Pai Nao Entende nada

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Não deixe que nada te tire a vontade de viver, de sonhar, de sorrir... Mesmo que te tirem o próprio chão, aprenda a renascer...
Escute seu coração, siga sua intuição. Cante na chuva e vibre ao nascer do sol. Não desista!

Quem vive pela dúvida não acerta em nada, as vezes não consegue acredita em si mesmo. E caminha em passos lentos, por um trajeto sem fim

Eu tenho tanta coisa a dizer, que até acabo não dizendo nada

De tudo não sei nada
Tenho apreço pela mais desimportantes
das palavras
E sobre as grandezas do nada eu quero
saber tudo


Que mania é essa que as pessoas têm de usarem verbo no infinitivo (?)
Talvez, só talvez, prefiram a brevidade do que o infinito.

O mais sábio dos homens às vezes é o que não quer saber de nada.

Quero ser lembrada —
não por vitória, não por glória,
não por nada que caiba em mãos humanas.
Quero ser lembrada
porque desaparecer em vida
é uma morte que ninguém enterra.
Eu não quero aplausos,
quero prova de que eu não fui um vazio andando,
de que meus passos não foram só barulho perdido
num mundo que esquece rápido demais
Helaine Machado

Música: Diversidade
De Dênisson Hélder Dinéh

Não saco de nada, estou por dentro de tudo.
Algumas vezes, cego, mudo e surdo,
tenho coragem e persuasão
pra realizar meus sonhos, minha imaginação.

-Sou guerreiro, escritor, tiro onda de doutor
nas novelas desta vida, repudio a dor.

Estou na frente, não olho pra trás,
meu caminho é repleto de amor e paz.
Problema? Sumo e até assumo:
conversar não rende, mudo de assunto.

-Sou guerreiro, cantador, jogo bola, sou mentor,
Mas protesto despedidas, repugno a dor.

"Meu Amor, não sou nada! E na imensidão do meu "nada"... eu te desejo "tudo"!

Eu sei… tem dias que você não quer vencer nada, só queria não sentir tanto. E tudo bem começar daí.

Chega de levar a cruz....
Muito pesada e não conquista nada...
Pega a espada, que uma cruz pequena, não pesa tanto e ainda pode lhe proporcionar vitórias....

Se permaneço de pé, não é porque não fraquejei, mas porque aprendi que nada pode vencer aquele que é sustentado pelo amor de Deus.

⁠Sem sonho não se constrói nada!
Sem símbolo,nem se chega no se iniciar.

Sem história


Nada acontecia.
A noite não chegava, o dia não ia.
O sonho não sonhava, a guia não guiava.
O preto era um branco, o frio não esquentava.
A vida não vibrava, morrer era viver no tranco.
E eu aqui, sentado na eternidade,
sem as mãos, sem os pés.
Vivendo da saudade
das guirlandas e dos jacarés.

" Não precisas trazer presentes,
nem rimas, nem flores e nem nada.
Basta trazeres o que sentes."
- Atribuído a Carlos D. de Andrade
(Não encontrei nenhum texto
que comprovetal autoria.)

Na hora da prova o professor não fala nada, mas sempre fica atento na sala de aula.


Obs.: Não estou falando de escola.


Nas aprovações da vida mesmo sem resposta Deus está por perto te observando.

Entre a Dor e o Gesto


Marlene,
não te escrevo pra te convencer de nada,
nem pra pedir que volte —
o amor, quando é de verdade,
não se impõe… se reconhece.


Eu sei onde falhei.
E mais do que isso,
sei o quanto isso te doeu.


Hoje, o que mais pesa
não é a saudade —
é saber que eu poderia ter sido melhor
quando ainda tinha você por perto.


Mas a vida tem dessas ironias:
a gente aprende depois,
quando já não tem mais o agora nas mãos.


Ainda assim…
tem algo em mim que não se perdeu.


Não é insistência,
nem carência —
é só um sentimento calmo,
que continua existindo
mesmo em silêncio.


Se um dia nossos caminhos
se cruzarem de novo,
não quero te prometer o mundo —
quero te mostrar, nos detalhes,
que eu aprendi.


Aprendi que amor
não é só sentir,
é cuidar, é ouvir, é permanecer
quando é mais difícil.


E se esse dia não vier…
você ainda vai ser, pra mim,
a história que não terminou em vão,
mas em aprendizado.


Porque amar você
foi real —
e é isso que fica.

O Cego que Enxergava Demais e os "Doutores" que Não Viam Nada.


João 9


A cena já começa com uma pergunta que é pura presepada religiosa: "Mestre, quem pecou para este homem nascer cego? Ele ou os pais dele?". Olha a mentalidade! Eles queriam um culpado, um rótulo, uma fofoca espiritual. E pior... essa pergunta vem dos discípulos que andavam com Jesus. E Jesus, com aquela calma de quem é o dono da verdade, solta:


"Nem ele, nem os pais. Isso é pra que a obra de Deus apareça".


