Pai e Mae Importancia na minha Vida

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Hoje vai ser diferente
A minha angústia e a minha raiva estão se unindo muito mais do que a minha empatia com a minha paciência!
Mais a minha prudência está dois passos a frente....♎🧠👈

A Primeira Luz: O tempo inaugurou uma nova e terna estrada quando vi nascer minha Andrea, a primogênita amada.Teus cabelos loirinhos trazem a própria cor do sol,revestindo os meus dias com o brilho do arrebol,nesta clareza doce que em meu peito fez morada.A tua risada gostosa ganha asas pelo vento,um som puro que cura qualquer dor ou tormento.É a melodia mais viva que a casa aprendeu a ouvir,o motivo mais sincero que me ensina a sorrir,guardado com orgulho no altar do meu pensamento.Ser o primeiro milagre que meus braços acolheram é o laço mais profundo que os anos me deram.Você abriu o horizonte do meu mundo de escritor,revelando a essência exata de um imenso amor,onde as minhas palavras inteiras se renderam.O mundo lá fora corre em seu rumo apressado,mas o teu riso dourado mantém o tempo parado.A ti, Andrea, ofereço cada linha que escrevo,com a força e o afeto que no coração levo,neste manuscrito eterno que fica agora selado.

Deus está no vento que sopra a minha pele?

Blindando a minha alma e fechando as portas para tudo que rouba o meu riso. Aprendi a colocar preço naquilo que não tem valor: a minha tranquilidade. Minha paz custa caro demais para ser negociada com quem não sabe respeitá-la.


Ian N.T

MINHA HORA TRISTE CREPUSCULAR.
Amo a hora morta em que o sino distante
Soluça pelas névoas do ermo escurecido.
Quando o céu, moribundo e vacilante,
Derrama sobre o vale um clarão amortecido.
Amo o cipreste imóvel junto às campas frias,
Os lagos sepulcrais dormindo sem rumor,
As folhas a cair nas longas ventanias,
Como páginas findas de um extinto amor.
Minha alma é semelhante às ruínas esquecidas
Que a hera funerária abraça em solidão.
Carrego nos meus olhos madrugadas perdidas
E um inverno perpétuo sepultado no coração.
Escuto pelas noites a voz dos cemitérios,
O murmurar dos mortos sob a terra sem luz.
Vejo espectros vagando entre os salmos sidérios
E luas consumidas sobre lúgubre cruz.
Oh. quantas ilusões desceram ao abismo.
Quantas flores morreram antes da estação.
Tudo no mundo exala um secreto cataclismo,
Tudo arrasta consigo um fragmento de extinção.
A brisa dos jardins parece um desalento.
O sol do ocaso lembra um sangue sobre o mar.
E até o riso humano possui no pensamento
A sombra melancólica de quem vai naufragar.
Quero dormir um dia entre mármores antigos,
Sob a relva ondulante dos claustros sepulcrais.
Dormir ouvindo ao longe os cânticos mendigos
Do vento soluçando entre torres medievais.
Porque minh’alma é triste como as torres vazias,
Como os sinos que choram na tarde outonal.
Porque trago no peito as pálidas agonias
Dos poetas malditos de um mundo espectral.
Escritor:Marcelo Caetano Monteiro.
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“Ao olhar para as Escrituras, vejo minha imperfeição e a perfeição de Deus, reconhecendo minha total necessidade da Sua graça.”

Meu amor, tenho muito orgulho de você.
Te valorizar a cada momento virou minha forma de orar.
Porque gente como você é evidência: o que é escasso tem mais peso.
Você me lembra que reciprocidade não se implora, se reconhece.
E reconhecer você é a maior prova de que ainda sei o que é amar.

⁠#MINHA #RUA

Moro em uma rua esquecida...
Abandonada, a mais escura...
Cachorros cagam nela...
Há 1/2 século vejo pela minha janela...

Em minha esquina ...
Começam as serestas...
Mas logo sai de minha rua...
Só deixando a solidão nela...

Tem uma calçada de estrelas...
Muita calma nessa hora...
Apenas uma homenagem...
Aos grandes menestréis das serenatas...

Lindos sonhos sonhei...
De ver muita alegria...
Sempre contando os dias...
De tudo que existe...

Que tristeza...
Pura quimera...
Rua tão triste...

Horas mortas...
Do amanhecer ao anoitecer...
Que me faz sofrer...

Última a ser enfeitada...
Em festas, pouco iluminada...
Até o padroeiro Santo Antônio...
Hoje não passou por ela...

Acesso para a cidade...
De casarões coloniais...
Resistência de antigos moradores...
Poucos, quasem não se encontram mais...

O comércio é escasso...
Poucas lojas de fato...
Uma igrejinha presbiteriana...
Pouco aberta na semana...

É a rua que mais árvores tem...
Entre duas praças...
A da matriz que um dia teve um lago...
E a da feirinha com artesanatos...

Rua do hospital...
De farmácias...
Se passar mal...
Ali você se acha...

Tem pousadas...
Uma delas é rosa...
Namoradeiras sonhadoras...
Sempre alguém querendo prosa...

Linda cidade de Conservatória...
Quando no céu a lua aparece...
Um violão solitário chora...
Eis que é a hora...
Das pedras contar suas histórias...

