Palavra Sábia
Beleza rara.
Sabe o nordeste
não tem quem conteste
as belezas daqui...
é joia tão rara
que os olhos da cara
só faltam cair.
Não espere nada de ninguém.Assim você evita decepções.
Isso serve para saber quem realmente é seu amigo.
Isso serve para ignorar quem nada tem de bom para te acrescentar.
O verdadeiro poeta sabe declamar
Gosto muito de recitar
Nada vai me impedir de sonhar
Deus tudo pode realizar
Minha vida é rimar
O espírito santo sempre irá me guiar
Temos que perdoar
Para ir ao céu tem que amar
Creio que o Altíssimo vai me usar
Jesus Cristo não veio neste mundo para condenar
Ele está no nosso meio para nos salvar
Devemos ao grande Rei adorar
Faça o bem por onde andar
O Todo Poderoso vai te recompensar
"Ser Cristão é ter bom senso respeitando o tempo do próximo sabendo que quem faz a obra é Deus e você é um instrumento".
Eu posso não saber ainda
Posso não entender
Mas saiba que eu ainda vou desvendar todos os seus segredos
Parece sempre ter algo a esconder
Às vezes tão clara,outras vezes me perco no breu de seus pensamentos
Tão longe e tão perto
Eu gosto muito quando perto
Quando longe,tento busca-la pra perto com qualquer conversa
Mas nunca subestimando sua inteligência,que obviamente é superior à minha ,uma vez que usa menos o coração e mais a "razão"
Tem fases
Amo todas elas
Seus enigmas também me atraem
E o que não me atrai em você?
Em você,tudo me atrai de "A" à "R"
TRIDECANATO DOS ANJOS
NORMA AP SILVEIRA DE MORAES
EU SEI QUE VOCÊ SABE... (EC)
Eu sei que você sabe querido
O quanto és tão importante
Na minha vida, querido amigo
A distância não pode separar
As almas que tanto se amam
Deixando-as na saudade ficar
Seremos unidos eternamente
Nosso querer vem das estrelas
E nesta magia vivem contentes
O amor verdadeiro é para sempre...
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POEMA CRÔNICO- SONHAR
AUTORA NORMA A S MORAES
ESTILO DE ANA LUCIA S PAIVA
Minha vida é sonhar
Sair e por aí passear
Fico aqui a dormir
Com vontade de sair
Meus projetos eu faço
Tenho que admitir
Neste meu existir
Sem muito assumir
Falta-me a coragem
Para seguir viagem
Nesta vida de aragem
Pois vou sem miragem
Seguindo sempre além
Aposto nas surpresas
Hoje vivo o meu agora
Sem hora para desistir
Vou seguindo nesta hora
Pois o tempo não demora
Vou alegrar o meu viver
Fazer por ainda merecer
O prêmio do prazer
Pela paciência de ser
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BOM DIA JESUS
Nesta manhã Senhor
Venho aqui agradecida
Dar-lhe bom dia
Um belo amanhecer
Está lá fora
O sol entrando
Pela minha janela
Novas esperanças e
Outras motivações vêm
Aqui me orientar
Vem me abençoar
Enxugar meu pranto
Trazendo toda alegria...
CRÔNICA
MORTE DE MEU AVÔ
Estava eu com uns dez anos quando meu avô materno, Marcolino Conde de Paiva morreu...
Falando um pouco de meu avô, era um homem excecional. Muito trabalhador, tinha uma pequena fazenda, na qual vivia de várias formas de trabalho de acordo com cada estação do ano. Tirava e vendia leite, e fazia queijos o ano inteiro, fazia rapadura, plantava e colhia café, tomates, milho, arroz, feijão, banana, engordava e criava porcos, etc., e assim ia vivendo.
Ele era um homem muito honrado e bom para seus empregados. Sempre havia uns oito ou dez. Lembro-me, que ele dava almoço, café da tarde e janta para que os funcionários não ficassem com fome. Alguns moravam longe e dormiam em um local apropriado ou mesmo nos quartos da sala.
Mas vida de meu avô Marcolino era muito corrida, administrando sozinho cada seguimento, sempre correndo atrás dos compradores e ainda trabalhando junto com os empregados na roça de café e outros.
Seu aniversário era no dia 25 de dezembro. Nas férias a casa de meus avós maternos ficava lotada, pois todos os netos iam passar férias lá e mais alguns parentes da cidade.
