Palavra Sábia
“Falar muito nunca foi prova de sabedoria; às vezes, é apenas medo do silêncio.”
Do livro Entre a Razão e o Delírio, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“Desconfie de quem tem respostas para tudo; a sabedoria costuma morar nos becos da dúvida.”
Do livro Entre a Razão e o Delírio, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“O silêncio elegante vale mais do que mil opiniões lançadas ao vento apenas para alimentar o ego.”
Do livro Entre a Razão e o Delírio, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“A maturidade não está em controlar tudo, mas em saber quando deixar a vida respirar.”
Do livro Entre a Razão e o Delírio, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“Nenhuma mãe nasce sabendo ser mãe atípica; ela aprende no susto, na urgência, na falta de apoio e no amor que não desiste.”
Do livro Mães Atípicas: As Filhas do Silêncio, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“A sabedoria começa quando aprendemos a separar o fato da interpretação que nossa dor construiu sobre ele.”
Do livro Tempestade Serena, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“A opinião alheia muda como vento; o caráter precisa ser construído como raiz.”
Do livro Tempestade Serena, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“A serenidade não é apatia; é sabedoria em movimento.”
Do livro Tempestade Serena, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“O corpo fala antes de adoecer gravemente; a sabedoria está em escutá-lo antes que ele precise gritar.”
Do livro Medicina Tradicional Chinesa — História, Filosofia e Prática da Medicina do Imperador Amarelo, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“A doença, na sabedoria chinesa, não começa no sintoma; começa quando o ritmo da vida perde sua harmonia.”
Do livro Medicina Tradicional Chinesa — História, Filosofia e Prática da Medicina do Imperador Amarelo, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“A presença sensível de quem cuida pode ser tão terapêutica quanto a precisão de quem sabe.”
Do livro Humanização, Ética e Responsabilidade Social na Saúde, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“O cárcere emocional começa quando a pessoa já não sabe se fica por amor, por medo, por culpa ou por não lembrar mais quem era antes.”
Do livro Síndrome de Estocolmo — Quando o Afeto Nasce do Cativeiro, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“A fantasia pode proteger a alma por um tempo, mas precisa continuar sabendo que é fantasia para não se transformar em cárcere.”
Do livro Bonecos Reborn — Quando a Fantasia Assume o Lugar da Realidade, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“A memória afetiva é uma forma silenciosa de presença: mesmo sem saber explicar, o corpo ainda sabe sentir.”
Do livro Alzheimer — Se Eu Não Lembrar, Me Abrace Mesmo Assim. Eu Ainda Estou Aqui, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“O ego teme o inconsciente porque sabe que, diante da alma inteira, nenhuma máscara permanece soberana.”
Do livro O Livro Vermelho da Alma — Jung, o Inconsciente e a Alquimia Simbólica da Sombra à Individuação, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“Receber também é uma prática espiritual, porque muitas almas sabem pedir, mas ainda não aprenderam a permitir.”
Do livro A Palavra que Cria Mundos — Manifestação, Imaginação e Fé, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“Pistis Sophia revela que até a sabedoria pode cair, mas a alma que se volta para a luz ainda pode reencontrar direção.”
Do livro A Palavra que Cria Mundos — Manifestação, Imaginação e Fé, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“Manifestar também é saber encerrar, com clareza, aquilo que prometia vida, mas produzia apenas repetição.”
Do livro A Palavra que Cria Mundos — Manifestação, Imaginação e Fé, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
E se eu voltasse?!
Ou talvez partisse?!
Ou se findasse.?!
Quem sabe um recomeço...
Ou se me quebra-se
Em mil ou em vários
Pedaços?!Se ficasse em silencio
Ou quem sabe gritasse
implodir,eclodir?!
Dinamitar-me para
Que se faça dentro de mim
Um alto retrato pintado
Real,surreal...Não sei bem ao certo
Quem sabe talvez uma pintura
Uma obra de arte dentro de mim.
Louca?! Talvez. Insana?! Quem sabe
Trago comigo milhões de fantasias.
Trago razões e sentimentos
Que a própria lucidez desconhece
Talvez a virtualidade permanente
Uma falha aberta na essência da vida.
Busco respostas... Pura utopia.
Defino o indefinível...
Vou de encontro à razão.
E na minha eterna loucura
Entendo que o amor é a sabedoria dos loucos.