Nessa rua eu cresci...
Nessa rua eu brinquei...
Nessa rua eu vivo...
E se Deus me permitir...
Daqui partirei...

Mas agora eu só queria mais ver...
Mais alegria e muitas flores...
A florescer...

Durante o dia pouca gente...
Na madrugada só gambá...
De viralatas muita bosta...
Cuidado quando andar...

Sandro Paschoal Nogueira

⁠#QUEM?

Quem quebrou a minha taça?
Quem derramou o meu vinho?
Quem arrancou minhas flores e as lançou no caminho?

Quem para mim mentiu?
Quem me prometeu a felicidade?
Quem me devolveu o meu amor com tamanha crueldade?

Quem rasgou os meus lençóis de linho?
Será que foi com alguém que por mim não teve carinho?

Quem nunca chorou só à noite?
Em puro desalento...
Quem nunca gritou ao vento,
Expurgando o sofrimento?

Quem nunca nas trevas se escondeu?
Quem nunca pediu que tivesse fim sua vergonha?
Quem nunca se surpreendeu com situação tão medonha?

Quem nunca quis a tudo esquecer?
Quem nunca até mesmo já desejou morrer?
Quando lágrimas tão pesadas...
No coração a rolar tão quentes...
E na face a escorrer?

Quem já sentiu um olhar tão gelado.
Deixando mudo seu espírito...
E o coração descompassado quase em luto?

Oh melancolia...
Profunda tristeza de garras frias...
Por que me calo diante de tanto pecado?
Que me deixa tão desassossegado...

Sandro Paschoal Nogueira

facebook.com/conservatoria.poemas

Acelero minha alma em tua busca, Senhor. Agradeço por esse tempo em que me desencontrei de mim e me deste a direção para me reencontrar em Ti.

Minha nova fase, nova marca!

Pessoal, a partir de agora, o meu conteúdo ganha um novo detalhe em minha assinatura: o ano de criação. Essa mudança marca o início de um processo de reformulação, onde a minha intenção passa a ser um estilo mais atualizado.

Essa mudança na assinatura será adotada sucessivamente daqui para frente (e também nas revisões dos textos anteriores) onde tenho minha coletânea no Site Pensador, mas fiquem tranquilos, pois os mesmos manterão a sua originalidade, quero apenas torná-los mais modernos, permitindo que os que apreciem meus escritos acompanhem a minha evolução.

O antigo se encontra com o moderno! Fiquem atentos às novidades que estão por vir!

Lu Lena / 2026

A COR DA ESSÊNCIA

Para onde minha essência me leva,
As sementes vão.
Germinando brotos da fé pelo chão.
Ela não se esconde na escuridão,
Pois é direcionada pelo calor majestoso do astro sol.
Também dança harmoniosamente com o vento,
mesmo nas intempéries do tempo.
O seu caule é forte e resistente,
mesmo em dias cinzentos.
Pela transmutação da cor vibrante,
A vida a fez impetuosa e reluzente.
Posicionando-a sempre em direção à luz.
É essa força do amor que a conduz,
Mantendo-a intacta e imponente.
Como a flor de girassol!

Lu Lena / 2026

NA PRÓXIMA ESTAÇÃO


No vão oco obscuro de minha incoerência
busco-te num coração estático e de luto
perambulando em busca de minha existência
sou uma peregrina enclausurada num reduto.
A vida é uma viagem...
Na próxima estação desembargo
liberto-me de mim
E em ti me encontro!


Lu Lena / 2026

MANUSCRITO


Ora sou calma, ora tempestuosa,
selando a minha manumissão.
Sou coerência, às vezes contradição,
o equilíbrio entre o sim e o não.
Tenho momentos de dor
e algumas cicatrizes de amor;
faço-me menina-mulher:
ora angelical, ora insana.
Enquanto isso, sigo incrustada
na obscuridade desta forma humana.


Lu Lena / 2026

ECO DAS CINZAS
(O Legado do Efêmero)

Eu faço minha história agora, para ser lembrada na memória de quem ler meus manuscritos jogados ao vento... após minhaimpermanênciano tempo.

Lu Lena / 2026

MENINA MULHER
(A força de hoje é o escudo da criança de ontem)

Que minha menina interior não se assuste com a versão mulher — às vezes frágil, mas muitas vezes leoa —, pois o hoje dela é a sua proteção lapidada de ontem.

Lu Lena / 2026

O ENCAIXE DESCONEXO
(A desconexão de viver em um quebra-cabeça de peças ausentes.)


A minha desconexão da vida é ter um problema sem solução. Como a solução não existe, resta o meu esforço de me encaixar dentro e fora dele, em um mundo literalmente formado por peças que não se ajustam.


Lu Lena / 2026

DESATANDO NÓS...

Opiniões contrárias a minha…
me dá um nó na garganta…
E voce chora?
- Não! Desato-me em gargalhadas…

Se Deus fez o homem perfeito, então que saia do meu corpo e minha mente tudo que seja imperfeito!

Que por onde eu passe deixe rastros de minha luz, mesmo que para alguns de meus desafetos representem sombra, mas mesmo assim a sombra é como as nuvens densas que se dissipam com o calor e o esplendor dos raios de sol, que são tudo que tenho a oferecer, mas de coração aberto e tentando aperfeiçoar minha alma nessa caminhada evolutiva onde somos imperfeitos buscando o acerto através dos erros.