Pai Nao Entende nada

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Aprendemos e, mesmo assim, não aprendemos nada.

Ser inteiramente livre muitas vezes não significa nada... a liberdade ajuda a encontrar um sentido pra vida. Mas ela é caminho e não o significado.

⁠Não há nada mais precioso do que o sentimento que descobrirmos ter por alguém, e não a nada mais valioso do que saber que este alguém também por nós tem

⁠⁠Não quero deixar nada pra depois. Quero você hoje. Na verdade tudo de uma só vez. Quero que me ame hoje. Nem que fosse só hoje. Mais mais quero que seja hoje. Mesmo que se acabe antes de amanhecer o amanhã. Quero pra agora. Não quero espera pro o amanhã. Seria penas hoje. Nada mais de ti quero. Nem teu calor teu corpo. De ti não quero nada pro amanhã. Tem que ser tudo hoje. Pra isso basta me amar só hoje. Não no Amanhã. Apenas me ame hoje, porque não vou aguentar até o amanhã sem ter você

Nada a Dizer


Minhas palavras não demonstram,
Meus gestos não são compreendidos.
Quieto fico.


Só queria poder falar...
Mas quem me ouviria?
Patos e árvores?


Deito-me na grama e penso,
Pois sei que a pessoa que me ouvirá
Mora dentro de mim.

Eu não perco a esperança no dia de amanhã por tudo aquilo que não deu certo hoje.
Nada como um dia após o outro, e a fé no bem, acima de tudo.

⁠Esse ano, prometi a mim mesmo que minha vida vai mudar e não vou deixar mais nada atrapalhar meus objetivos.

Não me roube, por que ja nada tenho.
Se me roubar as palavras... que será do resto de mim

Se não quer nada e ...
então se afasta oras...
Quando a gente não quer, sequer,
proximo a gente fica

⁠ Sem querer me apaixonei

Com a sua presença, não há nada além de você, que faça meu coração se recompor, minha pupila dilatar e acreditar que talvez eu possa me apaixonar.

Torço para que nossos olhares sigam o mesmo caminho, assim poso ver o que seus olhos dizem, e então ter a certeza de que suas palavras de amor condizem.

Todas as pupilas são iguais, mas a sua é ilustre, faz-me sentir sentir livre, sentir-me tua, faz pensar em como seu brilho nem se compara com o da lua.

Seu sorriso não é nada, nada mais que meu porto seguro, minha válvula de escape desse mundo, que não valoriza pessoas como você, que não enxerga seu brilho, enxerga sombra, não enxerga bondade, enxerga desconfiança, acontece que entre tanta gente, eu uso lentes, não uso por opção, uso por obrigação, ao contrário de todos, quero enxergar, busco te ver, para um dia melhor te conhecer.

Sem querer me apaixonei, quando percebi, já sabia todas as suas manias, todas as usas sinas. Um dia irei te pertencer, um dia darei todo o amor que você merece ter.

Vazio não é ausência, vazio é nada.

Eu sempre estou sorrindo, porém se olhar para o meu sorriso não verá nada de errado, se chegar bem perto perceberá que estou pedindo por ajuda.

Quem hoje fala de amor é tão "do contra", que não há nada mais esquerdista, incômodo e polêmico do que o amor.

De nada adianta caminhar sozinho, para onde ir se não temos com quem partilhar a beleza do horizonte?
Se preciso for, retorne alguns passos para resgatar aqueles que ficaram para trás, você pode precisar de alguém para lhe mostrar o que mais importa em sua grande jornada.

Hoje eu entendo o que antes não entendia:
Como era possível não haver espaço pra nada, dentro de pessoas vazias.

O futuro não é nada, se a gente não pensa no presente.

Eu não entendo nada o que a música não possa tocar.

Não espere nada dos outros, espere de você mesmo!

Minha solidão não tem nada haver com presença ou ausência de pessoas. Detesto quem me rouba a solidão sem, em troca, oferecer verdadeira companhia.

Texto de Friedrich Nietzsche

A solidão, no pensamento que atravessa essa frase, não é carência, mas território interior. Ela não nasce da ausência de pessoas, e sim da ausência de sentido. Estar só, nesse horizonte, é estar em contato consigo mesmo; estar acompanhado, sem verdadeira presença, pode ser uma forma mais profunda de abandono. Nietzsche aponta para uma solidão qualitativa, não quantitativa.

Quando ele afirma que detesta quem lhe rouba a solidão, revela que a solidão é um bem precioso, quase sagrado. Trata-se do espaço onde o indivíduo pensa sem concessões, cria sem aplausos e se confronta com suas próprias alturas e abismos. Roubar a solidão é invadir esse espaço com superficialidade, ruído e expectativas vazias. É ocupar o tempo e o corpo sem tocar a alma.

A “verdadeira companhia” não se mede pela proximidade física nem pela frequência da convivência, mas pela capacidade de presença real. É aquela que não distrai do essencial, mas aprofunda; que não exige máscaras, mas permite silêncio; que não dilui a individualidade, mas a respeita. Poucos são capazes dessa companhia, porque ela exige maturidade interior e coragem de permanecer diante do outro sem se esconder.

Nesse sentido, a solidão nietzschiana não é isolamento social, mas fidelidade a si mesmo. É a condição necessária para o surgimento do pensamento autêntico e da vida criadora. O espírito que busca elevar-se precisa, em certos momentos, afastar-se da multidão não por desprezo, mas por necessidade de escuta interior. Quem não suporta a própria solidão dificilmente suportará a profundidade do outro.

A crítica de Nietzsche, portanto, não é contra as pessoas, mas contra as relações vazias. Ele denuncia a convivência que preenche o espaço, mas esvazia o sentido; que fala muito, mas não comunica; que ocupa, mas não acompanha. Essas presenças são mais solitárias do que o silêncio.

Por fim, o texto nos convida a rever nossa relação com o estar só e com o estar junto. Talvez a verdadeira questão não seja evitar a solidão, mas aprender a habitá-la. E, a partir dela, escolher companhias que não nos afastem de nós mesmos, mas que caminhem ao nosso lado sem nos roubar o que temos de mais íntimo: a integridade do nosso ser.

“Deixe tudo como está não precisa mudar nada nem para diminuir ou acrescentar.”