Pai Nao Entende nada
Nada supera o poder do empreendedorismo. É a sua capacidade de gerar negócios altamente lucrativos e sólidos que ajudará você a construir patrimônio de verdade. A verdade é que no Brasil, o mercado é grande e repleto de distorções e ineficiências. Jogue fora o que você aprendeu na sua infância, adolescência e juventude, porque construir riqueza aqui exige uma mentalidade radicalmente diferente daquela que herdamos.
Bom dia!
Ontem falamos sobre estarmos conectados… e hoje Deus nos mostrou que nada é por acaso.
Uma pessoa da minha equipa recebeu um cliente que, vindo da Espanha, passou em frente à fábrica e quis conhecer nossas casas. À tarde, esse mesmo cliente entrou num Uber… e o motorista era meu amigo, que justamente andava divulgando as casas para os passageiros. Em Braga, uma cidade cheia de habitantes e turistas, isso não é coincidência. É alinhamento. É propósito. É Deus mostrando que quando trabalhamos com fé, amizade e respeito, o universo inteiro se move a nosso favor.
Esses encontros não se explicam, se sentem.
E quando se sentem, é impossível não agradecer.
Por isso, te convido a olhar com atenção ao que acontece à tua volta.
Porque quem caminha com fé não anda sozinho.
Vamos juntos, construindo uma corrente do bem.
“Porque para Deus nada será impossível.” “O Senhor é a minha força, e o meu cântico; ele me foi por salvação; ele é o meu Deus, e eu lhe farei uma habitação; ele é o Deus de meu pai, e eu o exaltarei.” “O Senhor dará força ao seu povo; o Senhor abençoará o seu povo com paz.”
Priorize a consciência sempre caminhando lado a lado com a verdade, pouco ou nada importa a reputação, quem não conhece os dois lados em um contexto geral sempre vai estar de chapéu.
Por que as pessoas comuns/ordinárias se sentem tão especiais sem terem feito nada de extraordinário para merecerem tal reconhecimento? A meu ver, somente é especial aquele que, através de seus atos cotidianos favorecem aos demais, ao bem comum. Se aquilo que você faz ou sonha só é bom para você, então, seja lúcido e recolha-se em humildade. Tome um tempo para refletir sobre como sua vida pode mais significativa e, portanto, seja mais humilde e menos pretensioso.
Nada do que eu fale neste ápice de fascínio, nada do que meus olhos te mostrem neste flagrante de fraqueza, corresponderá ao que sinto por você. Indecifrável.
Flávia Abib
Bom dia, luz que encontrei na imensidão do destino,
Nada é por acaso, em cada passo, um divino desígnio.
Em meio a universos paralelos e jogos de fantasia,
Nos encontramos, almas gêmeas, em pura sintonia.
Se não fosse o jogo a nos unir nesta jornada,
Em outros mundos, em outras vidas, seria nossa parada.
Admiro tua força, teu espírito indomável e verdadeiro,
E desejo compartilhar contigo o que tenho de mais inteiro.
Minha felicidade é tua, em cada sorriso, em cada gesto,
Expresso em palavras, em carinho, em cada texto.
Que este dia te abrace com a mesma alegria que me dás,
E que juntos, sob a guia divina, trilhemos caminhos de paz.
Nada será como antes,
porque somos meros navegantes.
quais serão as notícias do futuro?
teremos um bom rumo?
Só sei que nada será como antes,
livros, contos e amores,
em qualquer hora,
tudo muda e isso é uma briga!
Em um domingo qualquer,
a preguiça vai vencer,
e a juventude é uma ilha,
que se chega com alegria.
Com um punhado de modernidade,
vejo que perco minha jovialidade.
o futuro é gelado,
enquanto o passado é gélido.
O futuro gelado,
vai tornar nós, jovens de hoje de lado.
já o passado gélido,
bem... É ríspido.
Nada mais belo, nada mais sublime, do que a tua presença em meus dias, um oásis de serenidade em meio ao tumulto do mundo
Vão-se-me
Dos versos para ti, dantes, nada existe
A lembrança é algo de um pouco valor
A poesia, vazia, está sem aquele amor
Que um dia foi certo, da poética saíste
Porque assim como chegaste, partiste
Cessando o peito que batia com ardor
Sangrando n’alma, criando tom de dor
Na prosa, chorosa, suspirante e triste
O tempo anda, a emoção sai do cais
E a sofrência apenas lesão no sentir
E o coração atrelado em outras elos
De quanto foi outrora, nada tem, mais
Nada, daquela sensação, só o resistir
Vão-se-me uns após uns, dos flagelos.
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
14 abril, 2024, 12’04” – Araguari, MG
"Amanhece e anoitece e nada acontece,
a justiça esta na prisão, e a corrupção as soltas nas ruas, a impunidade andando de mãos dadas com a parcialidade daqueles que estão no PODER, so nos resta orar e esperar pela justiça DIVINA.."
***
(Francisca Lucas)
A "POSSE" DOS LIVROS
De nada vale a inteligência adquirida pelos livros?
Quando eu desmereço a leitura aos "deslivrados",
Quando os impeço ou os escondo da História escrita,
Quando lhes impeço do protagonismo da escura cor.
Não aprender a compartilhar as fontes da construção
É não abstrair da evolução o intelecto, a real lição.
É ilusão pensar-se como sábio, intelectual ou mestre,
Comprimido pela avareza e a condição da ignorância.
Sabedoria é abstratismo, depósito, mas não é refúgio!
É verbo, mergulho, navegação, não culto a si mesmo.
Por vezes, inversa, desobedecendo as normas de ser,
Voa livre das folhas, para além, nem sempre escritas.
Ah se os meus livros saíssem todos voando por aí!
Ah se viesse um tempestuoso vento forte, a tempo.
Um vento desses que com descaso causam o caos!
Que açoita o ego, ou as folhas do limoeiro ácido.
Ah se visse um vento intruso, rabugento e mal criado,
Capaz de "livrar" os "meus livros" do pueril cativeiro!
Prisões, "minhas posses", insanidades, "meu apego",
Levando-os aos lugarejos "desmerecidos e opacos".
Ah se esse vento me deixasse, sem "ter meus livros"!
Jogando-os todos sobre as minhas carrancas tristes!
Dando-me lições abstratas, inversas, desconhecidas,
Mostrando-me as faces atrofiadas pelo meu egoísmo.
Ah se esse vento viesse sem avisar-me de seu tempo!
"Livrando-me" ante as crenças, os apegos e os muros.
Entulhos que aprisionaram-me ao abismo da ilusão,
Impedindo-me a refrigeração dos mundos externos.
Ah se esse tempo chegar e causar o caos nos livros!
Isso seria literalmente um atentado, um "livramento"!
Seria como uma recomposição, uma composição!
Talvez eu saberia lutar, mas não faria o contra-tempo.
Talvez eu sentiria prazer, por uma estranha liberdade...
A "minha liberdade"; por não ver "meus livros presos".
Talvez a liberdade dos livros me causaria inveja, dor!
Libertando-se, libertam outros seres, outros livros.
Alguns contos ou poesias não existiriam à revelia,
Sem que o vento causasse um caos nos incipientes.
Os livros vêm com o caos, a sabedoria vem depois!
Os livros sopram o vento, o tempo cristaliza os livros.
(Pedro Alexandre).
Rico torra dinheiro!
Que nada, ele usa suas reservas que costumam ser grandes.
Quem torra mesmo é o pobre, que torra o que tem e o que NÃO TEM.
E aí, vai mudar está história?
