Pai e Mae Importancia na minha Vida
Minha mãe dizia que se a gente fica muito tempo sem chorar o coração vai endurecendo...
Sábia a minha mãe!
Faço uso deste belo texto para homenagear à minha querida mãe e a todas as mulheres pelo "Dia Internacional da Mulher!"
08/03/2.014
Dentro de mim já moraram várias mulheres
até chegar à maturidade plena...
armazenei bagagens durante anos,
deletei o que não me servia,
salvei em arquivos o que me era caro,
trabalhei, fui à luta...
perdi, conquistei, sorri, chorei
amei e fui amada.
Desprezei, fui desprezada,
fui venal, integral,
fui casta, perdida, pura, fui bandida.
Fui a bela, fui a fera...
fui constante, inconsequente,
fui louca, fui sana,
fui amada, fui odiada.
Fui responsável, fui infantil,
fui coração, fui razão...
fui romântica, fui prática
me dei, possui,
fui frágil, fui forte,
fui covarde... venci e fui vencida.
Fui confidente, confidenciei...
fui abstrata, fui literal,
encantei, fui encantada
senti e dei prazeres...
menti, fui verdadeira.
Casei, enviuvei,
tive filhos, os criei...
casei de novo, separei,
fui tudo, fui nada
e hoje sou minha verdade.
Sei o quero, porque quero,
quando e como quero...
nesses tempos incluí,
"editei...salvei...exclui...arquivei..."
Dos erros fiz um aprendizado,
dos acertos um legado
e posso dizer...
a vida me fez assim plena,
sem subterfúgios,
sem preconceitos,
sem medos ou rancores,
sem evasivas,
sem falso moralismo,
guerreira...
mas, sobretudo, verdadeira e leal.
Me fiz mulher madura...
Vou me lembrar das vezes em que eu te visitava, as quais minha mãe sempre tinha algo pra que eu levasse pra você, algo que ela queria que você experimentasse, e sempre que eu chegava até você, você perguntava: E o filho da Lourdes é? E eu dizia que sim, passamos alguns minutos juntos, as vezes eram mais do que alguns minutos, passava algumas horas, fazia isso com uma boa frequência, era eu um adolescente na minha bicicleta indo te visitar, tinha tempo, e muitas outras coisas que a fase adulta nós leva.
Lembro de quando a Talita fazia alguma piada, você dava aquele sorriso sem a sua dentadura, e eu achava engraçado.
Eu pensei que ainda veria você, antes que esse dia chegasse, que te abraçaria mais uma vez, depois de mais de 5 anos sem te ver... Eu vou sentir saudades, muitas vó Izabel
minha mãe sempre dizia que quando não compreendemos algo, como fiéis, somos obrigados a respeitar. Respeitar, não é em hipótese alguma concordar. Deus respeita a opção do próximo por mais que seja errada, pois é um direito de qualquer ser humano a liberdade
Eu sou eu mesma,na minha, sozinha e só,sou mãe pq quis e esposa pq alguém me conquistou,não acompanho novela pois é muita projeção barata da vida infeliz de pessoas que não conheço. Não sou 100% gentil muito menos 100% amável...Mas gosto de ajudar e se ajudo , faço com coração.Sou muito distraída,gargalho alto,sou estabanada,gosto de rir dos meus próprios tombos...sou eu mesma fazendo as mesmices de sempre.
Conselhos de mãe Auadina.
Minha cara e meu caro, venho aqui para lhe dar um conselho: se você está encalhada(o), eu tenho a solução para o seu problema e é simples, basta você me seguir.
Você que está ai na seca deixa de frescura e procure imediatamente um templo, pois ali é comum termos um local exclusivo para os encalhados. o meu amigo Auad, é que me contou. Ele andava numa seca terrível, sua situação era tão grave que quando tentava acessar o xvideos, dava erro, ia ali pelos lados do baixo belô e tinha batida da polícia, ia para comprar a sexy, chegava na banca e tinha acabado, mas a coisa estava tão braba que ele só andava com a barraca armada. Já sem esperanças, ele acessou o meu site e pagou pelo cartão de crédito em 5 vezes sem juros e o conselho valeu. - Você encalado(a) que saber né? - pois eu vou contar. eu o mandei num templo, mas só pode ser sextas, sábados ou domingos, esteja bem vestido e barbeado e pode ser qualquer horário nestes dias. Vá no culto e chegando lá, procure o setor sentimental/coração e na hora que os pastores chamarem para aconselhar as ovelhinhas, vá rápido, com tda a pressa do mundo, sem qualquer discrição, mas com elegância, entre soberbo e saia mais lindo(a) ainda do que entrou. Ao final do curso, quando a obreira passar com a sacolinha de arrecadação, dê uma nota de no mínimo cem reais. Volte na outra semana e faça o mesmo.
