Palavra de Amor

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Vai que a gente se encontra de novo
Numa balada, no meio do povo
Eu meio travado, coração apertado

Se der um sorriso não vou resistir
Sua boca dizendo: Te quero pra mim
Que me esperou, que tava com saudade, amor

O seu sorriso ilumina a escuridão existente em mim. p-p-s-m

Hoje a lua envergonhada por sua beleza não apareceu, as estrelas com ciúmes do brilho dos seus olhos se esconderam entre nuvens, até a dama da noite ofuscada por seu doce perfume não desabrochou.
Fico aqui hipnotizado diante do seu olhar, seu rosto menina, seu cheiro de flor, sua risada gostosa, seu jeito manhosa.
Sinto meu corpo desesperado ardendo em paixão, querendo sua boca, pegar sua mão, uma abraço apertado e bem demorado.
Então nossos olhos se falam, nossas almas se abraçam, nos dedos entrelaçam, nossas bocas se acham, nossos corpos se encaixam e o amor que nos acha!
Sergio Fornasari

Estar com você é um medo de te perder, é uma insegurança angustiante.
Mas também é uma coragem desconhecida, uma ânsia de viver, uma vontade de amar loucamente, uma força que nem sei de onde vem.
Estar com você é uma dúvida na mente, uma dor no peito.
Mas também é uma certeza no coração, uma paz na alma.
É se perder na razão e se encontrar nas emoções, é se prender e ser livre, é desaprender e aprender, é saber o que eu não sabia (ou pensava não saber?), e descobrir que nada sei, é ver que não tem receita nem passo a passo e perceber o pânico que isso me dá!
Estar com você é uma alegria sem igual, um querer sem limite e um desejo constante. É dançar sem música, é canção que não se ouve apenas sente.

EMPATIA #5

Respeitar o sofrimento do outro, mesmo que você não consiga entender, largando às pedras das mãos para oferecer abraços!
Sendo o médico e não o carrasco, e nunca menosprezando a dor do outro só porque é diferente da sua.
Por mais EMPATIA nos nossos CORAÇÕES!

No balcão do bar, ela pede a bebida preferida “Garçom, uma dose de vodka, por favor.” A rapidez com que vira o copo, os olhos marejados e a urgência pela próxima dose, dão indícios de que mais uma vez, a vontade de amar incondicionalmente, colidiu com a insensibilidade dos braços errados.

Lá pelas tantas da madrugada, chega cambaleando em casa – corpo cansado, coração dilacerado e gosto amargo de desamor na boca. Enquanto o teto insiste em girar e o estômago dá sinais de ressaca, ela cantarola Cartola baixinho. Entre um verso triste e outro, chora e sufoca os gritos com o travesseiro.

No fim de cada canção, promete para si mesma que trancará todo o afeto desperdiçado no quartinho dos fundos.Ela é refém do sentir-visceral. Tudo é profundo. É intenso, é carne viva. Sente por ela, por quem ama e por aqueles que nem conhece.

Tem o costume de enxergar leveza nos detalhes da vida. Se emociona com boa música, com bons filmes e com pessoas de bom coração. Ela nasceu com instinto de zelo, sabe cuidar de tudo que a cerca com maestria – se um dia ela deixar você sentar no sofá da casa dela, considere-se um cara de sorte.

Ela de câncer e costuma ser colo, mas a vezes, precisa trocar de lado no jogo. Ela precisa que você esteja com ela até o fim, por isso, se a sua intenção é fazer firula com o afeto dela, dê meia volta e peça mais uma cerveja, queridão.

Onde quer que nos encontremos, são vocês que constituem o meu mundo

Com quantos corações você vai ter que brincar? Quantos eu te amo você vai desperdiçar? Com seu amor aqui na sua frente.

E hoje a vida amanheceu sorrindo, saudando esta nova semana de bençãos e alegrias com gratidão e humildade. Viva cada minuto do seu dia com sabedoria, amor, coragem e fé!

Foi seu beijo que tirou-me o gosto de todos os outros que outrora beije. Foi seu cheiro que tirou-me todos os outros que trouxe em mim até hoje. Foi seu abraço que me fez esquecer o calor dos antes abraçados. Foi seu amor que me fez esquecer os amores e o amor antes feito e sentido. Foi seu sorriso que me fez rir melhor que antes havia sorrido. Foi o seu toque que me fez esquecer de todos os toque que me tocaram e me fizeram lembrar como é bom ser assim tocado.

Perco meus sentidos
fico louca, insana e atrevida.
Respiração já era,
até isso entrego.
Nada mais é meu.
Louca?
Sim, completamente
Insana?
Sim, para sua mente
Atrevida?
Sim, até que me aguente.
E sabe?
Sua respiração se
torna minha inspiração ...

