Pai Nao Entende nada

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Nada perdura sem paridade.

Nada permanece imóvel; a mudança é a única permanência.

Nada melhor do que construir pontes em vez de muros. Enquanto os muros nos separam, as pontes nos aproximam. Escolher o diálogo em vez do orgulho, o perdão em vez da mágoa e o amor em vez da indiferença é o que realmente fortalece as relações. No fim, quem constrói pontes encontra caminhos; quem ergue muros acaba preso atrás deles.

Por que veio?


Lamentos lacônicos.
Momentos nada icônicos.
Passionalmente traída.
Uma vida desistida.
Estrada destruída.
Sempre em frente! Que coisa mais sem sentido.
Nunca queria ter sido.
Mas foi... é.
Não há como voltar atrás...
Ao mundo veio...
Sem fazer ideia nenhuma de a que veio... nem por que razão veio.
Ao mundo veio, folha ao vento levada,
Sem saber o porquê da jornada traçada.
Taciturna andança, misterioso viver,
Na imensidão suave, busca desflorescer.
Sem razão ou rumo, só a alma insistindo a pulsar,
No abraço do tempo, aprendendo
a resistir à vontade de desistir.

Viva com atenção o seu presente... organize seu dia... planeje o seu dia (nada além de um único dia)... tenha uma agenda de atividades diárias e cumpra-as, valorizando o momento e o que está sendo feito... você sabia que o passado e o futuro são ilusões, não sabia?

“Dizer ‘sei que nada sei’ é contradizer-se, pois quem reconhece sua ignorância já possui um saber — o de que ignora.

Eu me refaço em silêncio todos os dias.

Enquanto o mundo acredita que nada mudou, por dentro eu reconstruo ruínas, recolho pedaços, costuro feridas e reaprendo a existir.

Meu coração grita em um barulho sem voz.

Ninguém ouve, porque nem toda dor faz som. Algumas apenas ecoam dentro da alma, transformando quem somos antes mesmo que a gente perceba.

E, ainda assim, eu continuo.

Porque sobreviver também é uma forma de renascer. E há batalhas que são vencidas sem aplausos, apenas com a coragem de acordar e recomeçar mais uma vez.

"A janela do ônibus me ensinou que nada fica — nem a paisagem, nem as pessoas, nem a versão de mim que entrou ali.”

Pra Deus nada é impossível.
Só que este Deus nada quer fazer.
Só ver.

Nada disso precisaria usar recursos dos impostos e tempo dos profissionais se esta gente com motivação das mais idiotas ( time perdeu ou ganhou, você não torce para o meu time e tem que apanhar, ...) e sob o efeito manada agissem de modo tão medieval e primitivo, tipo faroeste moderno.
Querem justificar, ou melhor, descontar em alguém, através destes conflitos suas frustrações, raivas pessoais, dores emocionais, decepções da vida de uma vida entediante e amarguras.
Pois, não são ações racionais de pessoas com educação moral, de controle emocional, com algum senso de comunidade, preocupação social e com mínimo de bom senso.
Humangolóides levianos, de más índoles e com transtorno de personalidades.
Resolvem na ignorância e violência. Deixem suas frustrações e insatisfações fluírem através de brigas. E o álcool etílico no cérebro de gente assim só exacerba tudo isso.

"A vida nada mais é do que uma matrix complexa, onde a energia e a matéria se atraem e interagem consigo mesmas.

⁠“Tem gente que chega sem prometer nada e acaba ficando em tudo.”

Nada de vestígios... Apenas sonhos que me mostram tudo o que preciso saber.

Acho que ele tinha intenção.


Nunca me deixou usar nada colado, as blusas tinham que cobrir até o cotovelo, a saia folgada até o joelho.


Uma vez ganhei uma saia de croché bonita, ela era até o joelho, só porque era colada e meio transparente, não muito, o tecido era grosso, é porque era branca e marcava um pouquinho!


Eu estava indo pra igreja com a mãe, ele disse que se eu não tirasse, ele ia tirar no facão.


