Para Educadores de Infância

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Na indústria do crime sempre há vagas, com preferência para os indivíduos não educados, não escolarizados, ainda não civilizados e com certo grau e disposição para a prática da selvageria. Para a vanglória da esquerda obtusa isso alivia a fila do emprego formal e lógico e distorce as estatísticas reais. Serve ainda de bandeira socializante para a redistribuição das riquezas, num cenário dantesco de significativa movimentação de mercadorias, drogas e bens diversos (uma assombrosa parcela do PIB),abastecendo favelas e comunidades sem pátria, com o fruto de crimes, delitos e assassinatos, isso tudo aos olhos e vistas do executivo, do legislativo e do judiciário, e também da população, inerte por desconhecimento dos mais puros e sustentáveis princípios.

Inserida por koppe

Ame com a pureza de uma criança. Seja sempre fiel ao seu amor. E se der errado, Não perca a sua essência. Só porque você se frustrou com algo que deu errado. Seja sempre você, seja verdadeiro, e deixe que todos a sua volta possa verdadeiramente ter o que há de melhor em você. Não se preocupe o que semear colherá. Portanto semeie Verdades e sentimentos puros o resto é resto, perda de tempo é perda de vida.

Inserida por VandaVieira

Os adultos se aproveitam da inocência das crianças para as moldar "a sua imagem e semelhança".

Inserida por ketantonio

É como se eu fosse um simples brinquedo chato, feito de vidro... enquanto a vida é uma criança hiperativa e desajeitada brincando comigo

Inserida por GiovanneAfonso

Acredito que a educação é o caminho a seguir, mas uma educação de qualidade e contextualizada. Que esta educação seja emancipadora, autônoma e estratégica, de maneira acentual que provoque o debate em todos os espaços que as pessoas ocupem. Neste sentido, a escola tem que ser uma espaço de inclusão e não de exclusão, que a escola seja um espaço de ambientação humana e natural e não ( como em muitas delas, aliás,) um galpão, em que os estudantes são colocados. Essa educação capaz de quebrar paradigma é o melhor caminho. O vestibular é um dos exemplo de exclusão, aja vista , ser ele o elemento balizador da oportunidade de ingresso nas universidades sejam elas publicas ou privadas.

Inserida por djavansilvapensante

Como se faz a esperança?
Como uma brincadeira de criança?
Esperança não se constroi com brincadeira não...
é preciso garra, empenho e perseverança.

Qual sua esperança?
Como a está construindo?
Um pé aqui... outro ali
só assim você a alcança.

Nada de os braços cruzar...
pra alcançar é preciso muito lutar.
Se você não se esforçar,
não vai conseguir sair do lugar.

Inserida por RosangelaCalza

A minha palavra do dia é AMOR.
INCONDICIONAL como de uma mãe
PURO como de uma criança
SINGELO como de uma família, porém, intenso.
Ame, ame muito...

Inserida por gleicejunia

Dez de mil...
Era ali,
no cantinho do quintal
onde brincavam
muitas crianças felizes.
Chamava-se,
rua da casinha nova,
número, dez de mil.
Guardavam segredos,
falavam de seus medos
de suas travessuras,
mas nunca mencionaram
o motivo desta numeração.
O que todos sabiam,
era onde moravam crianças
que alimentavam pássaros
com asas quebradas,
até que pudessem outra vez,
voar livremente.
Era ali também,
a casa da vontade de brincar
de pular corda, de cantar
e de contar histórias
que acabaram para sempre,
guardadas na memória
de cada uma delas.
by/erotildes vittoria
segunda-feira, 17 de março de 2014/12:11:22

Inserida por erotildesvittoria

A vida tem os seus melhores momentos em cada fase que se passa,seja criança, adolescente ou adulto, o importante e aproveitar o maximo cada uma delas!

Inserida por AugustoCesar18

Em sua essência, não há nada mais bonito: o amor de uma criança e a paz que o aconchega.

Inserida por mariannamannu

Uma criança agindo como adulto é admirável e agora adulto agindo como uma criança é desprezível! Exceto nos momentos bons ai sim nós adultos podemos agir como criança para festejar, se divertir e exaltar a vida!

Inserida por bergmacena

Toda criança é um presente,
porém vem junto um recado:
Frágil. Cuidado. Alimente.
E ame ao máximo. Obrigado!

Inserida por cilamar

Educar significa envestir nos tres universos da noassa Patria: o trabalho, a sociedade e a cultura,

Inserida por SilvioMendes

Desde sempre fui muito atrapalhada. Sabe, era uma criança que toda hora caia no chão, raspava o joelho na parede áspera, batia a testa na porta, cortava a perna na quina da escada, enfim, vivia sempre machucada.

