Pai Nao Entende nada
“Não é porque uma alma ainda sangra que ela não é capaz de curar. Quem atravessa a dor com coragem aprende a reconhecer e acolher a dor do outro — e isso é força, não fraqueza.”
A verdadeira comunicação
não é falada, é sussurrada
no silêncio, sentida no coração
e confessada em cada ação.
Então, se você realmente prestar atenção...
Vai ouvir tudo.
se não souber viver, se não souber que a vida não é coisa muito grande para ninguém, tudo lhe parecerá pouco, e quando estiver diante de algo verdadeiro estará cego demais para notar.
Matamos a nossa espécie todos os dias, através da política e da religião. Não vejo sentido em ser vegetariano enquanto lutamos para sobreviver, em ser vegano em um mundo canibal.
O pecado central é o pecado de tentar fazer de si mesmo deus. Isso não pode ser feito. Portanto, o pecado não é apenas errado, é estúpido. É uma tentativa de viver a vida contra a vida. O pecado dos pecados é o egocentrismo. A rendição [a Deus, por meio de Cristo Jesus] é a necessidade central da vida.
Tem coisa que eu não acredito que um ser humano possa acreditar, mas eles falam e tem gente que acredita.
Às vezes, não é o que você tem que incomoda. É quem você é. É a sua luz, o bem que você espalha, o jeito como trata as pessoas. A paz que você leva para os lugares. É esse tipo de coisa que o dinheiro não compra e que ninguém pode tirar de você. 🙏🏻
A diferença entre louco e gênio é o resultado.
Enquanto você não tem resultado é louco, mas quando o resultado aparece você é um gênio.
São duas fases, na primeira vão desacreditar e te desmotivar, na segunda vão dizer que sempre acreditaram em você.
O mundo não mudou amigo, as pessoas são as mesmas em novos olhares, e ainda vejo muitas delas matando-se em seus próprios remédios.
Ei, chuva, não deixe a tristeza tomar conta de você. Abrace o carinho e deixe-o te transformar. O sol vai brilhar novamente e a alegria vai inundar seu coração. Deixe a chuva de lágrimas para trás e sinta a luz e o calor da esperança. Você é forte e tem o poder de mudar as coisas. Não desista!
Ser mulher certamente não é tarefa fácil, a sociedade apresenta uma série de dificuldades. Mas cada situação ensina a ser mais forte. Desde pequena, ela já aprende a se tornar uma grande mulher. As meninas devem ser ensinadas a não abaixarem a cabeça, a não desistirem, a imporem a sua opinião e defenderem aquilo em que acreditam. Temos por obrigação formar grandes mulheres, para tentar fazer com que, aos poucos, a vida se torne mais fácil para elas. Desafios sempre vão existir, mas grandes mulheres sempre vão enfrentá-los.
Parabéns, mulher guerreira!
Quando eu tiro uma fotografia não vejo apenas uma imagem. Vejo a alma, a sensibilidade, a transparência. Vejo a verdade, a sinceridade, a vida. É como se eu capturasse momentos profundos, de autenticidade e de beleza em cada clique. Cada fotografia tem milhares de pixels, mas quantos deles conseguimos realmente ver? Como se pudesse sentir o que aquela fotografia tem a nos dizer, sem precisar de palavras.
Perder a esperança?
Nem pense nisso...
A esperança não toma distância, pois é ela que mais torce para que tudo dê certo.
E assim se passaram 10 anos...
Pois é, aqui estamos nós, quem diria, não é mesmo? Há exatos 10 anos, no dia 30 de dezembro de 2014, me preparava para deixar Imbariê, Duque de Caxias, Rio de Janeiro, e iniciar uma nova etapa da minha vida em Rio Doce, Olinda. Durante o ano de 2014, trabalhei intensamente na praça de Imbariê, despedindo-me das minhas clientes. A cada mês, adquiria um novo item para a casa: geladeira, fogão, máquina de lavar. As entregas desses produtos eram feitas diretamente em Olinda, na casa da minha prima, aqui em Rio Doce.
Nasci em São Paulo, na zona leste, na maternidade Leonor Mendes de Barros, mas foi uma passagem rápida. Antes mesmo de completar um aninho de vida, já estava novamente em Olinda. E foi aqui que passei toda a minha infância, até os 14 anos, vivendo a experiência única de crescer no Nordeste. Foi aqui que aprendi a me conectar com as raízes nordestinas, com as pessoas e com a cultura local, que ficaram no meu coração para sempre.
