Palavra Sábia

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O cozinheiro sempre sabe tudo sob culinária e eu que não sei nada, fico a admirar as delicias que ele prepara.

Quer saber o que motiva os homens a viverem? eu te direi : ESPERANÇA!
Esperança de algum dia realizarem seus sonhos, esperança de realmente existir um Deus bondoso que nos ame... Sem esperança a vida não teria sentido.

Ignore. Muita gente não sabe ser feliz, e quer que você também não seja.

Não se poderá jamais chegar a saber o que cada coisa realmente é.

Uma questão, Madara... Você sabe por que nós traímos você? Porque você é escuridão, e num mundo sem luz as flores só podem murchar e morrer!

Antes de dormir

nada de fato acontece. a noite acaba, sem saber como começou, de onde veio e com que motivos. planejo ontens, confabulo o amanhã e te prometo calma. vá dormir, o dia chegou e só eu resto no resto de noite que quero pra mim. é tudo invenção, supomos e nos pedimos desculpas antes de dormir.

quero voltar para onde? ir para que lugar?
minha resposta é não. eu vou, eu vou. e pode não ser bom. e pode ser ainda melhor.

eu queria ser invisível. resolveria minha questão, posso garantir.

chega de ontens, antes , culpas e esconderijos. desaparecer seria um luxo.

As divergências de opinião não devem significar hostilidade. Se fosse assim, a minha mulher e eu deveríamos ser inimigos figadais. Não conheço duas pessoas no mundo que não tenham tido divergências de opinião. (…) sempre procurei nutrir pelos que discordam de mim o mesmo afecto que nutro pelos que me são mais queridos e vizinhos.

ESSÊNCIA SÓCRATES

Eu não era eu,
até saber quem eu sou.
Eu não tinha vida,
até saber que a sabedoria é imortal.
Eu não era nada,
até saber que sou aprendiz da vida.
Eu não sabia nada,
até saber da minha ignorância.
Minha falta de saber,
apreciou meu único conhecer.
A enigmática existência,
enricou a alegria de meu aprender.
Não saberei, sabendo de tudo;
não conhecerei se não refletir;
não sei, contudo quero pensar
E pensando eu aprendo que não sei.
Sendo apenas abundante do universo;
sendo apenas resto de ideias;
sendo apenas eu, na ignorância do mundo todo.

Quem sou eu?
Nem eu mesmo sei.
Mas...
Quem é vc?
è...
Você também não sabe.

Abandonei alguns planos ao longo dos meses. Foi difícil, caso você queira saber. Mudei trajetórias e me surpreendi, não com os outros - esses são cada vez mais previsíveis -, mas comigo. Claro que não nadei em um mar de flores límpido e cheiroso. Passei por esgotos e esfolei bastante os joelhos. Andei sem mapa, bússola ou conselho que me guiasse. Andei por mim, pelas minhas próprias pernas, e há vezes em que até lamento isso. Uma mão às vezes ajuda. Todavia, o que ocorreu comigo foi isso: mudança de planos, diariamente. Amanhã, com toda a certeza, mudarei mais uma vez. E que você não me entenda, assim como todos eles. Que ninguém me entenda, pois eu não gostaria que me explicassem.

⁠Vivemos a vida tentando evitar o problema, seguramos lágrimas, risos e raiva. Mal sabemos nós que a vida é cheia de buracos e, mesmo que tentemos desviar, outros e outros estarão lá. Sorria, chore, viva a vida, e se estiver caindo em buracos, levante e chegue ao destino!

Senhor:
Dá-me paciência para aturar pessoas medíocres, falsas e vazias.
Dá-me sabedoria para que eu entenda o motivo delas serem assim.
Dá-me forças e coragem para quando eu não puder aturá-las mais, eu consiga afastá-las da minha vida para sempre.
E dá-me serenidade no coração para que eu não perca a essência da bondade!

Enquanto você chora por alguém que não te ama eu sofro por saber que não me ama..⁠

O que você sabe não pode machucá-lo.