Tudo bem, criança é assim mesmo, precisa de toda essa adrenalina pra crescer. Só que além de ser travessa, eu era (ainda sou) teimosa. Ah, quantas vezes minha mãe falou: “menina não cutuca essa ferida, vai ficar marcado”, “para de arrancar as casquinhas”.

O problema era que eu não escutava a minha mãe e, confesso, adorava puxar a proteção que o meu organismo produzia para tapar a ferida. Eu ficava admirada e vivia me perguntando, como aquilo era possível.

O tempo foi passando (eu ainda continuei caindo), só que eu já não cutucava mais as casquinhas. Aquilo que a minha mãe dizia começou a fazer sentindo. Passei a ter vergonha das minhas pernas, pois estavam todas manchadas.

Uma vez fui para a escola de bermuda. As outras crianças começaram a zombar de mim. Lembro-me de escutar “Ah que pernas finas e perebentas”. Depois disso não usei mais vestidos, bermudas e condenei as saias. Só deixava as pernas respirarem dentro de casa.

Por conta deste aprisionamento poupei meus cambitos das tardes de sol. O resultado são duas pernas brancas.

Comecei a perceber que com o tempo, as cicatrizes que eu carregava nos braços foram desaparecendo por conta do sol, mesmo assim, não libertei os membros inferiores do corpo humano. Eu ainda tinha vergonha e continuava a preferir as calças.

Dias atrás eu refleti. Essas marcas são lembranças do que eu vivi, não são motivos para eu me envergonhar. Muitas delas vieram a partir das buscas de aventuras no quintal, outras foram produtos de coisas ruins, mas que eu superei e cicatrizaram. Enquanto eu não deixá-las “livres”, elas continuarão ali. Não que eu queira esquecer, mas tenho que começar a me alforriar deste trauma.

Sábado passado usei uma bermuda pela “primeira vez” depois de muito tempo, na frente de pessoas que não eram meus familiares. E sabe qual foi à sensação? De ter saído de uma masmorra, onde eu mesma me acorrentava.

Inserida por thalitamontesanto

Um adulto ter atitudes de criança é infantilidade, mas ter coração de criança é raridade

Inserida por MateusFrassini

Somos nos as crianças agora,
ambos com corações marcianos
e vénus venusianos,
tu com mascara de peixes,
e eu com minha mascara de teu aquário,
postos a dançar,
mas em guerra te sou o inferno,
frio, distante e com teus sentimentos brincalhão,
e nas ideias me mostro elegante de tal forma que te rendo,
te derrubo com minha ilusória razão majestosa,
porém, se tu és quem se mostra contundente e energética,
sabes bem como tirar-me de minha casa e nos joga ao caos,
então rapidamente me valho do jogo de cintura,
e tomo tua mão pra fugirmos pra saturno,
onde somos iguais.

Inserida por HelomHeSo

Uma criança acredita ambicionar, livrementre, o colostro do seio; um garoto irritado, a vingança; e o intimidado, a escapada. Um homem entorpecido também acredita que é pela livre decisão de sua mente que fala aquilo sobre o qual, mais tarde, já sóbrio, preferiria ter ficado calado. Igualmente, o homem que diz doideiras, a mulher que fala demais, a criança e muitos outros do mesmo gênero que acreditam assim se expressar por uma livre decisão da mente, quando, na verdade, não são capazes de conter o impulso que os leva a falar desnecessariamente. Assim, a própria experiência ensina, não menos claramente que a razão, que os homens se julgam livres apenas porque são conscientes de suas ações, mas desconhecem as causas pelas quais são determinados. Há também as decisões da mente, que, são nada mais do que os próprios apetites: elas variam, portanto, de acordo com a variável disposição do corpo. Assim, cada um regula tudo de acordo com o seu próprio afeto e, além disso, aqueles que são afligidos por afetos opostos não sabem o que querem, enquanto aqueles que não têm nenhum afeto são, pelo menor impulso, arrastados de um lado para outro. Sem dúvida, tudo isso mostra claramente que tanto a decisão da mente, quanto o apetite e a determinação do corpo são, por natureza, coisas simultâneas, ou melhor, são uma só e mesma coisa, que chamamos decisão quando considerada sob o atributo do pensamento e explicada por si mesma, e determinação, quando considerada sob o atributo da extensão e deduzida das leis do movimento e do repouso eterno.

Inserida por Diogo23

A maioria da humanidade permanece criança pela vida afora, a aceitatnsem questionamento o que os grandes falam.

Inserida por Rodinho

A educação começa em casa e se afirma na caserna.

Inserida por adelmar

Sinto saudades do tempo em que meus filhos eram apenas crianças!

Inserida por CelmadosSantos