Palavra Sábia
Somos uma mistura do bem e do mal. Juntos, formamos o equilíbrio. Tenhamos sabedoria para utilizá-los de forma que estes não reflitam negativamente na nossa e na vida de ninguém.
Quando falarmos de amor, tenhamos a capacidade de saber a diferença entre o verdadeiro e a vontade de querer o que nos atrai.
É necessário ter nas mãos sementes de sabedoria, para que possamos semear e curar os males que encontrarmos no caminho.
O caminho da sabedoria é uma linha reta. Cuidado com as interferências. Elas poderão te desvirtuar da missão ao qual fostes escolhido para executá-la.
O propósito da vida é incerto. Quando trilhamos o caminho, buscamos aquilo que não sabemos ao certo o que vamos encontrar. E quando nos deparamos com o desconhecido, vamos entendendo que o real valor daquilo que desconhecíamos, é a realidade.
O crescimento espiritual está nas mãos daqueles que sabem utilizar as ferramentas necessárias para vencer a batalha interna e externa.
Sabemos quando chega o momento de partir, quando nossas asas são podadas e não podemos mais alçar voo.
Sê a tua inspiração. Cada caminho com seus percalços e dúvidas. Siga com sabedoria e conseguirás alcançar o teu objetivo.
As quedas são necessárias para a superação e o desenvolvimento do ser humano. Sem elas jamais saberemos que a dor é a lição primordial para seguirmos em frente e alcançarmos o sucesso.
Mudança de Mim...
Vou deixar que o outono me agasalhe mesmo sabendo que o inverno se instalou dentro de mim. Tudo lá fora parece perene, mas é efêmero. As folhas caem cobrindo a terra seca e meu pranto alaga as incertezas. Em meio a fraqueza de toda a intensão, gera em mim um lado terno. Um lado desconhecido, romântico e ao mesmo tempo dramático. Abro a janela e lá fora é outono. Abro a minha janela e aqui dentro o inverno continua rigoroso. Um inverno escondido entre a manta da saudade e a real intensão do momento. Faz muito frio. Um frio congelante e cheio de provocações. Logo a primavera baterá na porta. Talvez, eu abra e deixe a realidade instigante me alimentar ou apenas me encolherei entre os prantos e a deixarei ir embora. Assim, o inverno permanecerá para sempre e a primavera esmorecerá.
Viver entre a dúvida e a certeza, não haverá mudanças. Não de casa, nem de móveis, mas de mim.
Rita Padoin
Vivemos e morremos sem ao menos saber por que viemos e no intervalo deixamos de lado o essencial para viver o banal.
