Palavra Sábia
Silêncio...
Saberás um dia que lutei muito por nós dois.
O silêncio da casa vazia,
a solidão das noites em claro,
Ah! Tantas noites sozinha, olhando o vazio...
Silêncios longos,
madrugadas infinitas,
vazios que gritavam bem alto dentro de mim.
Inteligente
é aquele que admite
não saber tudo.
E que apesar de tudo
ainda tem muito
o que aprender.
– Quais são suas últimas palavras?
– Quer saber? São só três. Luta de dança.
(diálogo entre Balthazar e Gru)
Para amar, você tem que saber quem e como, mas não busque o porquê e nem queira saber quando amar. Amar não é um plano de ação e sim uma ação não planejada que você faz sem pensar. Quanto custará essa ação? Não importa, se for verdadeira.
Famílias desestruturadas começam quando pais e mães não sabem mais quem são em Cristo.
Trecho do livro Lá em casa
A família não precisa ser sacrificada no altar do chamado; Deus sabe unir propósito e lar no tempo certo.
trecho do livro Lá em casa
Decisões afetivas levadas à peneira da sabedoria evitariam muitos sofrimentos desnecessários.
trecho do livro Lá em casa
Sabedoria é a chave que abre portas para relacionamentos saudáveis e decisões acertadas.
trecho do livro Lá em casa
Escolhas feitas fora da sabedoria se tornam prisões emocionais disfarçadas de alianças.
trecho do livro Lá em casa
IJÚBA PARA LEVANTAR O ORI DA PESSOA PELO SEU NOME:
Ó kásà sábẹ́kẹ̀, tó júbà, dé má dé, mẹ́tà làbọ̀kan. Iwò orúkọ kan, orúkọ méjì Ori?
Tradução:
“Ele(a) se prostrou cuidadosamente, saudou, foi e voltou, três vezes fomos em um só. Você tem um nome ou dois nomes Ori ?
Ele(a) se curvou com doçura,
Saudou com a alma cheia de respeito.
Foi, voltou e retornou de novo.
Três vezes viemos como um só destino.
Um só nome?
Ou seriam dois nomes na mesma cabeça ?
Foi, voltou e retornou de novo.
Três vezes viemos como um só destino.
Um só nome?
Ou seriam dois nomes na mesma cabeça ?
_- Matheus Sallun de Yemanjá_
Reflexão do Silêncio
Às vezes, tudo o que nos cabe é o silêncio.
Não por fraqueza, mas por sabedoria.
O silêncio é cúmplice da reflexão e guardião da serenidade.
Há momentos em que não há o que fazer, nem o que sentir.
E isso não é vazio, tampouco solidão.
É apenas um intervalo sagrado,
um tempo de recolhimento em que a alma se encontra consigo mesma.
É o espírito voltando, momentaneamente, para casa.
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"A Sabedoria é um Cativeiro com Vista para o Abismo"
Salomão avisou há milênios: quem aumenta o saber, aumenta a dor.
Nietzsche entendeu o recado e transformou solidão em criação.
Maquiavel fez da frieza uma defesa. Greene, uma arte.
Os estoicos aprenderam a não se romper, mesmo quando tudo os feria por dentro.
E eu?
Eu sou introspectivo.
Minha solidão não depende da presença ou ausência de ninguém — ela é estrutura.
Detesto quem invade meu silêncio como se fosse um vazio, quando na verdade é onde eu me reconstruo.
Porque pra estar comigo, tem que suportar a profundidade sem se afogar.
A sabedoria me isolou — não por arrogância, mas porque poucos aguentam a lucidez crua sem disfarces.
Não é orgulho.
Hoje, tentar mudar a opinião de quem já decidiu no que acredita é guerra perdida. Gritar lógica pra quem só escuta a própria voz é esgotamento puro. Não se disciplina quem não quer aprender, não se planta em solo que se recusa a florescer. A vida já cobra caro demais pra gente desperdiçar energia tentando consertar o que não quer ser tocado. Hoje, silêncio é sabedoria, é escudo, é paz. Em tempos de tanto ruído, o verdadeiro poder está em saber calar , não por covardia, mas por consciência.
A sabedoria de uma pessoa não está na quantidade de livros que ela leu, mas na forma como ela aplica o conhecimento adquirido, pois a educação ilumina a mente, mas é o caráter e a ética que guia os passos do ser humano.
Melchisedech Krajewski
"Cegos pela religião, surdos para a ciência e analfabetos da história, mas cheios de opiniões sobre tudo – a síndrome do 'eu sei tudo' nunca foi tão patética, um monumento à ignorância autojustificada!"
Às vezes, tudo o que nos cabe é o silêncio.
Não por fraqueza, mas por sabedoria.
O silêncio é cúmplice da reflexão e guardião da serenidade.
Há momentos em que não há o que fazer, nem o que sentir.
E isso não é vazio, tampouco solidão.
É apenas um intervalo sagrado,
Um tempo de recolhimento em que a alma se encontra consigo mesma.
É o espírito voltando, momentaneamente, para casa.
Sabem por que as aparências nunca me iludem!?
Porque até mesmo o espelho apesar de refletir a nossa própria imagem,
Na maioria das vezes, só enxergamos aquilo que queremos em nós mesmos.