Quase tudo que consumia ele tirava da mãe terra,
Mas no final de dezembro era uma feste em sua fazenda, casa grande e animada. Ele então ia na cidade para comprar algumas especiarias para colocar no arroz doce, e outros doces, açúcar, farinha de trigo para o bolo, etc. Lembro-me que o glacê do bolo ou cobertura era feita com açúcar refinado e claras em neve, com sabor de limão ou outro. Era uma correria da mulherada, umas limpavam a casa, outras faziam os quitutes como os doces, bolos, broas, biscoitos de polvilho, rosquinhas, etc....
Pois bem o motivo desta crônica meio longa, pois a emoção da saudade me faz escrever, mas para não cansar o leitor vou já contando.
Meu avô nesta viagem trazia ao voltar os bolsos de seu terno cheios de bala, para ir dando para os netos que sabia do horário do ônibus e iam encontrá-lo. Pois bem neste dia estava armando chuva e as crianças ficaram em casa.
Meu avô desceu do ônibus e esperava os cavalos que iria levar ele e a carga para sua casa. Naquele tempo era muito difícil quem tinha carro, meu avô tinha tropas de burros e muitos cavalos, mas carro não. Como estava um pouco atrasado os cavalos, ele resolveu ir andando a pé um pouco, pois não gostava de esperar e o ônibus adiantou um pouco. Perto do ponto de ônibus havia uma casinha. Ele de repente sentiu muita sede e resolveu parar para beber um pouco de água. O morador já muito conhecido o fez entrar e esperar na sala. Quando o morador voltou o meu tão amado avô estava tombado no chão, e as balas caiam de seus bolsos.
Ele teve morte, um infarto fulminante. A única coisa que disse antes do morador ir na cozinha buscar a água é que estava muito feliz, com a casa muito cheia e que ia comemorar o seu aniversário.
Conta minha mãe que uma árvore, um angico, belo, frondoso e imenso que ficava ao lado da casa e que meu avô adorava, caiu sem motivo nenhum. Todos assustaram com o fato da árvore cair, e em seguida receberam a notícia que meu avô havia morrido. Dizem ser um mistério até hoje, pois a árvore não tinha nada de errado na raiz e nem nos troncos, e havia muitas árvores do lado da casa, na verdade uma matinha com nascentes de águas cristalinas, que ele conservava com muito orgulho. Esta árvore era a preferida de meu avô, e com ele ela teve sua finitude também. Será que habita algum tipo de espirito amigo em árvores ?
TRIDECANTO EM CORRENTES
ENCHER A CARA DE CERVEJA
Ainda tenho saudade guardada
De ir para os bailes e com meu amor
Me divertir e muito dançar
Tomar cerveja e rodopiar
No salão, todo enfeitado
Como era bom então viver
Sair sempre por aí a correr
Nos finais de semana cerveja beber
Era tão bom assim amando
Mas família dele foi implicando
E a inveja já começando
Com nosso amor sempre implicavam
Até com nossos beijos, recriminavam
Até que foram conseguiram
E assim nos afastaram
Pois os beijos se rareavam
Grande foi o sofrimento
Viver pelos conceitos de outros
E até a cerveja deixar de beber
Hoje tenho que de remédios viver
Minha vida ficou assim depois do câncer
Tão cheia de limitação
Mas não adianta a lamentação
Somente a saudade e emoção
Pois vivi muito bem cada inspiração
12/08/2105
A tristeza só é constante , na vida
daqueles que não sabem cultivar
os bons momentos com sabedoria .
Por vezes, quando saímos para pastorear por novos campos, mal sabemos que podemos nós mesmos sermos as ovelhas desgarradas. Nessas horas, o Criador nos guia e nos dá a direção correta.
ESSÊNCIA DO AMOR
Só em saber,
Que tu estás presente,
Isto já me deixa contente,
Por que eu a posso ver.
E ao lhe ver,
Feliz e sorridente,
Faz meu dia diferente,
É verdade, pode crer.
Por que só sua presença,
É para mim uma essência,
Que igual não pode haver.
Já pesquisei na ciência,
Que o amor por excelência,
É uma essência em seu viver.
Quem sabe o valor de um sorriso?
De lado
aberto
impreciso
Doente
contente
sem dente
vivo
O verdadeiro se expande
na alma
ajuda a vida
acalma a calma
Vida
A vida
vivida com o sorriso
Tímido
feliz
verdadeiro
sem motivo
Sou feito desses
os sorrisos contentes
da verdade
da gente
que ama e não mente
só sente
o que tem
Não do que teve
nem do que tem
mas de ser humano
amando
quem vem.
