Palavras de Sábios
Cuidado com quem divide a calçada com você: às vezes, a pessoa só está seguindo o mesmo caminho, não o mesmo propósito.
Dividir a mesma tempestade e segurar o mesmo guarda-chuva não significa que vocês estão buscando o mesmo abrigo.
Aos olhos dos homens, sua jornada terminou em um sopro de silêncio, contudo, eles agora repousam no santuário do Invisível, um lugar onde a dor é estrangeira e a paz é a língua nativa.
Aos olhos do universo, somos apenas poeira cósmica em um ponto azul, contudo, nossa existência ganha sentido quando colidimos no espaço-tempo, brindando à vida ao lado de quem transforma o caos do infinito em nosso porto seguro.
O homem que já teve a alma forjada na escassez, no luto e na queda não teme o peso de nenhuma batalha, ele já não busca apenas a vitória, ele se tornou o próprio caminho para ela.
Aquele que sobreviveu ao naufrágio material e emocional não aceita menos que a conquista, no pior dos sufocos, ele aprendeu a construir as próprias saídas.
Amadurecer é perceber que a fofoca só ganha vida se você decidir alimentá-la, no ouvido dos sábios, ela encontra o seu fim.
Divida o banquete apenas com quem suportou a escassez contigo a verdadeira aliança é revelada quando os pratos estão limpos.
A noite mais escura nunca conseguiu revogar o decreto da alvorada, e o dia mais claro aceita, em silêncio, o convite das sombras, viver é entender que a tempestade testa nossa raiz, enquanto a calmaria acolhe a nossa cura.
Se for resumir o meu caminho, puxa uma cadeira que eu te explico como os tombos viraram técnica de esquiva e como as madrugadas com o controle na mão viraram gestão de crise.
Se não conhecemos nossas próprias falhas ou antigos vícios, o primeiro passo para sabê-los é o autoexame sincero, pois só corrigimos aquilo que temos a coragem de enxergar.
