia
Quando um vai o outro vem
Se ela me ilumina
Eu ilumino também

Quando o reporter perguntou a menininha, vítima do terremoto no Haiti o que ela mais desejava e ela respondeu : "Quero voltar para o colégio" . É que o cheiro da morte não mata o perfume da esperança, que não morre nunca.