Para Educadores de Infância

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⁠Na matemática, assim como na vida, as funções nos guiam, as derivadas nos mostram a mudança, e as integrais nos ajudam a crescer. Aprenda a calcular seu próprio caminho para o sucesso!

Sim, meu corpo fala. E não sei falar baixo com os gestos. Quando algo me aflige, meu corpo inteiro grita num fluxo inquietante de movimentos e inevitavelmente, essa linguagem corporal sempre vai dizer a verdade!

⁠Autossabotagem é como um labirinto criado pela mente, onde nos perdemos entre medos e inseguranças, impedindo nosso próprio progresso.

“Hoje, (06/02/2017), aqui em Vitória-ES, estou me sentindo em uma terra de ninguém, num verdadeiro faroeste, onde não há escrúpulos, nem respeito algum pela vida humana."

Os bons conselhos que damos aos outros servem, sobretudo, para tentarmos impedir que eles venham a cometer os mesmos erros cometidos por nós.

"Se todos os pais soubessem na juventude o que sabem hoje, provavelmente, fariam quase tudo diferente. Por isso, talvez seja melhor seguir os seus conselhos, não os seus exemplos (como muitos acreditam). Pois, na grande maioria das vezes, os conselhos são frutos da certeza das coisas que fizeram ou não fizeram e que deveriam ou não ter feito. É mais ou menos o que diz o ditado popular 'faça o que eu digo, mas não faça o que eu fiz' ."

PROFESSOR EDUCADOR

É comum, no período que antecede o início das aulas, terem as crianças uma certa expectativa, um certo desejo, antecipando o que será a escola. Têm, as crianças, a tendência de gostar do professor. É o gosto da novidade, do que não conhecem – é a aventura do aprendizado. Começam as aulas e algumas expectativas são superadas, outras frustradas. Alguns encontros se revelam marcantes, outros nem tanto. Há alunos que voltam para casa, dos primeiros dias de aula, desejosos de narrar aos pais cada detalhe de seus professores.
Em uma leve viagem ao passado, todos rapidamente nos lembramos de alguns professores. Por que desses e não de outros? Porque alguns marcam mais. E é desses professores que a pessoa se lembrará ao longo da vida.
Infelizmente, muitos professores se convertem em burocratas da escola. Estão ali exercendo a profissão de estar ali. E nada mais. Sem perfume nem sabor. Sem encontro nem encanto. Apenas ali, munidos de um programa determinado, e sequiosos do fim, já no começo. Tristes mulheres e homens que embarcam na profissão errada e lá permanecem aguardando a miúda aposentadoria. Não são maus. Apenas não são educadores.
Há aqueles que educam desde os primeiros raios da aprendizagem. Preparam-se para a celebração do saber e do sabor – palavras com a mesma origem. Lançam redes em busca de curiosidades, surpreendem e permitem surpreender; ensinam e aprendem com a mesma tenacidade. Estão ali, em uma sala de aula, desnudos de arrogância e ávidos de vida. Não temem a inquietação das crianças e dos jovens. Não negligenciam o conteúdo, mas valorizam os gestos. Gestos – é disso que mais nos lembramos dos nossos mestres que passaram. E que permaneceram.
Lembro-me de alguns, como a Ana Maria, professora de história, que nos instigava a estudar antes da aula o tema que seria trabalhado. Quando chegava a aula, ela propositadamente errava, e nós a corrigíamos. Era um jogo, uma didática simples que empregava. Eu chegava a sonhar com aquelas aulas. Ela despertava o gosto pela pesquisa e destravava os mais tímidos. Todo mundo queria corrigir a professora.
Talvez um exercício interessante para o professor seja o das lembranças. Lembrar-se, de quando era aluno, daqueles professores que eram educadores, e de repente ter a humildade de imitá-los ou até reinventá-los.
E não há tempo nem idade para fazer diferente. É só ter uma característica que Paulo Freire considerava importante para toda a gente mas essencial para quem educava: gostar de viver.
Quem gosta de viver não tem preguiça de reinventar, nem medo de ousar. Quem gosta de viver não tem medo de ternura, da gentileza, do amor.
Quem gosta de viver, educa!

À medida que as crianças crescem, nós começamos a educá-las progressivamente da cintura pra cima. E depois nos focamos na cabeça. E levemente para um lado.

Educar uma criança é ensiná-la a não depender dos adultos, que devem apenas servir de guias, orientando-a para que realize o que deseja da maneira mais adequada e por si mesma.

Olhar para o futuro é cuidar da educação de nossas crianças.

Aprendi a amar a educação física por que vi nos olhos de crianças especiais a carência que muitas vezes é deixada até mesmo pela família.

Eu tive consciência plena, não fiz filho porque eu não sei educar uma criança, e porque não posso ter âncoras, filhos são âncoras. Inclusive fiz abortos. Sem a menor culpa, porque, eu não saberia educar uma criança. Quando você fizer um filho, você tem que estar consciente de que está dando a vida e está dando a morte.

É muito mais fácil educar uma criança colocando medo nela do que ensinando a verdade sobre as coisas. É mais rápido, não exige paciência e tempo, recursos escassos hoje em dia.
Deste modo, temos hoje uma sociedade de adultos medrosos, covardes e egoístas, com muito, mas muito medo de tudo. inclusive de serem felizes.

Se você quer educar uma criança e tem dificuldade? Então percebe que ela gosta de sorvetes? Ensine-a com sorvete e terá sucesso !!!!

Alguém que acredita na educação pública e lutará pelas crianças que lá estudam.

"As crianças são o futuro de nosso mundo, se educarmos desde cedo com bons pensamentos, palavras e ações, elas não precisaram ser penalizadas enquanto adultos!"

Se ensino uma criança ou um adolescente, é parte do meu “ser educador” saber se aquela criança ou aquele adolescente se alimentou pela manhã, se teve uma boa noite de sono etc. Faz parte do “ser educador”, do meu ser ético, medir esse aluno com a mesma medida que lhe foi oferecida a vida.

O educador deve lembrar que foi criança e a partir daí deixar reviver em si a criança que foi um dia e restaurar o gosto pelo fazer lúdico, resgatando as brincadeiras de sua infância, reciclando com as atuais e contribuindo, assim, para uma aprendizagem diferenciada.

O trabalho da criança é educativo e começa no lar. É o lugar onde ela aprende as suas primeiras tarefas para a formação da sua personalidade.

Eu estava certo: Na educação de nossas crianças, o que não se consegue com ternura não se consegue por nenhum outro caminho.