Cheguei a Olinda em 2014 com a casa praticamente toda comprada, tudo planejado minuciosamente para montar o lar assim que chegasse. Tinha acabado de vender minha casa e possuía recursos para adquirir um kitnet ao chegar aqui. As expectativas eram grandes. O principal motivo que me levou a decidir morar em Olinda foi a praia. Sempre desejei viver próximo ao mar, apreciar o amanhecer e o entardecer, viver a vida à beira-mar. Esse sonho, que não consegui realizar durante tantos anos, foi finalmente concretizado aqui.
A vida em São Paulo era uma correria constante: metrô, ônibus, trabalho estressante. Mas foi um grande aprendizado; chego a sentir saudade dos momentos vividos naquela cidade. Olinda, com seu ritmo tranquilo e sua energia calorosa, me ofereceu o oposto: um lugar onde pude respirar mais livremente. Sempre fui um paulistano com alma nordestina, e quando cheguei aqui, senti que finalmente encontrava o meu lugar. Olinda, conhecida como cidade dormitório, oferecia uma vida mais simples, mais calma, mais conectada com a natureza. Aqui, fui acolhido por uma cultura cheia de cores e sons, que, no fundo, sempre senti que fazia parte de mim.
Nos últimos 10 anos, ao longo de tudo que vivi, conheci poucas, mas pessoas altamente significativas para minha vida. Pessoas que, até hoje, têm sido a minha família. Agradeço do fundo do coração pelas dificuldades que enfrentei aqui e, principalmente, pelas pessoas que estiveram ao meu lado durante esse processo. Essas pessoas se tornaram parte de mim, e com elas aprendi a ser autêntico, a me entregar e a construir minha história com humildade. Não posso deixar de agradecer a elas, pois sem elas, não teria chegado até aqui. Obrigado! Obrigado! Obrigado! Sou grato por tudo, pela paciência, pelo apoio e pela amizade. Cada passo dado foi possível graças a essas pessoas maravilhosas, e sou eternamente grato.
Cheguei em Olinda na madrugada do dia 31 de dezembro de 2014, cheio de expectativas e felicidade por essa nova fase. No entanto, ironicamente, George e Valdir se esqueceram de me buscar no aeroporto. E lá estava eu, mais uma vez, vivenciando a experiência de viver sozinho... Felizmente, a tia Lúcia me salvou, acordando-os para que fossem me buscar.
Os primeiros anos em Olinda foram de adaptação e descobertas, mas a verdadeira conexão com a cidade aconteceu quando encontrei meu lugar à beira-mar. No início da minha trajetória aqui, busquei vários trabalhos e foi então que me encontrei na orla, vendendo coco verde gelado. Foi sensacional! Eu estava na praia de Barro Novo, em Zé Pequeno, e vivi ali por oito anos, vendendo cocada, refrescando turistas e moradores, e sentindo a vibração única daquele paraíso nordestino. Trabalhar à beira-mar, com o som das ondas ao fundo, foi simplesmente maravilhoso. Viver fazendo o que gosto, em plena paisagem de Olinda, foi um presente.
Hoje, já não trabalho mais à beira-mar; a idade, o tempo e a saúde já não me permitem mais, mas continuo fazendo da praia meu porto seguro para descanso, reflexão e passeios. Mesmo sem as vendas de coco verde, continuo sentindo a energia boa da orla de Olinda em meu coração.
Hoje, ao completar 10 anos em Olinda, reflito sobre toda minha jornada. Embora não seja mais festeiro, sempre sonhei com uma festa de aniversário à beira-mar. Tentamos, há 10 anos, organizar uma festa havaiana para os meus 50 anos, à beira-mar, com muitos frutos coloridos, sem álcool, uma celebração lúcida de amor e agradecimento por estar exatamente onde sempre deveria ter estado. Mas naquele dia choveu, e a festa dos meus 50 anos acabou sendo realizada na garagem da casa da Geórgia. Sensacional!
Essa viagem no tempo da minha vida, de Olinda para o Rio de Janeiro, depois para São Paulo, para o mundo, e finalmente de volta ao Rio de Janeiro e, por fim, a Olinda, me fizeram refletir que jamais deveria ter saído daqui. Hoje, vivendo aqui em Olinda, percebo que o lugar especial não é apenas a cidade, mas a capacidade de encontrar em mim mesmo a paz e a conexão que sempre busquei.
Olinda, 30 de dezembro de 2024.
#fernandokabral13
O sonho americano não é aquele doce chapiscado de açúcar que muitos de nós imaginamos quando estamos em nosso país de origem. Por dentro dele, há um recheio feito de renúncia, saudade, adaptação e uma força de vontade que nos faz seguir adiante com a vida, o trabalho e a fé que dias melhores virão para nós e nossos entes queridos que um dia deixamos na nossa pátria amada.