Meu irmão me disse uma vez que ele falou que foi muito foi bom comigo, se fosse outro faria coisas piores, eu tinha que agradecer ele...


Vê se pode...




Uma vez perguntei pra minha mãe, o que ela faria se ele tivesse feito isso comigo, ela disse que não faria nada, não tinha o que fazer...




Mas, se ele tivesse ao menos tentado, ele era um hoje um homem morto. Te juro

Eu descobri, do jeito mais nada poético possível, que amar alguém por muitos anos é tipo cuidar de uma planta que insiste em quase morrer, mas também insiste em não desistir. Tem dias que eu olho pra gente e penso com toda sinceridade do mundo, meu Deus, quem foi que teve essa ideia genial de continuar aqui? Porque no começo, ah… no começo a gente não sabia nem onde colocar as mãos, quanto mais o coração. Era tudo meio torto, meio desconfiado, meio “será que isso presta?”. E mesmo assim, a gente ficou.


E ficar, eu percebi, é um ato meio revolucionário hoje em dia. Porque o mundo ensina a ir embora na primeira instabilidade, como se amor fosse aplicativo que trava e a gente desinstala sem nem tentar reiniciar. Só que eu e ele somos dessas pessoas teimosas, que atualizam, que insistem, que brigam, que cansam, mas que no final do dia ainda estão ali, se olhando com aquele ar de quem já viu o pior e mesmo assim decidiu ficar para o próximo episódio.


Tem dias em que o nosso amor parece uma construção feita com pressa, cheia de rachaduras, barulho, poeira e um certo risco de desabar. E tem outros dias em que eu olho e penso, isso aqui tá virando uma obra de arte, viu. Porque cada dificuldade foi uma lixa, cada discussão foi um martelo, cada reconciliação foi um polimento. A gente não nasceu pronto, a gente foi se fazendo. E olha, dá um trabalho quase absurdo.


Só que no meio desse caos bonito, eu entendi uma coisa que ninguém conta direito. Amor de verdade não é o que nunca balança. É o que balança, ameaça cair, faz a gente perder a paciência, mas ainda assim encontra um jeito meio torto de se sustentar. É tipo aquele copo lascado que você continua usando porque tem história. E quanto mais história tem, mais difícil é largar.


Hoje, quando eu olho nos olhos dele, eu não vejo perfeição. Vejo caminho. Vejo tudo o que já passamos, tudo o que quase quebrou a gente, e tudo o que, estranhamente, fortaleceu. Nosso amor ainda é instável às vezes, claro que é. Mas também é resistente de um jeito que nem eu sei explicar direito. É como se a gente tivesse construído algo que não é indestrutível, mas é persistente. E no fim das contas, isso vale muito mais.


Porque diamante mesmo não nasce pronto. Ele aguenta pressão, tempo, calor, caos. Igualzinho a gente. E eu sigo aqui, lapidando, sendo lapidada, às vezes reclamando, às vezes rindo, mas sempre ficando. Porque no meio de tanta coisa passageira, o que a gente tem… ficou.

“nada ainda foi degustado, mas tudo já foi bebido na experiência do beber”.


Antes do ato, já existe a memória do ato. Antes do primeiro gole, o corpo já atravessou outros cafés, outras tardes, outras versões de si. O tempo deixa de ser linha reta ou escada a ser vencida, e se torna uma rede cheia de nós, lembranças e retornos. Afinal, o relógio mede o instante, mas não mede o impacto silencioso daquilo que nos transforma por dentro.

Ela respira, muda, colide, rompe, amadurece. Nada em nós permanece imóvel depois que a vida nos atravessa com suas forças invisíveis.


"A vida é uma constante colisão transmutativa."

Nada mais, nada menos, nem completo nem carente, somente o suficiente.

Nada é mais perigoso
que o silêncio que
existe entre
duas respirações
que se desejam.
O amor é o infinito
instante em que a
pele reconhece a alma.

Nada é tão humano
quanto destruir
o que amamos e
amar o que destruímos.
Somos a vingança
mais profunda da
nossa própria extinção.