O problema com especialistas é que eles não sabem o que não sabem.

Nunca sabemos os desafios que chegarão em nossas vidas.
Cada um passa pelo seu, não é mesmo?

Mas não há mudanças sem desafios,
não há mudanças sem renúncias,
não há mudanças sem coragem,
não há mudanças sem desapegos.

Mudanças são necessárias mesmo que exija distâncias!
Nem sempre mudanças são agradáveis naquele momento,
porém quando o nosso coração acalma e nos dispomos a mudar,
traz no fim um bom resultado.

Nós sabemos que as noites foram feitas especialmente para dizer as coisas que não podem ser ditas no dia seguinte.

Talvez amar seja isso, perdoar uma pessoa sabendo
que ela ainda irá errar um milhão de vezes.

O amor dispensa palavras, já que os olhos sabem falar uma língua muito mais convincente

De súbito sabemos que é já tarde.

Quando a luz se faz outra, quando os ramos da árvore que somos soltam folhas e o sangue que tínhamos não arde como ardia, sabemos que viemos e que vamos. Que não será aqui a nossa festa.

De súbito chegamos a saber que andávamos sozinhos. De súbito vemos sem sombra alguma que não existe aquilo em que nos apoiávamos. A solidão deixou de ser um nome apenas. Tocamo-la, empurra-nos e agride-nos. Dói. Dói tanto! E parece-nos que há um mundo inteiro a gritar de dor, e que à nossa volta quase todos sofrem e são sós.

Temos de ter, necessariamente, uma alma. Se não, onde se alojaria este frio que não está no corpo?

Rimos e sabemos que não é verdade. Falamos e sabemos que não somos nós quem fala. Já não acreditamos naquilo que todos dizem. Os jornais caem-nos das mãos. Sabemos que aquilo que todos fazem conduz ao vazio que todos têm.

Poderíamos continuar adormecidos, distraídos, entretidos. Como os outros. Mas naquele momento vemos com clareza que tudo terá de ser diferente. Que teremos de fazer qualquer coisa semelhante a levantarmo-nos de um charco. Qualquer coisa como empreender uma viagem até ao castelo distante onde temos uma herança de nobreza a receber.

O tempo que nos resta é de aventura. E temos de andar depressa. Não sabemos se esse tempo que ainda temos é bastante.

E de súbito descobrimos que temos de escolher aquilo que antes havíamos desprezado. Há uma imensa fome de verdade a gritar sem ruído, uma vontade grande de não mais ter medo, o reconhecimento de que é preciso baixar a fronte e pedir ajuda. E perguntar o caminho.

Ficamos a saber que pouco se aproveita de tudo o que fizemos, de tudo o que nos deram, de tudo o que conseguimos. E há um poema, que devíamos ter dito e não dissemos, a morder a recordação dos nossos gestos. As mãos, vazias, tristemente caídas ao longo do corpo. Mãos talvez sujas. Sujas talvez de dores alheias.

E o fundo de nós vomita para diante do nosso olhar aquelas coisas que fizemos e tínhamos tentado esquecer. São, algumas delas, figuras monstruosas, muito negras, que se agitam numa dança animalesca. Não as queremos, mas estão cá dentro. São obra nossa.

Detestarmo-nos a nós mesmos é bastante mais fácil do que parece, mas sabemos que também isso é um ponto da viagem e que não nos podemos deter aí.

Agora o tempo que nos resta deve ser povoado de espingardas. Lutar contra nós mesmos era o que devíamos ter aprendido desde o início. Todo o tempo deve ser agora de coragem. De combate. Os nossos direitos, o conforto e a segurança? Deixem-nos rir… Já não caímos nisso! Doravante o tempo é de buscar deveres dos bons. De complicar a vida. De dar até que comece a doer-nos.

E, depois, continuar até que doa mais. Até que doa tudo. Não queremos perder nem mais uma gota de alegria, nem mais um fio de sol na alma, nem mais um instante do tempo que nos resta.