Ele fez o que mandei e na outra semana, na hora que chegou e sentou na última fila, qual foi o resultado? - O resultado, é que MÃE AUADINA não falha. sentaram-se várias moçoilas e não paravam de olhar e tentar puxar uma conversinha básica sobre o dilúvio. Eu sei que ele até virou virgem, se bem que é mesmo, afinal nasceu em 10 de setembro.
procure-nos, mas não se esqueça da senha do cartão de crédito e o código de segurança, pois sua vida vai se tornar um dilúvio, se me entende.
roberto auad
PORTAS DA MINHA ALMA
Ser mãe é amar…♥♥
É abrir as portas do coração
É entregar ao mundo uma vida
Uma vida que amamos
É acompanhar de perto todas as quedas
Mostrar que estamos sempre por perto
É ver-te sorrir, ver-te crescer
Ser mãe, é amar…♥♥
É dar-lhe a liberdade de o deixar voar
De o amparar com carinho
Ser mãe, é amar…♥♥
É render-me ao teu querer
Mesmo contrariada e talvez magoada
É deixar-te partir, mesmo sem o meu consentimento
É ficar feliz por ti ♥♥
Afinal o teu sorriso é a minha alegria
A tua felicidade preenche o meu coração
Meu filho, porque estás feliz, eu estou feliz
Estarei sempre de braços abertos
Para amar-te e deixar-te sonhar ♥♥
Meu filho, serei sempre o teu amparo!
eu ando tão feliz, até minha mãe disse q parece q eu to namorando, apesar q se eu estivesse namorando eu não estaria feliz '-'
COISA DE MENINA
Quando nasci, minha mãe me deu o nome da minha bisavó, figura feminina da qual todos se orgulhavam.
Mãe, avó e esposa exemplar, bisa Eliza levou um casamento até o fim, como manda os bons costumes do matrimônio “perfeito”: ‘Até que a morte os separou’. Sofreu ameaças, agressões e gritos de um marido agressivo e alcoólatra. Mas, “como deve ser”, nunca cogitou uma separação.
Doce, bondosa, religiosa, mãe de oito filhos. Assim era a mulher que inspirou meu nome.
Já nos primeiros dias de vida, ganhei pulseira de ouro e um par de brincos. Coisa de menina.
Antes mesmo de aprender a falar, já tinha dezenas de bonecas.
Minha mãe gostava de fotografar cada passo meu, e, para isso, contratava um fotógrafo profissional. Trocas de roupa, penteados e vários batons a cada foto.
Tive coleção de Bonecas Barbie, milhares de roupinha, sapatinhos, bijuterias... Tive todas as coisas de menina.
Minha avó me proibiu de brincar na rua o quanto pode. Porque isso não era coisa de menina.
Menina tinha que brincar em casa. Com as amiguinhas. De casinha, comidinha, mamãe e filhinha!
E assim foi. Até meus onze anos.
Foi aos onze que descobri a rua. Foi aos onze que descobri que além das panelinhas, havia um mundo de brincadeiras e diversão!
Foi quando descobri as trilhas de bicicleta, os inúmeros ‘piques’, o jogo de Taco, bolinha de gude e o rolimã.
Foi quando percebi que eu era flamenguista e o que isso de fato significava. Foi quando eu descobri o que era um pênalti e um gol olímpico.
Anos depois, grávida, vi minha vida se encaminhar sem que eu me desse conta. Perdi as rédeas e as coisas aconteceram, simplesmente.
Montei casa, me mudei e voltei a brincar de casinha!
Uma brincadeira que me sufocava a cada dia. Daquelas que dá vontade de guardar tudo numa caixa e não brincar nunca mais. Deixar lá no alto do guarda-roupa, até mofar e ir pro lixo.
Não durou muito. Não havia como durar.
Levou tempo, mas hoje entendo com perfeição. Eu não cabia naquele lugar, naquela vida. Aquela brincadeira já não me servia mais. Eu queria as trilhas e o rolimã!
Separei.
Queria trabalhar em algo que pudesse fazer diferença na vida das pessoas. Estudei, me formei.
Hoje, sou Pedagoga, com dois empregos públicos, e mãe do Arthur, com oito anos.
Nenhum marido.
Não lavo, não passo, não cozinho, não limpo!
Sou um desastre para encontrar coisas, e um maior ainda para manter arrumações.
Esqueço roupa no chão do banheiro, toalha molhada em cima da cama, sapato no meio do caminho! Tomo iniciativa em relacionamentos, pago a conta, pego o telefone, no fim da noite, sou eu quem vou pra casa!
Minha avó tem Alzheimer avançado. Quase não reconhece ninguém. Mas, ao me ver, sempre pergunta: “Quando você vai casar?”
Lido com olhares de lamento de amigas, que torcem para que eu me case,trabalhe menos, tenha mais filhos...
Hoje sei que posso me casar sim, mas que isso não implica em voltar a brincar de casinha. A certeza de que não preciso mais das panelinhas, me traz leveza.
De minha bisa, apenas o nome. Dos ensinamentos da infância, a certeza que posso ser o que eu quiser.
Entre bonecas e rolimãs, futebol e novela, sigo sendo o que sou, sem necessidade de aceitação externa e com a certeza que nada disso me faz menos ‘menina’. Pois coisa de menina é tudo que a menina quiser!
Eu vou. Vou errar junto com aquelas que minha mãe tanto aprecia. E um dia quero dizer à ela sobre esse erro. Mas só para vê-la com a cara no chão. Só para vê-la se arrepender do mal que me causou. Eu vou para me vingar.
"Posso mostrar a tua foto a
minha mãe?" "Pra quê?" "É que
ela não acredita que ainda
existem princesas".
Quando eu era pequena minha mãe usava uma frase ótima: "finge que é educada', hoje analisando as coisas da vida, as pessoas e até eu mesma tenho tido assim para mim e para os outros: 'finge que é uma pessoa normal, coma como uma pessoa normal, se comporte como alguém que é tranquilo' afinal se desesperar não leva a nada e olhando d perto ninguém é tão normal, ninguém é tão tranquilo e ninguém é tão paciente. Mais uma vez minha mãe estava certa...
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