Aí Jesus faz o impensável: cospe no chão, faz uma lama, passa nos olhos do homem e diz: "Vai lá se lavar". O cara volta enxergando tudo! Era pra ser uma festa, certo? Vixi, que nada! Começou o interrogatório.
Os "santos" da época, em vez de celebrarem o milagre, ficaram bravos porque Jesus "trabalhou" no sábado. Eles chamam o ex-cego e perguntam: "Como você está vendo?". O cara, simples e direto, conta a verdade. Mas eles não aceitam! Chamam os pais do homem, tentam intimidar, tentam achar uma mentira... mas não tem como esconder o fato: o cara que mendigava agora estava olhando nos olhos deles.
Aí vem o ápice da ironia. Eles tentam forçar o homem a dizer que Jesus é um pecador. E a resposta do ex-cego é de engolir a manga guela abaixo: "Se ele é pecador, eu não sei. Só sei de uma coisa: eu era cego e agora vejo!".
Jesus sondava o coração daqueles fariseus e viu que o problema não era a vista, era a alma. Eles tinham a Bíblia na mão, a Lei na ponta da língua e o "Deus" em pessoa na frente deles, mas estavam tão ocupados sendo "perfeitos" que não viram o milagre.
No final, Jesus dá o xeque-mate: "Se vocês fossem cegos, não teriam pecado; mas como dizem 'nós vemos', o pecado de vocês permanece". Ou seja: a pior cegueira é a de quem acha que é santo e não precisa de cura.
Eles ficaram ali, com as leis deles debaixo do braço, enquanto o homem que não sabia nada de teologia saiu de lá vendo o mundo e, principalmente, vendo a Deus. O Perfeito estava ali, e eles, mais uma vez, ficaram "mal na fita".

Pura inquietação não gera nada de novo. Reproduz e acelera o já existe! ⁠

A FLOR NASCE ONDE NADA DEVERIA NASCER.
CAP. XXII.
Do Livro: Não Há Arco-íris No Meu Porão.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Ano: 2025.
A flor nasce onde nada deveria nascer. Não por milagre, mas por insistência ontológica. O deserto não a acolhe, não a protege, não a celebra. Ainda assim ela surge, portando em si uma dor que não reclama e uma beleza que não pede testemunhas. Sua raiz aprende cedo que viver é beber da escassez e transformar a aridez em seiva lenta. Essa flor não ignora o sofrimento. Ela o conhece intimamente e por isso floresce com gravidade.
O filósofo aproxima-se com o passo de quem já atravessou muitas ideias e poucos silêncios. Catedrático do pensamento, erudito da linguagem, traz nos olhos o cansaço de quem compreendeu demais e ainda assim não encontrou repouso. Ele observa a flor não como botânico, mas como consciência ferida. Reconhece nela aquilo que sempre buscou formular. A dor que não se justifica. A beleza que não consola. A permanência que não promete recompensa.
A flor bebe do deserto sem pedir permissão. Cada gota é extraída do nada. Cada pétala sustenta um equilíbrio improvável entre o colapso e a forma. Nela a dor não é acidente. É condição. E exatamente por isso é sublime. O filósofo compreende que toda construção interior digna nasce dessa mesma lógica. Não do excesso, mas da falta sustentada com lucidez.
Quando ele se inclina, não é para colher. É para aprender. A flor não oferece respostas, mas oferece água. Não água abundante, mas suficiente. O suficiente para que o pensamento não morra de sede. Ao beber, o filósofo percebe que também dá de beber. Sua atenção, seu silêncio, sua presença devolvem à flor aquilo que ela jamais pediu, reconhecimento. Entre ambos estabelece-se uma ética muda. A flor ensina a permanecer. O filósofo aprende a não exigir sentido imediato.
Ao íntimo esse encontro revela uma verdade incômoda. O espírito amadurece não quando elimina a dor, mas quando aprende a sustentá-la sem deformá-la. A flor não nega o deserto. O filósofo não nega sua fadiga. Ambos coexistem com o limite. Essa coexistência é o que permite que algo permaneça vivo sem se iludir.
Há algo de profundamente lúgubre nesse cenário. Não há redenção visível. Não há promessa de chuva. Apenas a continuidade austera de existir. Ainda assim, há dignidade. A flor não se curva. O filósofo não se desespera. Entre eles circula uma compreensão silenciosa. A dor pode ser morada. A aridez pode ensinar. O pensamento pode beber sem se embriagar.
E assim, no coração do deserto, a flor segue aberta não para ser vista, mas para ser verdadeira. O filósofo afasta-se transformado não por esperança, mas por clareza. Ambos permanecem. Um enraizado. Outro caminhante. Unidos por uma dor que não pede piedade e por uma beleza que não se explica, apenas se sustenta.

Não tive nada a ver com o 11 de setembro… apenas carrego comigo a doce certeza de que até em dias sombrios Deus acende luzes.