Nada poderá apagar de mim aquelas madrugadas, onde até nossas maiores necessidades como humanos adormeceram, como se eu não precisasse mais me alimentar, dormir e em algumas horas até respirar , só para poder te admirar, admirar cada parte de ti, aquele meu sonho que se tornou realidade.

⁠A mais pura comédia
acontece
quando

tento conciliar
meu cérebro

com meu pobre

coração.

Até hoje não entendi,
se era minha fascinação
ou a distração dos outros,
que faziam dela,
a mais linda das solitárias.

Para mim,
ela era perfeita,
linda, doce, sexy,
mas a solidão era sua rotina.

Eu não compreendia tal combinação,
mas creio que seu jeito,
fascinante no olhar,
nos lábios,
no andar,
vinham justamente de sua solidão.

Talvez por isso,
ela,
mesmo sem perceber,
tomava atitudes para manter-se só.

Ela flertava com a solidão,
ela maquiava-se de solidão.

Ciúmes não é questão de confiança, e sim medo. Medo de perder alguém, medo de ser trocado por alguém melhor, afinal é isso o que as pessoas fazem quando se cansam.

CRUCIFICADO

O teu sorriso meigo e delicado,
Com que me brindaste naquele dia,
Foi toda causa do meu triste estado,
Desta minha torturante agonia.

"O fim essencial do Espiritismo é tornar melhores os homens. Nele não se procure senão o que possa concorrer para o seu progresso moral e intelectual."
Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail)

Parábola do Sol e da Lua

Num belo crepúsculo, o sol viu ao longe a lua, e mesmo distante, tentou abordá-la.
- Olá, lua! Você me parece tão triste. Acho que já lhe vi mais radiante um dia.
- É que estou naquela fase em que só aparece uma parte de mim. Estou minguante. Você me conheceu quando estava crescente. Precisava ter me visto em todo o meu esplendor, quando me tornei cheia e plena.
- Acho que posso lhe ajudar.
- Como poderia? Você é o sol! Olhe para si. Tão cheio de vida. Radiante. Sem jamais minguar.
- Deixe-me oferecer minha companhia – suplicou o sol.
- Eu adoraria. Mas já tenho companhia. Estou cercada de estrelas.
- Mas elas parecem tão distantes, indiferentes. Deixe-me oferecer-lhe um pouco da minha alegria.
- Se você vier, eu as perderei. Apesar de estarem tão distantes, foram elas que me ofereceram companhia por uma longa e fria noite. Não seria justo que eu as abandonasse agora.
- Então, deixe-me acompanhá-la por uma única noite. Quero encher sua noite de luz. Oferecer-lhe meus raios. Iluminar toda a sua superfície.
- Sinto-me tentada a aceitar sua proposta. Só não posso garantir que serei sua companheira para sempre.
- Combinado. Sairei ao seu encontro e iluminarei a sua vida. Você não precisa abrir mão de nem uma estrela sequer, nem mesmo de cometas e estrelas cadentes. O sol, então, deixou o céu matutino e embrenhou-se pelo céu noturno, provocando uma espécie de eclipse ao inverso. A ordem natural foi subvertida. Em vez de a lua invadir o dia, e assim, ofuscar o brilho do sol, foi o sol que invadiu a noite e praticamente incendiou a lua.
Nunca se viu a lua brilhando tanto. Por uma noite, ela experimentou todo o esplendor do astro rei. Tudo teria sido perfeito caso não houvesse observado que a chegada inusitada do sol fez desaparecer de uma vez todas as estrelas. A lua, então, experimentou uma sensação jamais sentida. Um misto de felicidade e tristeza, de euforia e melancolia. Se fosse possível, desfrutaria da companhia do sol e das estrelas ao mesmo tempo. Mas isso seria inalcançável. O brilho do sol era tão grande, mas tão grande, que não sobrava espaço para nenhum outro astro. A lua não teve alternativa, senão abrir mão daquele sonho. Mesmo sabendo da saudade que a consumiria, preferiu manter-se leal às estrelas que por tanto tempo ofereceu-lhe companhia sem cobrar-lhe nada.

Eu sei ser carinhoso, fofo, engraçado, amável...
Mas acho que as pessoas não merecem isso de
mim o tempo todo.

Quero dizer que, quem ama vai entender que o outro pode mudar quando bem quiser, vai aceitar a naturalidade das coisas, vai aceitar as mudanças físicas, engordar, emagrecer demais, adoecer, não mais andar. Amar é aceitar que as pessoas mudam, que são vulneráveis aos acasos da vida e que apesar de tudo isso, o sentimento não muda, porque o amor, você sabe, é imutável.